Momento de prazer: croissant, fondant de chocolate e café


O inverno está agradável com temperaturas amenas.

Mas mesmo assim, após longas caminhadas, nada como uma pausa gourmande.


Não escolha um lugar qualquer.  Paris possue endereços maravilhosos que nós distilamos diariamente.

Transforme sua pausa de repouso em momento de prazer intenso graças a todos esses segredos culinários que os franceses dominam tão bem!

Em tarde fria, paramos meia hora no Dalloyau da Bastille (5 boulevard Beaumarchais).

O croissant da Dalloyau é um dos melhores de Paris.



Cadeira dos cafés parisienses


Os americanos a  adoram,  a French bistrot chair, e as cozinhas chics de New York possuem suas cadeiras de bistrô. Na França, alguns particulares a encomendam mas ela é sobretudo atributo dos cafés de Paris.

Ela é um dos símbolos marcantes da capital assim como a torre Eiffel, o Arco do Triunfo e as pontes do Sena.

Foto:Maurice Branger/Roger Violet

Inúmeros foram os fotógrafos que a imortalizaram.

Ela é fabricada desde o século XIX pela Maison Drucker e os históricos cafés parisienses possuem  cadeiras com desenho exclusivo. O modelo “Fouquet’s” do café epônimo não pode ser visto na varanda dos outros cafés. E as cadeiras do Flore, mesmo não possuindo modelo com nome próprio no catálogo da Drucker, são exclusivas do famoso endereço de Saint Germain.

Entre as fotos lembranças de Paris, não se esqueçam de a incluir.

E se quiserem colocá-la na sua cozinha, o endereço é a loja Cédre Rouge – 22 avenue Victoria 75001 Paris.

Paris en Images



A pâtisserie do ano do Café de la Paix


Todos os anos o meu café preferido, o Café de la Paix, lança uma torta design de um grande estilista.

Ano passado a assinatura foi de Alexandre Herchcovitch e este ano de Manish Arora.

A torta foi apresentada dia 28 de junho e fez parte do evento Le BRIC, c’est chic! que reúne diferentes estilistas do BRIC – grupo formado pelo Brasil, Rússia, India, China e Africa do Sul.

Um crème brulée de vanilha associada à uma mousse de manga e  mini cubos de maçã e chocolate branco.

No final da tarde, uma mesa na varanda deste café, um chá e uma pâtisserie ou simplesmente uma coupe de champagne é para ser classificado como programa perfeito.

Café de la Paix: Place de l’Opera Garnier.



Um aperitivo inesquecível


Cheguem no final do dia e escolham as poltronas confortáveis da varanda.

Mesmo no inverno, porque os aquecedores ficam ligados.

Peçam um vinho, um champagne, o que quiserem.

Depois, esperem a pirâmide se iluminar.

Para prolongar o momento mágico,  estiquem até o jantar.

Onde: Café Marly no Musée du Louvre.

Quem: Jacqueline Halal e Franco Pallamolla.

Pequeno detalhe: os sites com comentários, tipo Tripadvisor, possuem uma boa coleção de críticas aos garçons e atendentes do Marly considerados snobs, mal educados e por aí vai. Eu nunca sofri nas mãos dos ditos cujos. O lugar é tão bonito que vale a pena correr o risco.



Museu Jacquemart André: uma exposição e um Café


El Greco.

O Museu Jacquemart André apresenta do dia 12 de março até 1 de agosto a exposição: Du Greco à Dalí.  Cinquenta obras mostrando a criação artística espanhola durante quatro séculos.

Créditos: C. Recoura/Evene

Poucos conhecem o museu e o seu café.  O museu é uma mansão construída no século XIX e preservada com todas as suas obras de arte, suas pinturas murais e seus móveis. Uma maravilha. O Café do museu está instalado na sala de jantar da mansão: móveis Louis VX, tapeçarias antigas nas paredes e uma pintura no teto. Aberto para o almoço e para o chá da tarde. As pâtisseries servdas são fabricadas pelos melhores pâtissiers de Paris.

Museu Jacquemard André – 158 boulevard Haussmann 75008 Paris – metrô Saint Philippe du Roule. Aberto todos os dias das 10.00h às 18.00h. O Café está aberto das 11.45h às 17.30h.

Informações sobre a história do museu aqui.

Entrem no site para verem as fotos do museu e do Café.

www.musee-jacquemard-andre.com



Gadgets e Windows Café


O texto abaixo é de autoria de André Mazeron, analista de sistemas e apaixonado por gadgets. As fotos são do Windows Café de Paris, o primeiro do mundo, inaugurado em outubro de 2009 no Boulevard de Sebastopol. Espaço bacana e bem decorado, móveis com um design funcional. Trata-se de  showroom e cyber café. Pelo menos no dia em que André foi, o acesso a internet estava liberado.

A era da informação mudou nossa forma de trabalhar, estudar e de nos comunicarmos. E as viagens também não poderiam ficar de fora. Não me refiro ao antes (reservas e pesquisas via internet) e nem ao depois (compartilhar as fotos via Flickr ou redes sociais) e sim ao durante: como utilizar a tecnologia para tornar a sua viagem mais agradável e menos tumultuada.

Como apaixonado pela tecnologia, dedico muita atenção aos gadgets que me acompanham nas férias. Compartilho com vocês algumas sugestões sobre ferramentas e aplicativos que tem se mostrado úteis durantes minhas andanças por Paris.

O principal tem sido o IPhone. Muito além do que um celular, esta aparelho é um verdadeiro canivete suíço para o turista. Além de aplicativos que vêm instalados por padrão, existem vários outros úteis (gratuitos e pagos).

O Google Maps (pré instalado) permite localizar-se rapidamente e informa estações de metrô, museus e parques. Ele requer acesso à rede, o que pode encarecer em muito a sua conta de celular na volta. Uma dica para resolver isto: o aplicativo mantém uma cópia dos mapas baixados recentemente, que são mostrados sem a necessidade de acesso à rede de dados.

Outro aplicativo útil é o RATP (US 0.99 ou gratuito na versão light), o guia oficial do metrô e RER de Paris, com mapa das estações.  Se você estiver conectado, ele também indicar a estação mais próxima de onde você está e ainda planeja a sua viagem.

Você prefere se perder? Então conheça o Paris a Pied (gratuito) “pour se perdre agréablement”. Informações sobre parques, igrejas, mercados e outros, com endereço, horários de abertura…

Sem tempo de ver tudo no Louvre? A aplicação do Musée du Louvre (gratuito) traz uma seleção de obras do Museu para você conhecer ou relembrar.

O IPhone ainda se mostra útil para guardar cópias de emails como confirmações de reserva e de seguro-viagem, para manter amigos informados de suas andanças via Twitter (gosto do Echofon, gratuito), Facebook e MSN (Fring, gratuito) e ainda pode economizar sua conta de telefone através do Skype.

Aplicativos similares certamente estão disponíveis para outros smartphones, recomendo pesquisar as alternativas para o seu dispositivo antes de viajar.

Também passei a levar um netbook, o qual além de ajudar a manter o contato com o mundo real, serve para armazenar os vários gigabytes de fotos e vídeos. O netbook também ajuda a preparar o roteiro do próximo dia e, como aconteceu comigo, a buscar, emergencialmente, outra opção de hotel se o original não correspondeu às expectativas.

Trago também pendrive, para backup das fotos caso o netbook não sobreviva às correrias da viagem.

Se o roteiro inclui aluguel de carro é quase obrigatório que ele esteja equipado com GPS. Se os mapas do IPhone são bons para dentro da cidade, o mesmo não se aplica na estrada.

O leitor de e-Books é um outro tipo de gadget que vem ganhando espaço no mercado. A Amazon já vende o seu Kindle no Brasil e você viaja com sua biblioteca.

Não se esqueça de levar um adaptador para as tomadas, já que é comum que gadgets e notebooks venham com tomada no padrão americano. E verifique com a Receita Federal se é necessário declarar os seus dispositivos na ida.

E você, que sugestões de gadgets ou aplicativos você recomenda?



Paris, inverno, chocolate quente e pâtisserie fashion


Um final de tarde, um Café agradável,

uma xícara de chocolate quente para esquentar as mãos geladas,

um jornal,

e uma pâtisserie fashion, assinada pela design de moda Barbara Bui: cobertura de chocolate preto, um biscoito de amêndoas perfumado com limão verde e misturado com uma compota de peras. Um momento acidulé de prazer.

Aproveito para explicar que o Café de la Paix está na quarta ou quinta associação com os estilistas. Todos os anos, um designer do mundo da alta costura é convidado para criar, junto com o chef do Café, uma pâtisserie.

Já tivemos, por exemplo,  este “trevo de quatro folhas” de Frank Sorbier, da grife Ungaro.

Café de la Paix, na place de l’Opera – ele faz parte da minha lista dos melhores cafés de Paris.



O que fazer domingo em Paris?


Como em várias cidades do mundo, domingo em Paris pode ser mortal. Dependendo do bairro todos os restaurantes e todas as lojas fecham, os parisienses vão para a campagne e as ruas ficam desertas.

Nas ilhas do Sena,  ilha de la Cité e Saint Louis, sobretudo na ponte que liga estas duas ilhas, domingo é dia de festa. Coisas engraçadas acontecem, como seções gratuitas de massagem anti-stress promovidas pela “Associação Descontração à la Francesa” e pelos “Agentes Antistress”.

Ou então, tropeçamos com pais e suas crianças assistindo um espetáculo de circo.

As ruas estão cheias e todos os restaurantes, lojas e cafés abertos.

Outras regiões animadas no domingo: o Marais, o Sacre Coeur de Montmartre e a avenida Champs Elysées. Com uma pequena diferença entre estas regiões. As ilhas e o Marais, são regiões onde os parisienses gostam de passear no domingo. Montmartre já é uma região que atrai muitos franceses do interior e turistas estrangeiros. Enquanto que o Champs Elysées é o passeio preferido das pessoas que moram na periferia de Paris.



Café Ruc e wifi livre em Paris


Ele não tem nada de especial, além de  pertencer ao grupo dos irmãos Coste e de ser muito bem localizado. Mas eu gosto deste café situado na esquina da rue Saint Honoré e da praça do Palais Royal, exatamente ao lado do Louvre e bem no centro da região onde circulam todas as fashionistas. Instalada em uma mesa perto das portas de vidro, me entrego ao prazer de uma das minhas atividades preferidas, ver o desfile dos pedestres anônimos: uma ruiva com um elegante trench briga com alguém no telefone durante vários minutos, um tipo beirando os 40 anos passa com um objeto não identificado.

Enquanto isto, bebo meu aperitivo e espero uma amiga. Aliás aproveito para dar uma informação interessante. Quando minha amiga chegou, ela abriu seu laptop e imediatamente conseguiu uma conexão web, sem que o café oferecesse espaço wifi. Os imóveis do centro de Paris são ocupados principalmente por escritórios e consultórios e por isto a rede de ligação wifi é enorme. A maior parte desta rede é aberta e qualquer pessoa pode se conectar.

Quanto ao Café Ruc, a cozinha é boa e a decoração bonita. Um almoço custa em torno de 25 euros.

Café Ruc – 159 rue Saint Honoré 75001 Paris – metro Palais Royal Musée du Louvre.



O café mais famoso de Saint Germain


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Ana Paula Zovico diante do café Les Deux Magots

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foto de Sérgio T. Gonçalves.

O café Les Deux Magots é um mito, faz parte da lista de monumentos imperdíveis de Paris.

Um lugar para se tomar um café acompanhado de um sanduíche ou de uma salada, mas sobretudo um lugar onde as pessoas se instalam para verem e serem vistas. Todos os turistas e todos os parisienses respeitam este ritual. Uma mesa no passeio ou na praça, uma taça de café ou um taça de vinho, em seguida é só deixar o tempo passar.

Café Les Deux Magots – 6 place Saint Germain 75006 Paris.