Córsega


Os nativos a chamam Corsica, os continentais Corse. Os nativos antes de serem franceses são corsos e consideram os franceses como os continentais. A ilha possue uma idendidade forte, com uma cultura diferente da francesa. Ela é mais próxima da Sicília italiana do que do cartesianismo francês. Desde tempos imemoriais ela foi invadida, o inimigo chegando pelo mar. Por isto as cidades estão no alto das montanhas e um movimento nacionalista é presente até hoje. As vezes os franceses são considerados como invasores, como foram os romanos, os gregos. E foi este nacionalismo que preservou e preserva a Córsega.

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Eu moro perto de Propriano, uma pequena cidade na Córsega do Sul e escala dos grandes navios que circulam pelo Mediterrâneo. Recentemente o Queen Elizabeth II ancorou na frente da cidade e me lembrei o filme de Fellini, E la nave va.

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Os mortos são respeitados e queridos e os túmulos possuem uma vista maravilhosa. Do alto da sua colina os mortos de Propriano vigiam a cidade, o porto de comércio e a marina.

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Propriano é a versão francesa, os corsos a chamam Prupriá.

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Com sua orla marítima ocupada por cafés, restaurantes,

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e lojas com os produtos locais, deliciosos embutidos, queijo de cabra, azeite e um vinho rosé que começa a ser respeitado, mesmo pelos franceses.

Propriano é o lugar ideal como ponto de partida para conhecer a Córsega do Sul. De Propriano você pode visitar, numa ida e volta, as cidades de Bonifácio e Porto Vecchio situadas no extremo sul da ilha e em seguida e cidade de Sartene e as montanhas de Bavella.

Nos próximos artigos descrevo estes quatro principais lugares a serem visitados na Córsega do Sul.