Frequentemente os leitores do Conexão Paris – e mesmo os amigos franceses – nos perguntam o que nos levou a morar em Paris. Foi uma escolha? Foi o acaso? Foi planejado ou de sopetão? Amor, estudos, trabalho, paixão?

Nós do Conexão Paris e alguns profissionais brasileiros do turismo cujos serviços indicamos contamos um pouco de nossas histórias.

Lina Hauteville, criadora e editora-chefe do Conexão Paris.

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“A mudança radical da minha vida foi o resultado de um grande desejo de viver outros hábitos, outras formas de relacionamento social, outra língua e outro cotidiano. Durante algum tempo este desejo foi uma contigência. A possibilidade existia, mas não sabia quais caminhos pegar.

No final de um mestrado em ciência política, conheci, no Brasil, um acadêmico francês que trabalhava com pesquisas sobre a organização do trabalho industrial e este era o tema central da minha tese. Ele lecionava em uma universidade parisiense e me aceitou como doutoranda.

Viver em Paris foi escolha e casualidade. Como tudo na vida. Se tivesse, no meio acadêmico brasileiro, encontrado um supervisor de tese de doutorado do Massachusetts Institute of Technology, onde eu poderia também desenvolver meu trabalho, estaria vivendo em Boston. E provavelmente sonhando com Paris.

Em 1983, mudamos. Eu e Mariana. Nosso primeiro endereço parisiense foi um studio em Montparnasse. O segundo, um sala e quarto perto do Luxembourg. O terceiro, um apartamento maior no meio da boemia de Pigalle.

A quarta mudança foi para um loft no Marais e não éramos mais duas e sim três pessoas. Um casamento foi a variável final. Escolha e casualidade.”

Mariana Berutto, editora do Conexão Paris.

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“Primeiro, eu não escolhi morar em Paris. Vim para Paris ainda criança, acompanhando minha mãe. Cresci e passei parte da minha adolescência aqui. Aos 14 anos, resolvi voltar para o Brasil – ser adolescente no Brasil me parecia bem mais divertido!

Cresci mais e, aos 23 anos, decidi voltar para Paris. Mas era um pouco como voltar pra casa. Não havia para mim nenhuma grande mudança, nenhuma grande emoção. Daí, como eu queria uma descoberta minha, deixei Paris mais uma vez. Fui pra Londres e me esbaldei. 

Apesar de conhecer Paris na palma da mão, só vim descobrir a Paris encantada bem mais tarde. Afinal, quando a gente envelhece, voltar pra casa da mãe volta a ter seus encantos. Foi então quando eu pude olhar para a cidade com um olhar novo e me deixar seduzir.

Hoje moro na Suiça. Vou a Paris todos os meses, pelo trabalho, pela família e pelo amor pela cidade. Sou íntima da cidade, mas cada visita é uma nova descoberta.”

Rodrigo Lavalle, sub-editor do Conexão Paris.

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“Em 2010, depois de 15 anos trabalhando como arquiteto no Brasil, minha insatisfação atingiu o nível máximo e virou necessidade de mudar de profissão, de país, de vida. Como eu já tinha visitado Paris 2 vezes – e adorado – e uma grande amiga morava aqui, esse pareceu o destino óbvio.

Aproveitei a cidadania italiana e um pouco de dinheiro guardado nesses 15 anos e me mudei pra cá, sem nada muito definido ou planejado. Como diz um amigo, me joguei em uma piscina sem nem mesmo saber se havia água dentro. O que, na real, nada tem a ver com a minha personalidade.

Depois de um ano morando aqui, o acaso e as conexões belorizontinas me aproximaram do Conexão Paris e voilà!”


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Fernanda Hinke, empresária brasileira responsável pelos passeios de bike do Meia Noite em Paris e sócia do Conexão Paris Viagens.

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“Em 2008 estive em Paris pela primeira vez. Naturalmente que me apaixonei. Foram 15 dias vivendo como uma parisiense. Fiquei hospedada em um apartamento na Rue de Seine, os proprietários um casal de idosos estavam morando em uma casa de repouso. O prédio era  sofisticado, dizia-se até que a filha do Jacques Chirac vivia na cobertura… Porém o apartamento que eu estava ainda não tinha passado pela leva de reformas dos anos 50 e não tinha chuveiro. Meus banhos durante 15 dias foram na pia da cozinha…

Adoro contar essa historia, mas essa experiência engraçada somada a todos as outras maravilhas parisienses que descobri nesta primeira viagem me fizeram cantar inúmeras vezes e música a Paris da banda Friendly Fires, que diz “Um dia eu vou viver em Paris, eu prometo”…

Viver em Paris era um sonho, que finalmente se tornou realidade em dezembro de 2011, quando me mudei pra cá depois de um ano sabático no Canadá. Vendi meu apartamento no Brasil para poder começar uma vida aqui e vim com o objetivo de estudar francês e fazer uma pesquisa autodidata sobre a arte urbana. Meu primeiro endereço foi em um petit appartement na rue des Rosiers no centro da cidade e no coração do bairro Le Marais, o que me permitiu desbravar a cidade facilmente de bicicleta.”

Zildinha Figueiredo, guia conferencista brasileira que oferece passeios a pé por Paris e visitas guiadas a museus.

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Zildinha_200x133“A primeira vez que vim a Paris foi para passar férias e me apaixonei pela cidade e pelo pai da minha filha. Vim sozinha para a Europa de férias, fiquei hospedada na Bélgica em casa de amigos. Queria ver culturas diferentes, mudar de cenário. Vim passar uns dias em Paris com minha amiga Andreia que foi quem me apresentou o Joaquim. Voltei para o Brasil e ele veio logo me visitar.

Resolvi escutar meu coração e vir para Paris rapidamente. Pedi primeiro licença prêmio no meu trabalho (Economista no Tribunal de contas) e o Quim me matriculou no curso de línguas e civilização francesa na Sorbonne para eu adquirir meu visto de estudante. Deixei em Aracaju também minha empresa de sanduíches naturais que já tinha há 9 anos e era um sucesso. Como vocês veem deixei uma vida de cinderela para viver uma vida de “gata borralheira” (sem mordomias). E continuei minha história aqui. Hoje sou guia conferencista, abracei essa cidade, aprendi sua história e vibro com esse museu a céu aberto.”

Luiz Antonio e Priscilla, da França Entre Amigos, empresa que oferece passeios de carro por Paris e regiões francesas e traslados.

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“Chegamos em Paris em 2007. A trip deveria durar 2 anos. O intuito era fazer um intensivo de francês em Paris de 1 ano para, em seguida, ir para Londres, fazer um intensivo de inglês de mais 1 ano e voltar para São Paulo poliglotas com uma porção de boas oportunidades de trabalho. 

Tinha tudo para ser um plano perfeito, exceto que o casal resolveu ficar em Paris de vez. Juntos abriram a França Entre Amigos, tiveram 2 filhos e até estudaram inglês, mas nao trocaram Paris por nenhuma outra cidade.”


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