Cuidado com golpe nas escadarias de Montmartre

Vários leitores do blog foram vítimas de um golpe nas escadarias de Montmartre. Tudo se passa da seguinte forma.

Ao subir as escadas em direção a Igreja Sacre Coeur, o turista se vê cercado por pessoas que tentam amarrar no seu pulso uma fitinha. Elas são insistentes e capazes de uma certa violência para finalizarem o golpe. Se conseguem, reclamam, da mesma maneira intimidante,  uma soma de dinheiro. Se não conseguem ficam agressivos verbalmente. Parece que a situação é desagradável. Alguns leitores desceram por outro caminho porque ficaram amedrontados.

Enquanto a polícia parisiense não toma nenhuma medida para acabar com isto, aconselho duas soluções. A primeira, não pegar as escadarias principais situadas na frente da Igreja. Subir pelo caminho alternativo que cito no artigo Roteiro de Montmartre e que está também no Guia Conexão Paris 1. A segunda, menos interessante, pegar o bondinho. Para os que não sabem, ele se encontra ao lado das escadas principais.

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174 pitacos, participe desta conversa

  1. Diego disse:

    eu estou apavorado vendo esses comentariros, e minha primeira viagem e vou sozinho, vou fica em montmartre .

  2. Diego disse:

    estou apavorado e minha primeira viagem, vou sozinho e vou me hospeda em montmartre la montclair rue ramey, e uma rua segura? alguem pode me passa mais dica de segurança, ate pq vou sozinho, a noite não e seguro eu anda,

  3. Sophia disse:

    Ana Claudia, meu pitaco: o metrô é do lado do Moulin Rouge. Acho que você ficará menos exposta indo direto ao metrô do que se ficar procurando um táxi na rua. Como não sei para onde você vai, apenas fique atenta ao horário de funcionamento das estações. A estação Blanche, que é a do Moulin Rouge, fecha por volta de uma da manhã.

  4. Ana Claudia disse:

    Lina, vou assistir ao show no Moulin Rouge no último horário de uma terça, acredito que terminará à meia noite e meia. É seguro voltar de metrô ou melhor pegar taxi? Obrigada!

    • Rodrigo Lavalle disse:

      Ana Cláudia, o último metrô é um pouco antes de uma da manhã e a estação fica próxima ao Moulin Rouge. Se você não tiver que fazer baldeação e pegar outro linha, eu te aconselho voltar de metrô. Caso contrário, para evitar o stress, pegue um táxi.
      Abraços.

  5. Felipe disse:

    Tive que sair puxando o braço na escadaria de S.Coeur. “It’s for the church”. Acabei nem terminando de subir. Os transportes publicos estavam de graça (até hoje dia 16/03) e, domingo, estava um inferno de tanta gente. Alias, que lugar cheio de gente.

  6. Aurea Costa disse:

    Rodrigo,
    Agora programando os dias que passaremos em Paris, depois de Carcassonne. Ja estive varias vezes em Montmatre mas sempre em grupos. Desta vez vou com uma sobrinha de 21 anos. Penso ir de metro e voltar de taxi. Nunca passei por nenhuma situação que me amedrontasse mas como vamos sós, estou mais cautelosa. Voce acha melhor irmos a Montmatre pela manhã cedo ou ou à tarde?

    • Rodrigo Lavalle disse:

      Aurea, você pode ir e voltar de metrô sem medo. Terão outras centenas de turistas na mesma situação e pegando os mesmos metrôs que vocês duas. Com relação ao horário do dia, tanto faz. Escolha uma dia de sol pois a vista do alto da colina é belíssima.
      Abraços.

  7. Henrique disse:

    Fui a Sacre Couer no segundo dia em Paris, fomos alertados que o local era meio inseguro mas mesmo assim fomos. Logo na hora da subida, um africano me segurou pelo braço e mostrou a tal fitinha. Prontamente recusei, dizendo: No, no! E ele pediu em inglês, de que pais eu era. Fiz uma cara de quem nao entendeu e segui em frente. Aí ele começou: Espanhol? E nisso continuei meu caminho. Como eu estava com um grupo de umas 10 pessoas, fomos separados. Na descida viemos pelo outro lado, e um africano abordou uma amiga minha dizendo: let’s go to africa baby, don’t worry, come with me. Foi apavorante. E quando pegamos a estação Abessess uma moça foi assaltada por 3 crianças logo antes de a porta fechar. Foi o único lugar em Paris onde não me senti seguro. Mas fora isso, amei a cidade.

  8. Ercilia disse:

    Meu marido e eu ficamos hospedados em Mont Martre na Rue de Clignancourt. Para chegarmos ao hotel descemor na estação Barbés Rochechouart. Já foi um grande choque: africanos e árabes quase nos obrigando a comprar perfumes falsos e cigarros. Um horror!!! Depois andamos 4 dias pela cidade a pé, sem problemas. Subimos à Sacré Coeur depois de andar pelo bairro e chegamos pela place du Tertre. Meu sonho era conhecer aquela praça, mas ali fomos abordados por uns caras que se diziam italianos, tentaram falar todas as linguas conosco. Eu não quis dizer de onde era para não dar conversa mas meu marido muito educado não conseguiu ser ríspido com eles. Eram 2 caras que fazem um perfil do rosto com dobradura de papel e cortam com tesoura. Enquanto um te enrola puxando conversa o outro faz o recorte. Ai queriam nos constranger a pagar 20 Euros por cada um. Eu disse não pagaria nada. Aí eles partem para a intimidação. Meu marido ainda acabaou dando 5 Euros pra eles. Pra mim, um absurdo, já que não pedimos por isso. O melhor mesmo é evitar qualquer contato visual, e se for abordado seja logo ríspido e siga em frente!!!

  9. Lilian disse:

    Realmente indignada!!! Escapei fe vários golpes mas o ultimo foi o mais difícil na escadaria da sacre couer…eu escapei mas meu esposo muito educado…eles colocaram um anel no dedo deles, tive que ir lá e e puxar ele a força e ainda levei uma “maozada”…horríve!!! Fiquei com tanto medo que fui embora e nem visitei a igreja. Só não estragou meu dia pq fui ao luvre depois. E o pior e q as autoridades não acabam com isto!!!!!!

  10. Almeida disse:

    Já está mais do que na hora desse grupo que fica em Montmartre conhecer o brazilian jiu-jitsu….

  11. Adriana disse:

    Fiquem atentos, pois eu e minha família sofremos uma tentativa de golpe diferente das mais “comuns”. Voltamos de Paris no final de dezembro e sofremos uma tentativa de golpe de que nunca ouvimos falar: Em uma rua próxima ao Arco do Triunfo, um homem dentro de um carro parado com um mapa nas mãos nos abordou como se fosse pedir uma informação. Rapidamente nos envolveu com uma história de que era italiano tinha acabado de participar de um evento de moda em um local próximo e tinha alguns casacos da Empório Armani sobrando e gostaria de nos “presentear” com 4 casacos que tinham “sobrado”. Retirou os casacos que pareciam autênticos do banco de trás e, em troca , pediu algum dinheiro (qualquer dinheiro, inclusive reais…) para ajudá-lo com o combustível, pois teria que retornar para a Itália de carro. Por sorte, passou um casal de franceses e o homem começou a falar insistentemente para deixarmos o local e chamarmos a polícia. Diante da nossa perplexidade, o homem francês voltou até nós e foi enfático para que chamássemos a polícia. O homem no carro resmungou e disse que os franceses eram “invejosos” e que não havia nada de errado, mas nos afastamos assim mesmo. Depois, percebemos outro homem um pouco afastado observando tudo. Não sei qual seria o golpe, mas tenho certeza de que alguma coisa nos aconteceria depois… demos sorte e agradeço ao francês que se expôs para nos livrar do golpe.

  12. Jacqueline disse:

    As pessoas visitam Montmartre e a Sacre-Coeur por algumas horas e se apavoram. Eu, desde a primeira vez, mergulhei de coração e alma nesse bairro e jamais vi nada que causasse mais do que curiosidade. Busquei avistar as romenas no metrô e não as encontrei. Conversamos com os africanos, rimos de suas tentativas de convencer-nos a comprar (e não comprávamos), regateamos preço em outras ocasiões, igualmente com os indianos das lojinhas de souvenirs. Meu coração vai doer pra sempre quando lembrar de um senhor árabe que pedia comida na estação de metrô. E eu não parei. Estava apressada correndo atrás de minhas amigas. Ninguém parava, ninguém dava nada. E eu poderia tê-lo ajudado. Todos seres humanos. Todos com reais necessidades diárias. Temos que cuidar que não nos roubem, mas não podemos endurecer tanto que não saibamos mais que nem tudo é golpe, que às vezes pode ser só um jeito de sobreviver, vendendo umas quinquilharias, amarrando uma fitinha ou jogando um anel.Eles fazem o jogo deles e você se esquiva. Pronto.

  13. Vera Schmitz disse:

    Eu estive no Sacre Couer cedo, 9h, Subimos pelo Funiculaire (11 Euros – alguém perguntou) e não tinha camelôs, mas na volta estava cheio e eles são insistentes, mas não demos bola. Um deles pegou no braço do meu genro que lhe deu um empurrão e ele ficou assustado. O ideal é ser firme e não deixá-los colocar pulseirinha nenhuma;. Em Milão também estava cheio deles. São senegaleses que migram para lá para ganhar a vida.

  14. Dani Bispo disse:

    Lina
    Li em algum lugar que comprando o Navigo de 1 semana o funicular está incluido no preço

    Sabe algo a respeito?

    Obrigada
    Dani Bispo

    http://www.comerecocaresocomecar.com.br/

  15. Viviane disse:

    Vou a Itália em julho/2014 e gostaria de passar por Paris, mas sinceramente, estou pensando em desistir… é péssimo vc ir a algum lugar e ficar o tempo todo preocupado com golpes, e olha que sou carioca, 35 anos, e nunca fui assaltada!

  16. Leandro disse:

    O golpe da pulseira me aconteceu em janeiro/2013. Bom, eu consegui escapar de todos os outros do Montmartre e do Louvre, mas nesse o cara foi muito insistente. Durante a amarração da pulseirinha até ficamos conversando, mas no final ele pediu o dinheiro – mesmo eu tendo falado diversas vezes antes que não daria nada. Acabei dando umas moedas e ele ficou reclamando que eu deveria respeitar a cultura dele, mostrou notas que outras pessoas “deram” e que moedas seria falta de educação. Eles intimidam porque começam a cercar, mas acho mesmo que não fazem nada se você fizer uma cena. Eu dei mais uns cents e disse que era o que tinha pra ele e que não tinha pedido nada daquilo pra ele, hehe. Saí sem danos, mas foi uma situação chatinha. O engraçado é que à noite, quando cheguei no hotel, não achava a tal pulseirinha (pra mim ou estava no bolso ou na minha pasta)… enfim, até hoje não sei onde está essa pulseirinha do “hakuna matata”, haha

  17. Dulcileia Vivan disse:

    Estou pensando em comprar uma ceia de Natal para o restaurante Rest la Cremaillere – Praça dos artistas. Você acha perigoso ,esse lugar?

  18. Roseli disse:

    Estive em Paris agora em outubro/2013 e fiquei muito decepcionada com a sujeira e a falta de policiamento. Ratos , cheiro de xixi e abordagem perigosa desses homens nas escadarias da Igreja. Estávamos somente eu e minha filha e eles foram pra cima dela e pegaram em seu braço. Ela gritou em inglês ” não me toque” e deu um empurrão e eles soltaram e perguntaram de onde ela era. Realmente este dia ficamos com muito medo. Logo na chegada no aeroporto de Paris, pedimos informações como pegar o Metro e por duas vezes fomos aconselhadas a pegar Taxi, mas infelizmente insistimos e ir de Metro. Era 9.00 da noite e estava super lotado. Um povo muito estranho nos observando e quando íamos descer na estação Gare do Nord estávamos apavoradas. Aí apareceu um Anjo da Guarda, um rapaz brasileiro de nome Thiago , brasileiro, que nos ajudou e disse que estávamos sendo seguidos . Esta estação junta com trem , e é assustadora. O rapaz colocou nossas malas dentro do trem em outra plataforma e aí o ambiente era melhor. Enfim valeu a experiência.

  19. venicio disse:

    Vou pela 1ª vez em Paris em novembro com 2 amigos, muito boas essas dicas do blog, acho que em numero de três e homesn eles se intimidam em abordar, ou não?

  20. Alberto Pontes disse:

    Estarei atento, pois irei a Montmatre amanhã. Obrigado!

  21. evelin disse:

    Locomover…rsrs..

  22. evelin disse:

    Lina, gostaria de me hospedar em montmartre ou montparnasse, sozinha, é perigoso? Ou qual outro bairro seria melhor para eu me lovomover

  23. [...] reservar um tempo para contemplá-lo. A dica que dou é pra ter cuidado com o golpe nas escadarias, o blog conexão paris falou a respeito do golpe, fui abordado por um que colocou uma pulseira no meu pulso e depois [...]

  24. Clara Miranda disse:

    Faz um post sobre os carroséis!!

  25. Clara Miranda disse:

    Qual melhor forma de chegar a Montmartre para ver a praça dos artistas? Para chegar a Sacre couer tem que subir escada ou pegar o funiculare? Qual o preço do funiculare? O funiculare quando desce vai até aonde?

    • Lina disse:

      Clara
      Pegue o bondinho. Ele custa baratinho, não me lembro quanto. Uma vez no alto, se virar à esquerda chegará na praça. O bodinho volta para o ponto onde o pegou.

  26. Danielle disse:

    Olá Lina, na Sacre Couer, existe algum acesso mais seguro? O ticket de acesso é comprado na igreja mesmo? Como ir do hotel Victori Chatelet até a Sacre Couer? Obrigada!

    • Lina disse:

      Danielle
      Não suba pelas escadas, pegue o teleférico. Você compra o ticket para subir ao lado esquerdo das escadas. Em Châtelet pegue linha 4 até Barbés Rochecouart. Lá pegue a linha 2 até Anvers.

  27. Ricard disse:

    Ficarei na parte mais alta do bairro, na rue caulaincourt, qual o melhor caminho para evitar a escada em que ficam esses golpistasquando for visitar a Sacre-Coeur?
    Parabéns pelo blog, dicas muito boas!

    • Lina disse:

      Ricard
      Se está na parte alta, chegará no Sacre Coeur pela rue Norvins. Não pegará as escadas. Olhe no google maps para entender o que estou dizendo.

  28. DJALMA, disse:

    Parece que os golpes estão em toda parte em Paris. Na região da torre Eiffel e praça da concordia, tem o golpe das alianças das ciganas , que simulam encontrar uma aliança no chão ( muito grande, de chamar a atenção ) e perguntam se é sua ( golpe antiquíssimo ) . Cuidado, não dê atenção. Em um mesmo dia, naquela região , em questão de minutos isto aconteceu duas vezes. Da mesmo vontade de chamar a policia .

  29. Pat disse:

    Pessoal, estou morando em Paris há pouco mais de um mês e já deu pra perceber os principais golpes: Acho que no geral a cidade é tranquila, são pouquíssimos lugares em que eu me senti um pouco insegura. Acho que o segredo para não ser furtado é estar atento, mas não precisa de paranóia. No Metro, cuidado com o celular, o que acontece muito é de a pessoa estar mexendo no celular perto da porta e aí na hora em que o metro pára na estação, o malandro puxa o celular da mão da pessoa e sai correndo pela estação. Pode mexer no celular enquanto o trem estiver andando, o perigo é quando as portas estão abertas. Também vi os africanos na escada da Sacre Coeur, mas eu e meu marido passamos sem problema. Primeiro: não ande parecendo um turista, com mochila nas costs, máquina na mão, essas coisas. Turista sempre é alvo. Segundo, não demonstre insegurança, passe de cara fechada, não faça contato visual, não pare pra olhar o que eles estão vendendo nem por um segundo e se te abordarem fale um “non, merci.” e continue andando com firmeza. Tem vários policiais pela área sim então se acontecer esses casos de te segurarem e vc não conseguir se livrar, faça um escândalo mesmo. É um lugar cheio de gente e esses malandros não vão fazer nada com vc lá, só querem intimidar e levar dinheiro mesmo.

  30. Claudia disse:

    Olá, primeiramente, parabenizo Conexão Paris pelos detalhismos como apresenta esta cidade linda a nós! Tive que desmarcar minha 1ª viagem A Paris ano passado e vou agora. Seria com marido e filhas, mas meu marido não tira férias esse ano e vou com minhas filhas pequenas e minha mãe que é idosa. Vc poderia nos ajudar, indicando como será melhor nos deslocarmos por lá, se de metrô, táxi… estou preocupada, pois vamos ser alvo fácil, não acha?? Bjs e obrigadíssima!!

    • Mariana Berutto disse:

      Claudia, andar a pé por Paris é a melhor forma de se conhecer a cidade. Paris é uma cidade segura, sobretudo quando comparamos as estatisticas com as cidades brasileiras. Vc deve estar atenta a roubos sobretudo quando estiver em pontos muito turisticos. O metrô tb é uma otima altenativa pois é facil, rapido e seguro. Se as filhas forem muito pequenas e não conseguirem caminhar, pode valer a pena alugar carrinhos ou patinetes. Se sua mãe tiver dificuldade de locomoção, então os táxis serão uma boa alternativa.

  31. Geovana disse:

    Pois é gente, em países civilizados também têm disso. Tanto vi essas pessoas na escadaria da igreja, como as pranchet a fazendo estas abordagens. Também vi em Granada na ESpanha as ciganas chatas. Fui abordada por duas delas e foi horrível.

  32. Palova disse:

    Oi pessoal, vou a a Paris em agosto sozinha e agora me bateu um pouco de medo deste golpe. Vou avaliar bem se vai valer a pena eu correr este risco… lembro que quando fui a Barcelona tb pesquisei e varias pessoas falavam das ciganas, dos golpes que existem por lá e eu nao vi nadinha, foi tranquilo. Espero nao ter problemas em Paris… de qualquer forma, vou tentar estar mais próximo de lugares onde há mais gente, subir em funicular… enfim… triste ter que evitar ou ir a um lugar assim com medo…

  33. [...] Segurança: cuidados que você deve ter ao visitar a Sacré Coeur [...]

  34. [...] Segurança: cuidados que você deve ter ao visitar a Sacré Coeur [...]

  35. Vinicius disse:

    Hoje (28/05/13) fui à basílica de Sacre Coeur com minha esposa e nos abordaram tanto na entrada quanto na saída do funicular. Em ambas situações mantive a mão no bolso e fui ríspido com os caras dizendo: – No, no! Fechei a cara e fiz tom de que eu poderia agredí-los se insistissem mais. Infelizmente eu não sabia que isto poderia acontecer, só tomei conhecimento agora, pesquisando sobre o que aconteceu comigo. A dica que dou é de meter a mão no bolso e colar o braço ao corpo, ele vai tentar puxar seu braço, mas seja ríspido que eles arregam e vão encher o saco e roubar o dinheiro de outro.

  36. Luis disse:

    Fui cercado junto com minha esposa. Eles nos seguraram pelos pulsos. Minha esposa se livrou e todos vieram pra cima de mim. Tive que ser violento e comecei a xingá-los e fui pra cima pra socar o desgraçado mais nervosinho. Nisso ele abriu um sorriso e fez de conta que me conhecia. FDP!!! Estragou o dia.
    Faz tempo que isso acontece. Custa colocarem um mini posto policial no local? Não recomendo subir pela frente da escadaria principal. Isso sem contar as ciganas pedindo assinaturas e dinheiro. São todos insistentes e intimidantes. Saco.

  37. Higor disse:

    Infelizmente essa agressão da pulseira está acontecendo ainda. Hoje eu e minha esposa fomos abordados por esses ladrões que se dizem africanos. Grudaram no braço e eu tentando sair dali o sujeito ficou ainda mais agressivo e logo em seguida já nos cercaram mais sujeitos. Fui obrigado a deixar ele colocar aquela fita/pulseira nojenta no meu braço, e em seguida já quis dinheiro. Eu disse que não tinha dinheiro e peguei algumas moedas, mas ele abriu a jaqueta e mostrou sua carteira cheia de euros (provavelmente dinheiro dos assaltos) e falando que queria o meu dinheiro. Eu pensei mil coisas, mas fiquei sem ação por temer que algo aconteceria com a minha esposa que estava ao meu lado. Enfim ele pegou as minhas moedas em tom irônico dizendo que eu poderia subir as escadas. Voltamos embora e procuramos uma delegacia. Com muita insistência registrei um boletim. Tudo bem, sei que não vai dar em nada, mas temos que fazer a nossa parte. Que primeiro dia mais decepcionante em Paris viu.

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