Todos os turistas conhecem o restaurante Nos Ancetres Les Gaulois situado na ilha Saint Louis. Por isto escrevo este artigo.
Antes de dar a minha opinião, fiz uma pequena busca nos sites mais populares de dicas de restaurantes parisienses. Nos dois primeiros sites ( oubuffer.com e linternaute.com ) os clientes descrevem este restaurante como sujo, ruim e desonesto. Desonesto no sentido de ser um lugar que fornece uma falsa imagem de Paris e uma falsa visão da cozinha francesa. Concordo plenamente.
A ilha Saint Louis é um dos pontos mais turísticos da capital e é preciso estar atento na escolha. Testei um restaurante indicado pelo guia Michelin e gostei muito.
Um bistrô com uma boa cozinha considerada du terroir, que serve pratos típicos do interior da França como o confit de canard, o tartare de bouef e mousse au chocolat (sublime). Ele possui uma grande qualidade para nós, brasileiros. Servir refeições das 12.00h às 23.00h. O Les Fous de l’Île serve também café da manhã (8 euros) e brunch aos domingos (23 euros).
Ele não é caro. No almoço, uma fórmula com entrada + prato principal por 17 euros ou somente o prato principal por 15 euros.
Les Fous de l’Île – 33 rue des Deux Ponts 75004 Paris. Metrô Pont Marie.





oi lina! dica anotada… parece ótimo mesmo! bjs, querida!
Obrigada Lina. Mais um para a minha lista.
Estive duas vezes em 2008 nesse restaurante e saí sempre satisfeita com a qualidade dos pratos e o preço correto. Lembro que numa das vezes comi um prato de escargosts au berre vert divino. Depois ele ficou um tempo fechado para reformas e pelo que vejo abriu mais charmoso. Excelente pedida nessa ilha tão simpática.
Ai meu Deus!!! Que a minha lista de restaurantes para ir já está tão grande quanto a de atrações… Quero ver tempo para tudo isso…
Lina, posso dar outra dica ? O L’Albergue de Reine Blanche na Ile de St Louis é sensacional, dá de dez a zero. Você conhece ,não ?
Lina…. vi seu comentário sobro os “Nos ancetres….”, realmente é um restaurante para turista ver… estive lá por indicação de uns amigos que estavam no nosso grupo. Tivemos a sorte de ir na segunda-feira, e ele estava quase que vazio e talvez por esta razão ele não tinha este aspecto desonesto e sujo. Fomos bem atendidos, e me pareceu que ele quer retratar um restaurante medieval…. foi divertido pelo grupo que estavamos, pois teve música ao vivo e cantoria…. garçon que falava português. Era tudo incluido, inclusive o vinho. A comida não era nada de especial, mas como eu pedi pato, o meu estava bom. Não fiz nenhuma menção sobre o restaurante quando te enviei minhas informações, pois este não é o meu estilo e portanto não faço indicação….. Custou 39 euros por pessoa, o que não é barato, principalmente comparado ao restaurante acima indicado por ti…. com outra qualidade…. e outro formato….
Na verdade é um show businessssssss para turista….. para mim valeu a experiência (1 vez só)….. rsssss
Quando vejo teu comentário, sinto que temos afinidade e gostos parecidos o que torna as tuas dicas super confiáveis para o meu gosto e de todos que te acompanham neste blog….
Boa semana
Oi Lina, realmente o Les fous de l’île é fantástico. O atendimento é excelente, os pratos deliciosos, bons vinhos, tudo muito bom. Adoro suas sugestões. Passear pelas lojas ali por perto, nem se fala. Encontrei muitas lembrancinhas interessantes naquela região.
Um abraço
Fátima
Eu estive neste restaurante e também gostei bem.
Nossa, ainda bem que vc avisou, eu sempre que passo em frente ao Nos Ancetres les Gaulois, fico com vontade de entrar. Não sabia que era mais um engana-turista.
Abs
Lina,
estive lá no Les Fous de L’Île para o brunch de domingo e realmente é muito gostoso. Não só pelo menu, mas também pelo ambiente, pelo atendimento simpático e pelas pessoas que frequentam. Vale a visita.
Na mesma rua tem um restaurante vegetariano, coisa difícil de ver por aqui (pelo menos, eu não vi muitos). Me pareceu honesto e o preço acessível: em torno de 13 euros.
Uma curiosidade: a maison Berthillon, dos sorvetes, fica bem perto mas está fechada (incrível, mas está fechada para as férias de verão). Mas, diversos restaurantes da ilha vendem os famosos sorvetes em balcões voltados para a rua.
Conheço.
é que o Albergue eu citei em exclusividade quando dei a entrevista para o jornal Zero Hora.
Acho que o “Nos Ancetres…” faz sucesso porque o vinho é liberado no preço do menu. Pode beber à vontade e aí tem gente que adora, né?
Beijos.
Lina,
Parabéns pelo BLOG! É ESPETACULAR!!!!!!! Eu queria te fazer uma pergunta que várias pesoas devem ter feito: vale a pena ficar hospedado no Montmartre? No caso, eu ficaria no ETAP que não inclui o café da manhã. Tem lagum hotel nesse sistema, tipo etap ou ibis mais bem localizdo? Abraços!
Lina…
Quando destes a tua entrevista para o Jornal Zero Hora? Foi agora?
Engraçado, estive em junho em Paris e jantei quatro vezes na Île Saint Louis. Lugar delicioso e com tantos restaurantes que ficamos perdidos. Dois deles foram excelentes: o Sorza, onde entramos por acaso, depois de termos saido, num domingo, do Le Procope, onde haviamos feito reserva para jantar, mas resolvi levantar-me e ir embora depois de aguardarmos por 15 minutos, num calor insuportável, sem que qualquer garçon se dirigisse à nossa mesa. Achei um desaforo! E olha que já haviamos jantado lá em outra noite, sem reserva, depois de sermos surpreendidos por uma chuva torrencial e fomos super bem atendidos e comemos muito bem! Por isso voltamos. Restaurante tem dessas coisas, já desisti até de indicar.
O outro, adoramos, foi o Mon Vieil Ami.
Eu havia levado indicação de uma amiga para o Nos Ancetres.., só que ao passar na porta e ler o cardápio vi que não tinha nada a ver, o lugar também me pareceu meio estranho. Ainda bem que não fomos!
Um que me atraiu e quase fomos jantar um dia é aquele que fica numa esquina com a rue de Deux Ponts, o L’Ilot Vache, onde a decoração é bastante inusitada -parace que eles também vendem artigos de decoração, pois quando está fechado as mesas ficam exoticamente decoradas e as esculturas de vacas também estão por todo lado.
Você o conhece, Lina? Vale a pena?
Q atrativo esse Les Fous de L’île! Quero conhecer quando tiver a oportunidade de ir para Paris…
Sueli
Este restaurante das vacas em porcelanas é antigo. O conheço desde que cheguei aqui em 1983. Mas nunca entrei.
Patrícia
Já tem umas semanas. Não me lembro a data exata.
André
Este hotel não está em Montmartre e sim em Porte de Montmartre o que não é a mesma coisa. Ele está longe de Montmartre.
Obrigada, Lina, você sempre atenciosa.
Beijos
Adorei a sugestão!
Já havia passado por lá, mas estava cheio.
Lina, precisa fazer reserva nesse restaurante ?
Será que estará aberto em agosto ?
Achei o sítio do restaurante, lá diz que abre todos os dias (tous les jours de 10h à 2h !), será que inclui o verão ?
Vou aproveitar a sugestão de almoçar no Les Fous e fazer a digestão a caminho da Fleux!
Mada
O site não indica se o restaurante fecha no verão.
Acho que não.
Lina,
os seus comentários sobre o fatídico “Restaurante do Asterix” são muito oportunos, mas gostaria de acrescentar que o considero desonesto tb em questões matemáticas. Levei vários grupos de brasileiros a esse local durante uma temporada – fazem já 11 anos – e uma das características das “arapucas turísticas”, sempre que existe um grande movimento e grupos saindo num mesmo momento, é errar a conta – curiosamente nunca para menos. Rusticidade e ares medievais não podem nunca ser justificativas para desleixo, baixa qualidade da comida e do vinho liberado, sujeira ( banheiros cruéis, diametralmente opostos ao récem postado banheiro do Louvre ). Resultado: na temporada seguinte, trocamos por uma típica brasserie.
Impressionante que já se passaram tantos anos e as características, as críticas são as mesmas e o negócio continua a se divulgar através do trade turístico local ( agências e concierges ), sem qualquer nota, restrição ou advertência de um Ofício de Turismo ou Agência Sanitária. Muito provavelmente porque quem o visita o fará somente uma vez na vida e não tem o tempo ou o canal apropriado de fazer divulgar as justas reclamações. Blogs como o seu e os que vc consultou são tvz a melhor maneira de se evitar essas armadilhas.
Acho que muita sorte teve a sua leitora que ficou satisfeita com a experiência e fica uma sugestão final: que tal acrescentá-lo no seu menu ” Coisas a Evitar “
Antonio
Que idéia boa.
Lina, eu também acho a idéia do Antonio fantástica. Muitas vezes somos envolvidos em situações que poderiam ser facilmente evitadas com um simples comentário. Tenho o hábito de entrar em sites que fazem crítica de restaurantes e onde os usuários dão suas opiniões. Como as pessoas são muito diferentes e seus propósitos nem sempre são os mesmos, costumos ler o máximo possível de comentários e através deles faço uma filtragem e vejo se as coisas funcionarão ou não.
O que agrada à maioria, talvez não me agrade e cabe a cada um fazer uma análise crítica de cada situação e de seus interesses e gostos. O que é maravilhoso para mim poderá não estar nos planos de muitos.
Eu mesma, por um certo preconceito que tenho com relação a certo tipo de restaurante, quase deixei de desfrutar de um ótimo restaurante aqui indicado. Citarei o nome para que fique bem claro que nem sempre a primeira impressão é o que conta: Rose Bakery, no Marais. Comida honesta, num ambiente familiar e descontraído, preço justo e acima de tudo ótima qualidade dos produtos.
Agora, atendimento ruim, comida sofrível, ambiente inadequado, tem que ser denunciado sempre.
Lina, aproveitando que estamos falando de restaurantes e tal, você indica algum bar/restaurante interessante para esperimentarmos absinto? Daquela maneira clássica, com a ‘colherzinha’ com açúcar!!
Soube que o original é proibido mas existem as versões modernas e permitidas.
beijos
Patrícia
Agora você me apertou!
Nunca ví ninguém tomando absinto.
Vou averiguar.
haha ok Lina, obrigada!!
Tenho muita curiosidade de experimentar o absinto da maneira clássica. Uns dias atrás vi um programa do Antonie Bordein (acho que se escreve assim) só sobre Paris e ele foi em alguns lugarzinhos interessantes que vendiam absinto, do tipo legal e do tipo ilegal mas ambos servidos dentro do ritual. O francês explicou que o original foi proibido porque continha substâncias psicoativas.
Ele também mostrou um restaurantezinho muito legal, onde servem comida ‘a moda antiga, o nome era de um casal e não lembro o nome do homem mas o da mulher era denise..então se chamava “fulano o nome do homem) e Denise”… você conhece este resturante?
Valeu!!
beijos, Pat
Patricia
Conheço somente o Chez Denise que serve cozinha tradicional francesa.
Obrigada, vou pesquisar e ver se era este que ele mostrou no programa! Se você conseguir novidades sobre o absinto, eu estarei interessada!!
Valeu, beijos.
Pat
Patricia
Há uns três anos fomos à Provence e na cidade de Avignon compramos o absinto e vimos muitas pessoas na praça a degustá-lo. Em Paris nunca vi e nunca tive curiosidade, só compramos porque achamos interessante, mas quer saber? Nunca tomamos. O kit vem completo: a bebida, uma espécie de aparador e as pedrinhas de açúcar.
Na volta, dentro do TGV, uns franceses nos disseram que ele já não era mais a mesma coisa, exatamente por causa da retirada de certas substâncias alucinógenas. Se ainda há o “original” não sei.
Sueli
Obrigada pela dica !! É esse kit mesmo que eu quero, ou pelo menos degusta-lo em um local que faça todo o ritual.
Não espero encontrar o original mas gostaria pelo menos de encontrar a versão moderna, pois ainda é o absinto mesmo assim.
Valeu, beijinhos
Pat
Sobre a île Saint Louis o Ricardo Freire do Viaje na Viagem transcreveu um texto primoroso intitulado “Dans mon île”. Vale a pena conferir!!! Transcrevo a seguir:
Île Saint-Louis, Paris
A ilha mais linda do planeta não tem praia, não tem coqueiro, não tem montanha nem atrativo natural de nenhuma espécie. Até pouco tempo atrás (coisa de uns 200 anos) ela não passava de um pântano e era conhecida como Ilha das Vacas.
Foi então que a nobreza da época resolveu encher a ilha de predinhos, todos bonitos mas nenhum particularmente memorável, que hoje abrigam, ao rés-do-chão (é como os franceses e os lusitanos chamam o andar térreo), lojas interessantes mas nenhuma assim terrivelmente famosa, restaurantes simpáticos mas em sua maioria desconhecidos, e hotéis bacaninhas mas nenhum de primeiríssima categoria.
Como se vê, a ilha mais linda do planeta tem o bom-gosto de ser também a ilha mais discreta do planeta — o que com certeza deve ser o segredo do seu charme. Calma, recatada, introspectiva, a île Saint-Louis passa desapercebida do grosso (em todos os sentidos) dos visitantes. Mas quem anda meia horinha que seja pelas suas oito ruas e quatro quais não tem como discordar: é a ilha mais linda do planeta.
O que faz da île Saint-Louis um lugar especial é que, em primeiro lugar, trata-se de uma ilha cercada de Paris por todos os lados. Com suas ruelinhas, predinhos, restaurantezinhos, lojinhas e hoteizinhos, a île Saint-Louis é assim um bibelozinho de Paris. Só não se pode dizer que é uma miniatura de Paris porque lhe falta algum monumento — um monumentozinho que fosse. Mas não seja por isso: os cafés do quai d’Orléans oferecem belíssimas vistas da catedral de Notre-Dame.
Sem estação própria de metrô nem lugar para estacionamento de ônibus, a île Saint-Louis conseguiu se manter a salvo do turismo predatório. Aliás, a única evidência de que se trata de um lugar turístico é o fato de você ouvir italiano e holandês e alemão e espanhol na rua o tempo todo.
Isso porque as lojas se dão ao respeito de não vender absolutamente nada que tenha “Paris” escrito — apesar de estarmos a apenas uma ponte de distância de Notre-Dame, que é notoriamente um dos maiores centros mundiais de tráfico de souvenirs.
Eles são finos a ponto de manter um açouguezinho, uma merceariazinha e um supermercadinho na rua principal, só para a gente acreditar que a île Saint-Louis é de verdade, e não cenário. Hoje de manhã eu passei por duas senhoras que se cumprimentaram efusivamente dos dois lados da calçada — “bonjour, madame!!!” — como se fossem vizinhas! Só podem ser figurantes. Pensam que vão me enganar, é?
O footing acontece na rue Saint-Louis-en-l’île, que corta a ilha longitudinalmente, feito uma banana para fazer banana split. É aqui que ficam os hotéis, as lojinhas, e o único restaurante metido da ilha, o l’Orangerie.
Ao longo da rua, várias portinhas vendem sorvete de casquinha da casa Berthillon, tido e havido como o melhor de Paris (eu peço sempre “chocolat et chocolat blanc, s’il vous plaît”). A própria Maison Berthillon fica na rua, passando a esquina da rue des Deux-Ponts, mas sua decoração é tão sem-graça que é melhor entrar numa das filas em frente às portinhas e comer na calçada mesmo. Existem vários restaurantezinhos charmosos com mesas à luz de velas que você pode escolher de tarde e reservar para de noite.
E se passear na île Saint-Louis já é bárbaro, se hospedar aqui é o maior presente que um viajante a Paris pode se dar.
A 10 minutos a pé do bairro mais interessante da Rive Droite, o Marais, e a 20 do pedaço mais bacana da Rive Gauche, Saint-Germain-des-Prés, a île Saint-Louis é o centro geográfico perfeito para você se dedicar ao mais parisiense dos passatempos — flâner, verbo que a língua portuguesa teve a elegância de incorporar como “flanar”.
Você só precisa entrar no metrô para peruar em bairros com dois dígitos no arrondissement. Táxi, então, só na hora de voltar para o aeroporto. O que me faz lembrar de o meu táxi vai passar daqui a 4 horas e meia, e eu ainda tenho que dormir.
Quel dommage. Porque só existe uma coisa pior do que deixar Paris: deixar a île Saint-Louis.
Inês
Excelente este texto do Ricardo.
Oi Maria Lina.Seu site é uma benção!
É importante agendar para almoços e jantares nestes restaurantes?
obrigado.
Daniel
Sempre melhor reservar.
Mas o dia que almocei neste restaurante, cheguei sem reservas.
LINA… cada vez mais estou apaixonada pelo seu site, como algumas pessoas já disseram em outro post, virou vício. E ainda mais como estou prestes a desembarcar por aí, fico fuçando tudo aqui, inclusive os comentários sempre tão pertinentes e cheios de dicas tb.
Esta interatividade é demais!!!!
A minha dúvida é a seguinte, estarei chegando em Paris (de Dijon) num domingo início da noite e vou ficar num hotel na região perto de uma estação de metrô chamada Grands Boulevards, andei vendo que quase nada abre no domingo a noite (restaurantes), será que vou ter que ficar no “biscoito” como alguém já disse nos comentários (hehehe) ou acharei algum lugar lá perto para começar bem minha estadia na Cidade Luz?
um gde abraço
Jaqueline
Não se preocupe porque nesta área dos Grands Boulevards vai encontrar muitos cafés e brasseries abertas no domingo. Esta região é animada e cheia de opções.
Obrigada pela informação Lina…enfim, não precisarei recorrer aos biscoitos….hehehe
Um abraço
Estou indo a Paris, e ficarei de 02/10 a 06/10, vou ficar no Hotel Holiday Inn St Germain Des Prés, voce conhece? o local é legal?, ja ouviu falar na “Padaria Poilane”, nao sei se posso chamar de padaria pq tem de tudo, tortas enfim, a conhece vale a pena?, o que ver mais por perto?
Beijos e obrigada.
Sueli,
Eu nunca fui, mas uma amiga minha francesa gosta muito do L’Ilot Vache, inclusive sempre indica para as pessoas… Acho que vale à pena experimentar!
Bjs
Estou em Paris e ontem jantamos nesse restaurante…tudo foi perfeito e a comida excelente…obrigada pela preciosa dica…
Ficarei hospedada no Hotel Chatellet Victoria. Para refeições a noite, devemos ficar no bairro? fica bem próximo da estação de metrô Chatellet. Depois de ler seus comentários, me sentí segura para aceitar suas dicas. Já haviam me elogiado bastante seu site e esta é a segunda pergunta que lhe faço, rsrsrsr…acho que ainda vou perguntar bastante. Obrigada
Janaína
O Hotel está no centro de Paris. Assim poderá jantar em vários pontos da cidade, pois Paris é pequena. Pode jantar neste restaurante que indico na Ilha Saint Louis, fica perto do Hotel. Pode jantar no Café Fumoir, na rue Amiral Coligny, ao lado do Louvre. Pode jantar no Café Marly, ao lado da Pirâmide do Louvre…
Jantamos uma mesa redonda muito agradável de 5 amigos semana passada no Les fous de L’ile. Comida francesa típica sem frescuras e sem sustos com preço honesto e bom atendimento. Meu magret de canard e tarte tatin estavam excelentes! Meus amigos pediram um creme brulé de fois gras de entrada que estava originalmete divino segundo eles… Ótima dica nesta região! Valeu! Recomendo!!
Fui com meu marido para um brunch no domingo.
Falta de atençáo no serviço e ambiente.
Levantamos e fomos embora.
Náo recomendamos.
Oi Lina !!!
Comprei seu primeiro guia e adorei ! Estou recomendando a todos !
Estou pesquisando agora como farei pra chegar as estações de metro onde começam os roteiros e como farei pra voltar.
Estou usando esse site: http://www.ratp.fr/
Achei muito bom !!
Só fiquei com uma dúvida: o roteiro 3 termina na Ilê Saint Louis e meu hotel fica na Rue des Ecoles, Quartier Latin, estação de metro Maubert Mutualité.
Na Ilê Saint Louis, qual estação de metro devo pegar pra voltar ?? Procurei mas não achei nenhuma, há alguma pelo menos mais proxima?
Obrigada mais uma vez !!!
Beijos,
Andreia
Andreia
Volte a pé. Estará pertinho.
Lina,
obrigada.
Pode me tirar mais uma dúvida?
Ficarei cinco dias em Paris (29 a 03/12) , tirando o dia da chegada, pois meu voo chega as 15 hrs em Orly.
Queria fazer os quatro roteiros do seu guia e tirar um dia para ir a Versalhes, porém, me dei conta de que dia 1º os pontos turísticos devem estar fechados. Já até havia perguntado a você sobre as opçoes no dia 1ª, mas quero muito conseguir fazer os 4 dias do seu guia.
Estava pensando em fazer o roteiro 3, no Marais. O Centre Pompidou e o Museu Picasso estarão fechados, mas é o roteiro em que eu deixaria de ver menos coisas, pelo que vi. O que vc acha? Seria muito ruim fazer o roteiro 3 no dia 1º?
Beijos,
Andreia
Andreia
Acho boa opção. Se tiver alguma animação em Paris dia 1 você a encontrará no Marais.