O infográfico dessa semana – da série comemorativa dos 10 anos do Conexão Paris, feito em parceria com a Air France, é sobre os cafés de Paris.

Os cafés de Paris fazem parte da cultura desta cidade. Se você quiser experimentar, durante suas férias por aqui, o way of life parisiense, anote as dicas abaixo.

Os cafés de Paris. Clique aqui para ver o infográfico ampliado.

O turista que desembarca em Paris percebe imediatamente que os cafés fazem parte da cultura local. Eles são numerosos e ocupam os pontos mais visíveis e estratégicos da cidade. Nos dias mais quentes e ensolarados suas varandas oferecem a visão idílica de uma convivialidade festiva. Como eles ficam abertos o dia todo, o passante curioso acompanha os rituais do cotidiano parisiense. O café da manhã acompanhado pela leitura das notícias do dia; o almoço rápido entre colegas de trabalho; a pausa da tarde entre amigos; o aperitivo after work descontraído e barulhento com os fumantes invandindo o passeio e, terminando o dia, o jantar, momento gastronômico que respeita a tradição francesa da entrada, prato e sobremesa.

O turista atento perceberá também que, dependendo da localização, os cafés de Paris se tornam ponto de encontro de grupos sociais e são frequentados por pessoas que possuem uma certa concordância ou os mesmos interesses.

Os cafés situados no eixo dos desfiles das marcas da alta costura se tornaram o QG (abreviação de quartier general, lugar onde se reunia o comando militar para decidir estratégias em tempo de guerra) dos parisienses e turistas trendy. Um exemplo, o Café Castiglione. Os cafés de Saint Germain, situados perto das grandes editoras, são famosos por reunirem os grandes nomes da literatura francesa, como o café do Hotel Montalembert. Os cafés do Marais, perto da loja de departamentos chamada BHV, congregam a comunidade gay, pensamos no Open Café. Os cafés em torno dos melhores liceus e escolas privadas de Paris são frequentados por uma jovem elite intelectual e financeira, exemplo o Le Bizuth.

E com toda a certeza, o turista entrará nos cafés mais conhecidos, o Café da la Paix, ao lado da Opéra Garnier, e os cafés que fizeram a reputação de Saint Germain, o Flore e o Deux Magots. Ele verá que apesar de “turísticos” estes monumentos de Paris são na realidade internacionais e se tornaram o QG dos apaixonados por esta cidade.

Pequena nota pessoal: enquanto escrevo este post tento um exercício difícil, eleger meu café predileto. Pensei em vários e cada um deles se refere à um período da minha vida parisiense. Durante meu período estudantil, vivia nos cafés em torno da Universidade Jussieux, no Quartier Latin. Mais tarde, no Marais, frequentava todos os cafés da rua Vieille du Temple entre Blanc Manteaux e Roi de Sicile. Agora moro no descolado 9° distrito, situado na confluência de vários bairros e vários modos de vida. Um dia, observo o ambiente internacional do Café de la Paix; outro subo Martyrs até esquina de Trudaine e me instalo no ambiente interessante do meu bairro; nos dias luminosos, pego o caminho do Palais Royal e não escolho um café, e sim uma mesa ensolarada.

Os cafés de Paris marcam a cadência dos meus dias.

Endereços:

Café Castiglione, 235 rue Saint Honoré, 75001.

Hotel Montalembert, 3 rue Montalembert, 75007. Clique aqui para reservar uma mesa.

Open Café, 17 rue des Archives, 75004.

Le Bizuth, 202 boulevard Saint Germain, 75007.

Café de la Paix, 5 place de l’Opera, 75009. Clique aqui para reservar uma mesa.

Café de Flore, 172 boulevard Saint Germain, 75006.

Café Les Deux Magots, 6 place Saint Germain des Près, 75006.


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Os cafés de Paris
Este infográfico foi produzido pelo Conexão Paris em parceria com a Air France. Visite o site da Air France para reservar sua passagem para Paris.