Chama do Arco do Triunfo. Marie France Durieux no Flickr

Chama do Arco do Triunfo. Marie France Durieux no Flickr

Quem conhece o Arco do Triunfo sabe que lá se encontra um monumento homenagem aos soldados que morreram pela França. Mas poucos conhecem a história desta chama mantida acesa desde 1923. Ela nunca se apagou, mesmo durante momentos históricos difíceis.

No dia 28 de janeiro de 1921, oito soldados não identificados foram enterrados sob o Arco do Triunfo, diante da avenida Champs Élysées.

Para que os “mortos pela França” não fossem esquecidos, foi criada a Chama da Lembrança encarregada de iluminar, dia e noite, a tomba dos soldados.

Monumento aos Mortos, Arco do Triunfo

Monumento aos Mortos, Arco do Triunfo

No dia 11 de novembro de 1923 a chama foi acesa pela primeira vez pelo ministro da Guerra da época.

Mesmo durante a ocupação alemã, quando Paris estava sob o comando dos nazistas, a chama continuou a homenagear seus mortos pela pátria. Isto graças à uma associação chamada La Flamme sous l’Arc de Triomphe, Flamme de la Nation – A chama sob o Arco do Triunfo, Chama da Nação – cuja finalidade é acender, todos os dias as 18:30, a chama do túmulo.

Monumento aos Mortos, Arco do Triunfo

Monumento aos Mortos, Arco do Triunfo

Esta associação, que reúne antigos soldados e familiares, tem por finalidade manter viva a memória de todos os combatentes mortos em defesa da França.

A chama pode viajar pela França, de um monumento à outro, ou mesmo atravessar as fronteiras durante cerimônias importantes.

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