Vocês tem me relatado com frequência casos de roubo de celulares colocados em cima das mesas dos cafés, roubo de carteiras e bolsas no metro, compra de falsos tickets nas estações ferroviárias.
Na realidade a polícia francesa está preocupada com o aumento de roubos com violência em Paris. No banco dos acusados os bandos de jovens romenos que agem sob a direção de chefes cuja identidade permance desconhecida. São menores do sexo feminino que abordam os turistas nas estações do metrô. A tática é sempre a mesma, enquanto a primeira faz a abordagem nas plataformas de embarque, nas escadas ou nas esteiras rolantes, as outras atacam a vítima e roubam o que conseguem. A última novidade é um mini-arrastão nas varandas dos cafés. Elas levam sanduíches, iPhones, bolsas, fritas, o que encontram em cima das mesas.
Se por acaso seu smartphone foi roubado, você deve imediatamente bloqueá-lo para que impedir a revenda. Para isso você deve ter seu número de identificação, o IMEI. Você faz uma declaração de roubo à polícia e em seguida ela será transmitida ao operador que é obrigado, por le,i a bloquear o aparelho. O número IMEI se encontra abaixo da bateria ou na embalagem do smartphone.
Daqui a pouco a Romênia vai entrar para o Comunidade Econômica Européia e me pergunto se a situação não vai se agravar.
Entram também nas estatísticas do aumento da violência na capital francesa, os camelôs africanos ou indianos com suas torres Eiffel penduradas no braço. Antes eles ficavam estacionados exibindo a mercadoria e atentos para escaparem da repressão. Já os vi várias vezes correndo da polícia. Agora estão com uma abordagem agressiva na esperança que o turista compre por medo. Eles estão mais seguros de si e mais organizados. Quando percebem a presença dos policiais, se reúnem rápido em grupos de 20 ou mais pessoas e os enfrentam para impedirem a confiscação da mercadoria.
Por trás disso tudo, os fabricantes e importadores chineses que ganham milhões vendendo a torre símbolo de Paris aos pobres clandestinos do sub-mundo.
A Polícia começou uma campanha pedindo aos turistas para não comprarem os artigos dos camelês. Eles alertam também sobre a venda de tickets falsos. Comprem tickets e passagens somente nos guichês ou nos distribuidores automáticos. E última recomendação, não aceitem ajuda de ninguém.
Fonte: Le Figaro.fr.


A situação não vai piorar pq a Romênia vai entrar para a Comunidade Européia.
A situação só piora por causa do desemprego que infelizmente extiste em todos os países e não somente na Romênia.
E os camelôs são africanos ou indianos pelo mesmo motivo que vc um dia saiu do seu país e foi para a França: em busca de uma melhor qualidade de vida.
São pessoas tentando ganhar seu dinheiro honestamente, só isso !!!
É impressionante essa política anti estrangeiros praticada na França. Em vez de ajudar, reprime – oprime.
UNIÃO
Moro em Paris há dois anos e me parece muito claro que a situação piorou muito nos últimos seis meses. Este grupo de meninas do leste europeu atuando no metro já tentou roubar minha namorada duas vezes no metro. E vejo elas atuando todos os dias, pegando na maior parte das vezes turistas.
Olá querida Lina, acho muito interessante esse seu post, não sabia que eles roubavam até sanduíches…que absurdo!
Agora eu acredito buscar uma melhor qualidade de vida, não justifica agressão, roubo e desrepeito com quem quer que seja, independente de nacionalidade, pois as vítimas são pessoas que trabalharam e muito pra poder curtir a viagem dos sonhos em Paris, a cidade LUZ e certamente não imaginavam ter no seu roteiro fatos tão desagradáveis como estes citados.
Acredito que quando uma pessoa sai do seu país e ruma a outro, buscando o melhor deve seguir na linha da honestidade, que faça um trabalho honesto e que não prejudique terceiros.
Realmente, todos os dias o Champs de Mars e mais um bocado de lugares turísticos estão infestados de indianos, africanos e sei lá mais o que…se chove eles vendem guarda chuvas, a noite vendem rosas, no calor vendem águas e sempre aquelas Tour Eiffel…realmente é uma máfia bem organizada e que ainda deve ter espaço pra comportar ladrões pés de chinelo que roubam sanduíches, fritas e celulares…é lamentável, mas é a vida…quem sabe, quando endurecerem as leis de imigração, as coisas fiquem mais tranquilas.
E no mais, cuidado demais sempre é pouco, em qualquer lugar do mundo!
Grande abraço pra vc e boas energias!
Mto bom o texto e o alerta! Eu já fui uma das vítimas…roubaram meu Iphone que estava em cima da mesa dentro de um pub.
Uma pena que Paris esteja nessa situação.
Todo cuidado é pouco!
Buscar qualidade de vida é inerente ao ser humano mas agir c\violência é outra. coisa. Está “um saco” as ciganinhas o tempo todo atacando a gente c\ a malfadada listinha e, fait attention, voilá ton sac … já era. Infelizm\ senti uma diferença bem grande do ano passado pra cá. Lina continue informando a gente. Mil beijinhos.
Acabo de chegar de Paris e meu filho foi abordado por essas meninas na saídado metrô. Ekas fingem de surda-muda e atacam, por sorte meu putro filho percebeu e espantou as moças. Mas no outro dia elas fizeram um bolo em torno do meu irmão quando ele entrava no metrô e nessa lwvaram a carteira dele. Muito chato! Não são pessias querendo melhorar de vida, são pessoas roubando! Uma pena porque Paris é uma cidade linda e muito acolhedora.
Sim, as meninas do leste europeu são figurinhas carimbadas. O que eu acho mais estranho que ja’ aconteceu comigo é de estar em um metro da linha 12 e o condutor avisar que tinha pickpocket no trem e não parar e manda-las sair.
Mas o meu principal comentario é que penso que muitas vezes os turistas chegam aqui em Paris e dão uma relaxada quanto a seus pertences. Não se protegem como quando andam por exemplo em Sao Paulo. E isso é imperativo fazer: nada de carteira no bolso de tras, telefone exposto etc.
E pra mim o pior lugar sempre é o trajeto linha 2 e as escadarias em torno de Montmartre. No Champ de Mars você nem olha na cara dos camelos e eles dão uma relaxada mas la’ em Montmartre eles me parecem bem mais agressivos.
Me lembrei da primeira vez que estava no trem indo conhecer Londres, toda entusiasmada e uma senhora me disse: “Londres já não é mais a mesma! Muita coisa mudou, ficou ruim.” Eu não entendi bem na época o porque da observação dela. Já sinto isso em relação a Paris, que conheci na mesma época 1.981, há muito tempo. É uma pena! E a Paris que morei por muitos anos, não existe mais. A beleza da cidade, os monumentos e tudo que a ville oferece, continua lá, o que mudou foi o clima, o astral.
eidia
Bom dia ,Lina! Não tive problemas em Paris, foi sorte? Vi muitos camelôs circulando em áreas turísticas ,fomos abordados, mas nada agressivo.O mesmo aconteceu na Itália ,serão os dias atuais com o mundo neste processo explosivo ?É atentado de extrema direita na Noruega ,justo para supostamente protestar contra a imigração, USA neste suspense de calote ,ameaçando uma nova crise mundial …Nós aqui ,do bloco terceiro mundista ,melhoramos.Apesar da roubalheira avassaladora que ronda o País, vamos bem obrigada.E vamos “bem”, levando-se em conta o que eramos 15 anos atrás.O problema na Europa ,foi tentar juntar desiguais com iguais, daí as crises em Portugal ,Grécia ,Espanha.A França tem seus problemas nas entranhas, os colonizados voltando para cobrar aos seus colonizadores.É um problema muito complexo ,e na minha opinião ,só tende a se agravar.Como turistas ,temos que nos manter atentos e seguir as suas dicas, fazer o que?
Fui a Paris o ano passodo e vou novamente em 2012. Fiquei surpreendida com essas notícias pois tive dias extrremamente agradáveis e me senti muito segura.Mesmo sendo abordada por ciganas querendo dar o golpe do anel. Espero que essa situação mude logo, pois pretendo ter a mesma sensação em breve. Viagem tensa não dá.
Olá Lina e demais seguidores,
cheguei de Paris ontem pela manhã e, felizmente, não sofri nenhum problema! Acho que porque eu e meu marido lemos todas as dicas aqui postadas e somos antenados a esses pequenos delitos! Ele é de Salvador e sabe muito bem como funciona o esquema de pulseirinhas e camelôs no Bomfim e Pelourinho…. é a mesma coisa! Tentaram nos vender tickets de metrô, mas nem demos bolas, apenas seguimos em frente. Essas vendas ilegais acontecem no mundo inteiro, aqui no Brasil não é diferente! Vende-se guarda-chuva no sinal, balas, chocolates, etc… sabemos que muitas destas mercadorias também vem do roubo de carga! Em termos de segurança observamos uma Paris com militares armados em cada esquina(antes mesmo do atentado em Oslo) e policiais conferindo os tickets do metrô! ! Amamos nossa viagem! Lina, muito obrigada pelas suas dicas!! bjs
Estou em Paris desde o dia 15 e perdi as contas de quantos vezes já fui abordada por ciganas surdas, africanos com fitinhas para amarrar no braço, vendedores de flores e torres Effeil e até o golpe do anel. Sempre balanço a cabeça indicando não – porque nem mostrar que falo francês quero – e saio pra bem longe.
Não acho aqui perigoso, mas nunca me distraio. Meu marido fica fotografando, mas eu fico sempre de olho no que está ao nosso redor.
Importante é se informar sobre o que há para se evitar.
Acho que o pior “astral” está mesmo em Montmatre. Fui no ano passado e não fiz questão de voltar este ano, como fiz com o restante. O meu truque é não fazer contato visual. Já vi o golpe do anel no ano passado e já tentaram aplicar na minha amiga este ano. As ciganinhas da lista, então… várias. Não paro, não falo, não olho. Tudo correu bem. Inclusive fomos a pé do louvre até nosso apartamento 2 quadras depois da Notre Dame às 11 da noite sem problemas. Mas tb acontecem coisas onde vemos a natureza boa das pessoas. Estávamos no metrô e minha amiga não percebeu que o bilhete da pessoa a frente não tinha destravado a catraca e colocou o dela. Conclusão: a pessoa passou com o dela e ela ficou presa na catraca. Acho que foi na estação Tuilleries, lotada- às 7 da noite. Enquanto eu tentava entender o que tinha acontecido e procurava outro bilhete para ela, uma mocinha passou o seu cartão (navigo, eu acho) para a minha amiga passar, pois tinha visto o que tinha acontecido.
Luana, concordo com voce. Se os poderosos do mundo continuarem a fingir que não vêm e não entendem a nova onda, a situação tende a piorar e muito nos próximos anos. Alguma coisa precisa ser feita para manter as pessoas no seu lugar de origem. A fome não espera. O desamparo das populações pobres é avassalador em grande parte do mundo.
Outro dia vi no jornal da TV5 uma reportagem mostrando um assalto em uma plataforma de uma estação de metro, filmado por um passageiro. O assaltado estava se dirigindo para a saida, e já próximo à escada foi brutalmente agredido pelo assaltante.
O melhor mesmo é não ter ilusões de que ainda existe uma ilha de paz em algum lugar do mundo .
Para quem pretende pisar em Paris pela primeira vez, o post e os comentários são bem desestimulantes…afinal, é a globalização da bandidagem e penso que isso está só começando…arrastões em Paris? a que ponto chegamos….triste.
A realidade é sempre mais inventiva. O mundo está mais complicado; menos previsivel. Dizer que Paris esta mais “feia” por causa disso? Nao. Da para imaginar a Paris pré e pós revoluçao francesa? A Paris invadida pela Alemanha? A Paris no período de guerra? E ela continuava Paris. Concordo com varios que ja escreveram acima. Especialmente com a Maria das Graças quando diz: nao existe uma ilha de paz em nenhum lugar do mundo (quem poderia imaginar o ataque insano a ilha na Noruega? Um lugar aparentemente tranquilo e fora do eixo central Europeu?).
Tomemos os nossos cuidados, como tomamos em qualquer cidade do mundo. Mesmo assim um bueiro pode estourar com mais frequencia no RJ do que em Paris e nós nao estamos livres de que isso aconteça justo quando estamos atravessando a rua.
Achei o texto extremamente de direita! Mas representa o que a França está se tornando … ridículo!
Nínguém lembra que se hoje a França tem um Palacio em Versalhes foi de tanto explorar os negros, agora, tudo que eles têm direito é um lugar ao Sol!
Já fui diversas vezes pra Paris e SEMPRE compro dos meninos negros do submundo como fala o texto… e sempre conversei com eles e vivi experiências digníssimas ao conhecer a história de vida de alguns.
A premissa é válida, infelizmente, para qualquer canto do mundo: onde existir dinheiro haverá aquele que quer pegá-lo.Seja em Paris, seja no Rio.É considerável que o aumento da incidência de roubos em Paris tenha aumentado, da mesma forma que aumentou em Londres, em Berlim, Lisboa, Barcelona,enfim, no mundo de forma geral.A diferença básica é que o tipo de abordagem é diferente, com exceção dos arrastões, do que um assalto de rua comum no Brasil.Em Paris, o alvo principal são os turistas desatentos, alvo de conversas no meio da rua, meninas no metrô, eles não nos abordam, aparentemente, como os brasileiríssimos meninos de rua, menores viciados em crack ou coisas do tipo.É errado dizer que Paris é uma cidade violenta e perigosa, seus índices estão muito longe disso.Paris é uma cidade mundial, com gente de toda parte, com dinheiro que circula, portanto, com pessoas de má índole também.É importante frisar novamente: Paris está bem longe de ser violenta ou perigosa: em poucas cidades do mundo é possível ver a sociedade se apossando de seu território, respirando a cidade, vivenciado sua arte, sua arquitetura, Paris é uma dessas raridades.Em São Paulo, vemos uma cidade refém do medo, no Rio também, não se vivencia o “conjunto cidade” cidade de forma livre, estamos sempre enclausurados, temendo, nervosos, tensos, em Paris, não.Apesar de tudo, há de se estar atento sempre.
Luana, em razao de tudo isso, inclusive do que voce muito bem expos, é que o mundo esta cada dia mais complicado e dificil de entender. Trazendo para a nossa realidade: convivemos com meninos de rua vendendo ou pedindo em semáforos. Paramos? Abrimos a janela? Conversamos com eles? Damos a eles respeito e atençao? Por outro lado, sao todos eles do bem? Estao ali mesmo para pedir ou vender? Difícil, nestes casos, pensar a partir de esteriótipos. E um fato que esse tipo de vida (marginal, clandestina, quase a beira dos direitos e delitos) é mais permissiva a algum tipo de violencia. O que nao signifca que todos que estejam aii sejam bandidos. Nem heróis.
Luana, são tantas e tão belas histórias de vida. Tenho pena deles como tive de mim quando por absoluta falta de opção larguei o meu lugar, a minha história de vida para vir para o sudeste do meu país. E todo o sofrimento e mazelas que passei por ser nordestina pobre não se compara com o que sofre esses miseráveis de hoje.
Hoje quando vejo um bando de gente de deslocando de um país para o outro, sem rumo, as portas se fechando e a brutalidade crescendo eu tenho dó, muita dó.
Bom post, para alertar os turistas.
Esses marginais estão agindo em Paris há tempos…
Em junho do ano passado estive em Paris e o único inconveniente foi o famoso golpe do anel em plena Pont Alexandre III. Como não dei assunto e continuei andando, o pickpocket tentou levar minha carteira, mas sorte que meu amigo pecebeu e gritou “Je vais appeler la police” e o carinha, que agia sozinho, foi embora. Fora isso, foi tudo tranquilo. Espero que em setembro também seja assim, pois voltarei.
Estive em Paris em maio do ano passado e voltei em maio deste ano. Percebi diferenças na cidade, e cheguei a pensar que o encantamento da primeira vez fosse o responsável. Mas, com o passar dos dias, vimos (e ouvimos falar) que realmente havia uma mudança. Policiais correndo atrás dos africanos das torrinhas vimos aos montes. Grupos de surda-muda com lista pedindo assinatura em todo canto. O golpe do anel, que já conhecíamos do ano anterior, presenciamos várias tentativas. O turista é alvo em qualquer cidade do mundo. Principalmente, por estar relaxado. Então, temos que estar sempre atentos. Aproveitar tudo de bom que a cidade tem para nos oferecer, mas lembrando que não estamos em uma redoma. Infelizmente.
muito obrigada pelo comentário!!! estou indo para paris agora na segunda quinzena de agosto e é bom saber…. porque já fui inúmeras vezes em paris e nunca tive qualquer problema. sempre foi uma perfeição. abraços. helena
Ja vi acontecer tb de pessoas falando ou teclando no celular, e os caras ficarem so de olho. QUando o metro, parado, sai, na hora que da o alarme que vai sair eles pegam o celular e saem. Assim a porta fecha e a pessoa nao tem tempo nem de correr.
Nunca fui abordada pelas garotinhas, mas ja as vi em numero grande…
Muito complicado essa questão de que a França tem uma politica contra estrangeiros. Nesse caso não vejo essas pessoas aqui tentando melhorar de vida, e sim roubando e sendo agrecivas. Isso é agir de ma fé, ninguem é obrigado e ter que conviver com isso… Uma coisa é vc iligrar pra tentar trabalho, tentar um estudo, etc. Outra e vir pra ca e roubar quem rala pra conseguir sua grana honestamente.
E não vejo a campanha contra imigrantes estrangeiros A ou B, e sim contra a venda ilegal e/ou descontrolada de artigos.
Retornei de Paris recentemente, onde fiquei 5 dias, e não me recordo de nada que tenha chamado a atenção no que diz respeito às meninas romenas. Quanto ao pessoal que fica vendendo tour eiffel, vi aos montes, até porque ficamos hospedados no Mercure Suffren, ao lado da Torre Eiffel e um dos pontos em que marcam presença. Mas também não sofremos nenhum assédio direto. O que me impressionou foi a presença diária do pessoal de controle nos metrôs, verficando os tickets. Principalmente na estação Bir-Haken. E acredito que a situação descrita tem acontecido realmente em vários lugares, pois em Lisboa, na região do Oceanário, havia vários policiais distribuindo panfletos e orientando as pessoas a terem cuidado com suas máquinas fotográficas, celulares, etc.
Lina
Muito útil sua colocação, qdo a gente viaja, a gente relaxa mesmo e ser humano bom ou ruim, existe em qualquer lugar do mundo…
Isso me faz lembrar nossa viagem à Suiça, qdo chegamos em Lausanne, o lado frances, ficamos assustados com o tanto de pedintes na estação, e pessoas mal encaradas na ruas..não vimos em outro lugar da Suiça…
Luana não achei legal a comparação que vc fez, td bem que vc discordou do texto, natural, mas o tom de agressividade nao foi legal…
Acabei de chegar de Paris e bateram minha carteira. conheci vários turistas que passaram por isso, por mais que avisem a gente no hotel e no metrô, o pessoal é profissional mesmo! Maior competência. então quando andarem de metrô dez olhos abertos e se levarem um empurrão.. já era… o truque é deixar no lugar mais acessível da bolsa mapas, etc.. e não a carteira. e de preferência nunca deixar os cartões de crédito na carteira.. quanto aos homens, carteira no bolso da calça nem pensar. A gente acha que tá tomando o maior cuidado, mas mesmo assim passa por isso. No meu caso foi só o dinheiro do dia, mas tem gente que perde tudo. e no meu caso foi sim, uma garota com perfil do leste Europeu.
Farinha pouca, meu pirão primeiro!!! Em épocas de crise e desemprego, as mazelas de qualquer sociedade ficam mais evidentes, e a tolerância com os imigrantes diminui bastante. Se na Europa a coisa não está boa, imagine na África!!!
Mesmo assim, como trabalho no Centro do Rio, e vivo me desviando de bueiros explosivos, motoristas enlouquecidos, triciclos desgovernados, motociclistas abusados, camelôs, pivetes, cracolândias, pedintes e quejandos., vou a Paris a qualquer hora, sem problema nenhum.
É só prestar atenção e não dar mole, sacou, merrrmão!?!? Tá ligado?!?!
Foram 10 dias em Paris, em junho/julho, pela 1ª vez. No metro vi pessoas pulando a catraca, mas não vi 1 cena de violência ou abordagem, usei muito o metro, à todas as horas do dia ou noite, andei muito, conversei com os camelôs no Trocadero, subi e desci Montmatre a pé, fui a feira das pulgas na periferia, a feira de bairro aos domingos. Nada! Não sei se é a Pós Graduação de Auto Defesa que temos ao morar em São Paulo, mas me senti segura. Achei Paris uma cidade democrática, latinos, franceses, negros, mulçumanos, indianos, em suas atividades diárias, metro, onibus, supermercado, convivio lindo!!!Sorte de principiante?????
Senti na Itália um discriminação mais ostensiva.
O único lugar da Europa onde não há camelôs assim é Viena. É a típica europa que nós, sulamericanos, idealizamos. Paris e tantas outras cidades da França está cheia de imigrantes vindos dos mais diversos lugares do mundo. Nomeio deles há gente boa, querendo trabalhar, tenttando sobreviver. Por outro lado, há também gente que só quer ganhar fácil e vive de golpes e pequenos furtos. Independentemente do fato de ser turista ou não, ninguém gosta de ser assaltado. Imgina vc num bar e zapt, cadê a sua pobre batatinha frita? Parece cômico, mas é trágico. O mundo todo está assim. Certa vez na estação do Louvre vi um batedor de carteiras agindo tranquilamente, pior que fiquei sem saber o que fazer. Ele abriu a bolsa e retirou a carteira da moça. Estava com um boné dom as NY (New York) e segurava um mapa de Paris, como se fosse um turista. apesar de tudo, Paris ainda é mais segura que o Rio. Por sorte, com esse meu corpão ninguém tira onda comigo. E quando chegam perto eu finjo que nãoe scuto e continuo andando. O alvo sempre são as mulheres e idosos em geral. Eu já comprei chaveirinhos de camelôs, fiquei com pena de um menino de uns 13 anos. Sei que por trás dele deveria ter um adulto, mas sei lá, acho que só quis ajudar. Todos os governos deveriam ter programas de trabalho para jovens aprendizes. Seria interessante se supermercados, lojas, correios, etc recrutasse essa mãod e obra para pequenos serviços. Enfim, não temos a fórmula mágica para resover o caos do mundo. Bem que eu gostaria, pelo menos uma vez, ser o gênio da lampada.
nossa Jorge, bem lembrado…realmente na Austria não vimos e ficamos impressionados em Salzburg,mais ainda…
Passei a semana de pascoa com uma amiga , foi super agradável e não vi atmosfera de roubo citada acima , muito menos fui hostilizada pelos “camelês” , nem ninguém que tenha reparado .Muito pelo contrário , um dos camelôs me ajudou a chegar ao aeroporto , pois faltava pouco para o metro fechar , graças Deus e a ele consegui pegar um ônibus e chegar ao aeroporto . Agora em agosto vou voltar e prentendo comprar mais lembracinhas .
Monica
Viena é uma cidade fria e, como digo sempre, sem o “je ne se pas quoi” de Paris. Porém, é irritantemente organizada, limpa, segura. E isso se reflete por toda a Áustria. Eu andava em viena e tinha a sensação de que haviam acabado de limpara a rua. Até nos subúrbios mais distantes a limpeza era demais e a organização total.
- Com pouquíssimas exceções, quase todas as cidades do mundo estão violentas , mais isso não vai impedir que venhamos conhecer e curtir Paris. Nós brasileiros sempre achamos que a violência somente existe em nossas cidades e nos descuidamos quando viajamos para o exterior. É só ficar ligado e procurar evitar a proximidade desses ciganinhos romenos e ladrões de outras nacionalidades.
-Não custa lembrar, que o fato de seus antepassados terem sofrido perseguições políticas e raciais, não conferem a eles nenhum direito de assaltar os turistas e o pior: ter gente que ainda acha isso justo.
Lina, bom dia, e a todos tambem.
Nao se preocupe porque seu post NAO E de direita, e mais um servico valioso que voce nos presta, desinteressadamente, sem nada pedir em retorno, pois todos sabemos que o mundo inteiro esta empobrecido, em crise financeira e moral. Ja fui roubada varias vezes aqui no Rio, no Pelourinho, em Madri, e, por ultimo, no RER de Paris a caminho da EuroDisney agora em janeiro. Os seres humanos sem principios morais e sociais nao tem nacionalidade definida, assim como o desespero pela sobrevivencia nao tem. Quem viaja, sobretudo para megalopoles, precisa estar preparado para essas eventualidades que infelizmente estao cada vez mais presentes, ou entao ficar ao abrigo do lar, sem adquirir outras experiencias e culturas. C’est la vie…
Infelizmente os índices de violência aumentam em todas as cidades do mundo. Não podemos culpar somente imigrantes e estrangeiros por este fato.
Devemos sim, procurar melhores oportunidades de vida em qualquer canto do mundo, mas de forma honesta: nada justifica o roubo de pessoas .
Também sou contra os camelôs, e abomino os que agem de forma agressiva.
E viva o livre pensamento : nada de rotular as pessoas como ” de esquerda” ou ” de direita “.
Lina, o que eu gostaria de dizer aqui, a NILZA FREIRE já disse. Parabéns pelas informações.
Estou às vespesas de minha viagem à Paris e a muito acompanho o blog…
Achei a informação, em si, valida…
Agora o restante do posto vai me fazer carregar uma angústia por um bom tempo…
É muito triste AINDA ler opniões como essa…
Em tempos de globalização continuamos com idéias ultrapassadas…
Mto triste…
Lina e a tds,
Gostei do post!
Semana passada conversava com uma amiga q morou na Espanha durante anos. Ela me relatou como os africanos são levados pra lá em condições precaríííssimas nos barcos, alguns morrem no trajeto e os que conseguem chegar vão trabalhar como camelôs e ter uma vida miserável. O interessante q são os próprios africanos q estão por detrás disso.
Passamos então a fazer os msmos questionamntos aqui bem colocados.
Não temos a solução para isso.Porém chegamos a um etendimnto q discriminar e deixar as margens não é o melhor caminho!
Abs.
Direita? Esquerda? O que que é isso? Ainda mais por aqui?
A última vez que fui roubado, foi quando tinha 18 anos (acho que já faz um bom tempo! rs)
E cá pra nós, quantas romenas seriam necessárias pra que todos os turistas em Paris conseguissemn percebê-las? A população feminina da Romênia?
O que todo mundo precisa e na medida do possível quando se está de férias, é prestar atençãoe m tudo!
Quantos deixarâo de ir pra Paris por causa destas informações?
O que a Lina fez foi (mais uma vez) prestar um serviço e lembrar a todos que também em Paris, as coisas não são somente millefeuilles e macarons.
Por falar nisso, quando será o encontro conectado na Cidade LUZ?
Eu estudo Civilização Francesa há 15 anos, e sou contra essa repressão Made in Sarkozy pq me coloco no lugar dos meninos que estão lá tentando vender essas torres eiffel. Não justifico a violência, embora saibamos que reproduzimos aquilo que vemos …
Agora, sugiro que vcs imaginem, pessoas invadindo sua casa, levando seus pais para serem escrevos, roubando todo dinheiro que vcs têm! Agora, imagine que vc vai depois a casa da pessoa q te roubou e tenta trabalhar lá, só pra ter o que comer. É isso que esses africanos fazem, a França também é deles, foi contruida com o dinheiro deles, com o suor deles … acho injusto a políca que está sendo praticada nos ultimos anos … a França que sempre disse defender a liberdade, a igualdade e a fraternidade. Muy fraternos.
Luana : hospedei em minha casa parentes europeus,e constatei que embora de regiões diferentes da Europa ,todos tinham uma preocupação em comum:o sentimento de que, cresce a sensação ,de que está surgindo uma nova ordem mundial, a custa de que não se sabe ,mas que estão preocupados,lá isto estão. Em comum também , a posição contrária a extrema direita ,mas a certeza de que ela se amplia.No que vai dar? Vai saber…
concordo plenamente com o EduLuz.Que história é é essa de texto de direita ou de esquerda por aqui?! Nasci e moro no Rio desde sempre e nunca fui assaltada.Meu filho já foi,levaram ipod,celular..enfim tudo o que ele, como todo adolescente, estava andando pendurado. Nem por isso penso em me mudar daqui ou tenho a ilusão de que a minha cidade é mais violenta ou pior do que qualquer grande cidade do mundo.Vivo as dores e as delícias de ter optado pela vida urbana.
Acredito que qualquer um que se interesse um pouquinho pelo o que está acontecendo no mundo, independende de estudar a História das Civilizações ou não, sabe que as questões são muito maiores do que ser a favor ou contar a imigração.Africanos, Romenos, Árabes…sim foi tudo construído com o suor, com o dinheiro deles, assim como com o meu, o nosso, independente de nossas etnias ou crenças.Fato este que não justifica de maneira nenhuma qualqure atitude violenta por parte de quem quer que seja.
Fui a Paris em janeiro e já comprei as passagens para retornar em 2012,E ,se a minha viagem foi maravilhosa, agardeço a todos as dicas e informações da Lina e os serviços prestados aqui pelo pessoal do CP.
O ideal ‘e uma politica em que o equilibrio entre possibilidades sociais, democracia, oportunidades amplas, respeito ‘a ordem e ‘as leis
Andem juntas.
No Rio o governo desastroso de Leonel Brizola, talvez por uma divida historica de injustiças sociais, adotou como politica de estado o nao enfrentamento e o lema de ‘ vamos deixar os meninos em paz’ como se apenas açoes pifias de inserçao social fossem suficientes.
Nao eram e nao seram nunca. Quer de direita ou esquerda.
Os meninos cresceram, o seja marginal seja heroi se perdeu na barbarie do horror do trafico e hoje a minha cidade ainda tenta se levantar.
Triste alguém confundir pessoas que vão a Paris para trabalhar, por motivos variados, com esses imigrantes que somente trocam o lugar da miséria, antes Romenia agora Paris. Nem um pais tem obrigação de lidar com a miséria de paises vizinhos. Quem não pensa assim deveria acolher moradores de rua em suas casas. É fácil criticar politicas anti-imigração. Comece “vc mesmo” receba em sua casa moradores de rua.
Eymard
Realmente você é um advogado. Poderia ser também diplomata.
Eu fico impressionado com certas coisas que leio.
Defender criminosos, vou repetir CRIMINOSOS com justificativas sociais, pior, de 200, 300 anos.
Para quem faz esta defesa a gente tem que dizer, tá com pena leva para casa.
Que culpa tenho eu da situação dele, eu nunca tive escravo, nunca me utilizei de ninguém ilegalmente ou de forma imoral então não tenho a menor obrigação de pagar o pato pelo que outros fizeram.
Quando estive em Paris eu comprei torrinhas dos africanos mas foi tudo numa boa, ofereceu, negociou, comprei, sem ameaças, ainda que veladas.
Isso é uma coisa, deveria ser reprimido pois tem um mercado negro por trás mas é um problema menor.
Agora defender quem extorque, ameaça, furta, rouba, é o fim da picada.
Quero ver manter o discurso quando for a vítima, aí ou é doente mental ou candidato a santo mas estou mais para a primeira opção.
Crime é crime e ponto, eu já fiquei sem dinheiro, já quis coisas e não pude comprar, não tenho nem de longe tudo que quero e gostaria e nem por isso vou atacar uma pessoa que não tem nada a ver com isso e tomar o que é dela.
Não existe justificativa para tais atos, ainda se estivéssemos falando de um pai de família que, num momento de desespero, num momento único, furta para comer ou para alimentar um filho daria para entender mas estes “coitadinhos” mencionados no texto fazem isso habitualmente e profissionalmente.
Estas pessoas acordam e saem para trabalhar mas o trabalho é furtar/roubar/extorquir o maior número de vítimas possível.
Se não forem impedidas vão fazer isso pelo resto da vida, então onde está a justificativa sociológica para tal conduta.
Acho certíssimo o governo que luta contra isso e acho que o governo de um país existe para cuidar e proteger os seus e não os outros, o governo da França tem que pensar nos cidadãos franceses e não nos estrangeiros.
O mesmo vale para o nosso que deveria cuidar dos brasileiros mas adota esta política de vistas grossas para a imigração ilegal e fica preocupada com os pobres dos países vizinhos como se isso fosse problema nosso.
Querer ajudar o próximo é uma máxima que deveria ser seguida por todos mas a realidade se impõe, devemos ajudar no que for possível mas não se pode exigir o impossível.
Desculpem se me alonguei mas certos discursos me deixam perplexo e inconformado.
Luana
Perca a ilusão,quem rouba na França,rouba na África,e só não rouba no Rio de Janeiro se não tiver oportunidade de estar…no Rio de Janeiro. Ladrão,vagabundo e criminoso pertence ao mundo inteiro e vive em todas as esferas tempos da sociedade mundial.
Compreendo a sua teoria,toda amarradinha,certinha,bonitinha e alienante.Pense,Luana,nos milhões de pessoas que se deslocam pelo mundo e se dispõem a trabalhar e a estudar,de verdade.Ralam muito para manter a dignidade intacta.Aceitam trabalhos humildes,mas possuem garra de vencer e melhorar de vida honestamente,e não se colocam em mãos indevidas e nem fazem atos indevidos.Não as insulte,equiparando bandoleiros com gente honesta.
Lina, mais uma vez,muito obrigada por suas boas e oportunas informações.
Que não são de direita ou de esquerda,mas simplesmente direitas,porque certas,corretas.
Todos nós somos todos os dias, enganados, roubados, e escravizados pela Elite Global, a mesma que usou escravos africanos para trabalhar na lavouras de café no Brasil, de cana de açucar no Caribe, que dominou países como India, Paquistão, Bangladesh e todos os países da nossa América Latina e de outros lugares do mundo. Então, tanto faz se vc é um turista classe qualquer coisa na França ou se você é um imigrante do Djibuti vendendo pulseirinha em Montmartre, ou bolsa Louis Vuiton falsificada nas vielas de Veneza, somos todos iguais uns com mais outros com menos, mas tudo farinha do mesmo saco. Paris, Londres, St Petersburg ou qualquer linda metrópole do mundo construída à custa de trabalho escravo e lucros desonestos , por mim podem se infestar de imigrantes, mas, o que não é admissível, uma vez que somos iguais (somos gado), é que uns por terem menos, se achem no direito de roubar, intimidar , matar. Se tem arrastão em Paris praticado por romenos esse arrastão deve ser tão reprimido quanto o praticado nas praias da zona sul do Rio ou nos botecos da Vila Madalena em SP. Se imigrantes roubam, enganam, intimidam, matam, eles são exatamente o que são os banqueiros, os donos da midia, os lideres politicos do mundo e como tal merecem ser reprimidos sim. Se as coisas estão piorando no mundo é por que tem mais gente optando por fazer o mal.