Le Pantruche: melhor bistrô de Paris 2011


O chef,  Franck Baranger, frequentou grandes nomes da cozinha francesa e restaurantes estrelados. Agora acabou de abrir seu restaurante que imediatamente foi eleito um dos melhores bistrôs de Paris 2011.

O bairro é simpático e está se tornando endereço hype da cidade. Aliás, visite-o rápido antes que perca sua personalidade. Situado ao lado da rue des Martyrs onde compro minha baguette,  entre Pigale e o boulevard Haussmann, entre a zona boêmia  e o centro de consumo de Paris.

Jantei lá um dia desses e gostei.

Decoração de bistrô, simples e agradável. Cheguei cedo, como sempre, mas logo o restaurante ficou lotado. Ambiente descontraído, atendimento acolhedor e um cardápio que muda de acordo com os produtos frescos encontrados no mercado.

Eu pedi coquilles saint jacques que estavam bem preparadas e em seguida um ris de vitelo. Mas para os que não gostam de pratos “exóticos” o cardápio oferece também pratos convencionais. Dê uma olhadinha no site do restaurante e clique em carte.

Preços camaradas. No almoço um menu com entrada + prato do dia ou prato do dia + sobremesa por 17 euros. No jantar um menu com entrada+prato+ sobremesa por 32 euros. Foi este que pedi com fondant au chocolat e sorvete feito por eles. Delicioso.

Le Pantruche – 3 rue Victor Massé 75009 Paris – metrô Pigale ou Saint George.

Site do Pantruche.

Vejam aqui a lista dos melhores.



Bistrôs parisienses: saiba selecionar


Resumo aqui um artigo publicado no jornal Le Monde e assinado por Jean-Claude Ribaut.
O artigo é interessante e complementa informações sobre as transformações – alguns chamam de decadência -  por que passam os restaurantes franceses. Alguns restaurantes passaram a trabalhar com  produtos congelados e conservas.  A estratégia possibilita reduzir o preço do almoço de todos aqueles que trabalham em Paris e  moram na periferia de Paris. Com a explosão do preço dos imóveis, a classe média foi expulsa do centro da cidade. Outros restaurantes trabalham somente produtos frescos, preparados por chef e neste caso o preço não é o mesmo.
Com todas os meios de informação à disposição dos turistas , é muito fácil, hoje, saber escolher. Leia o artigo abaixo.
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No final de dezembro o Senado francês deve votar uma lei que aumenta a informação aos consumidores. Este projeto de lei prevê as seguintes menções nos cardápios dos restaurantes:
.  produit frais  -  produto fresco
. produit surgelé – produto congelado
. conserve – conserva
. fait maison – feito no restaurante
A luta será feia pois o lobby da indústria agroalimentar é forte.
Enquanto esperamos esta lei eis aqui alguns restaurantes parisienses de confiança onde os pratos são preparados no restaurante:
- Christophe – 8 rue Descartes 75005
- L’Insoumis – 22 rue des Capucines 75001
- La Galère des Rois 8 rue Cavallotti 75018
- Le Coude-à-Coude 46 rue Saint Honoré 75001
- Gorille Blanc 4 impasse Guéménée 75004
- Chez Plume 6 rue des Martyrs 75009

Leia o artigo do Le Monde aqui.



A fonte em que Obama bebeu


Por Evandro Barreto  do Comensais.

Os quinze minutos de glória universal de “La Fontaine de Mars” duraram um pouco mais: o tempo necessário para o casal Michelle &  Barak  beber bem e comer melhor, num dos endereços gastronômicos mais acolhedores de Paris: 129, rua Saint Dominique – 7ème, nas proximidades da  Tour Eiffel, mas prudentemente à margem do fluxo de visitantes. Chegando ou saindo, conforme o seu trajeto, você vê a estrutura metálica de diferentes ângulos, o que confere um charme adicional à localização, sobretudo à noite.
Depois da tempestade de mídia, a casa voltou serenamente ao uso e gozo dos iniciados, como vem acontecendo desde 1908. Nesses mais de 100 anos, outros bistrots, restaurantes e brasseries, bem como lojas elegantes, instalaram-se na rue Saint Dominique e arredores, atraindo um    novo tipo de clientes e de moradores. Hoje, e sem fazer alarde, aquela área talvez seja uma das mais sofisticadas da cidade.
É aconselhável fazer reserva, mas não vá com a certeza de que a mesa estará à sua espera pontualmente no horário combinado. “La Fontaine de Mars” não favorece a pressa. Em compensação, tem mesas do lado de fora, onde você pode aguardar, quando o clima ajuda, e até fumar em paz seu cigarrinho. Em caso de frio ou chuva, passe para o lado dentro e sinta-se imediatamente aquecido, também no espírito. A iluminação é provida exclusivamente por lâmpadas incandescentes, sem aqueles tubos de luz branca e gelada que nivelam templos do paladar a agências bancárias.
Peça o aperitivo no balcão e divirta-se observando a fauna local, que está sempre debatendo calorosamente alguma coisa, do futuro do euro ao beaujolais nouveau. No melhor do papo, você será convidado a subir degraus um tanto íngremes e ocupar o seu lugar, dividindo o salão com uma gama interessante de freqüentadores, que pode variar de executivas americanas da indústria de cosméticos a economistas franceses vergados ao peso de tantos títulos acadêmicos.
Ignoro o que  Obama degustou entre as especialidades do chefe, mas Betty la Blonde decidiu-se por um escalope de foie gras com lentilhas e eu, contra todo bom-senso numa refeição noturna, comandei um cassoulet. Ambos os pedidos justificaram o prestígio do estabelecimento, pela perfeição do preparo, pela cortesia do serviço, pelas opções de adega (escolhemos um Pouilly Fuissé). Na seqüência, um belíssimo camembert. La  Blonde encerrou os trabalhos com a sobremesa que é o orgulho da casa – a île flottante. Como achei prudente não provocar o cassoulet, pulei esse pedaço e ative-me ao café. Chapeau!
Em paralelo à gastronomia propriamente dita, algo não previsto nos chamou a atenção: o tamanho dos guardanapos quadriculados em vermelho  e branco, quase um latifúndio.Pelas proporções, eles estão para seus congêneres comuns como o “carré” do Hermes está para os foulards  femininos convencionais. Ao perceber nosso fascínio, o mâitre antecipou-se a eventuais impulsos cleptômanos e nos ofereceu um par de exemplares.
Dias depois, ao acomodarmos o presente na bagagem de volta, dei valor redobrado à precisão geométrica de uma definição da minha avó, sapiente gaúcha da fronteira: “Adolescência é aquela fase em que se é pequeno pra toalha e grande pra guardanapo”. //////



Manias culinárias parisienses


Em 2011 eles estavam em todos os cardápios dos bons restaurantes parisienses. De esquecidos, exóticos ou desaparecidos, de repente estes legumes se tornaram chics.  Reflexo, talvez, das preocupações em torno da biodiversidade, passamos a degustar beterrabas zebradas, tomates pretos da Criméia, beringelas brancas e rabanetes estriados. Não provei todos ainda, mas posso assegurar que o tomate preto é divinamente doce.

Para acompanhar estes legumes, outra mania recente parisiense ( internacional?) a burrata.

Sempre deliciosa se fresquinha, assim degustada com legumes, presunto de boa qualidade e um traço de azeite.

Foto LuciaC

E esta é a proteina politicamente correta do momento. A humilde sardinha. Ela está isenta de mercúrio, não está ameaçada de extinção e é cheia de omega 3. Às vezes ela é apresentada na própria latinha, como nesta foto tirada durante delicioso almoço em brasserie hype de Paris, a Thoumieux, dirigida pelo chef Jean-François Piège.



John Malkovitch fala sobre Paris



Para esse grande ator americano Paris é quase uma “prisão de inspirações”. De manhã, a caminho do teatro, ele observa tudo:  a maneira de ser das pessoas nas ruas, suas reações, a arquitetura parisiense…
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Mas ele nunca quis morar em Paris. Viver em Paris tem algo de duro e agressivo. Além do lado, às vezes, desagradável de alguns parisienses, ele acha as pessoas estressadas. Pertinho do Théâtre de L’Atelier tem um pequeno traiteur onde ele almoça todos os dias. Na última vez, ele pediu uma fórmula sanduiche+bebida+cookie para levar para seu assistente. Enquanto aguardava ele esticou o braço para pegar um saquinho de chips que estava em cima da vitrina. A atendente imediatamente gritou: “não encoste em nada”!  Isso nunca teria acontecido em Bonnieux, a pequena cidade da Provence onde ele mora.

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Em Paris, durante anos ele se hospedou no discreto e sofisticado Hotel Raphael e os melhores quartos são o 608 e 0 609 com vista para a torre Eiffel e o 511,  um triplex com varanda e vista de Paris. (Para informações e reservas sobre este hotel clique aqui).

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Mas ele gosta também de alugar apartamentos. Ele alugou uns maravilhosos e outros péssimos. Mas cada vez em bairros interessantes. Uma vez no boulevard Raspail, na época do filme L’Homme au masque de fer. Outra vez na avenida Marx-Dormoy no 18ème. Neste bairro ele se sentiu em Tombouctou! E adorou. Desta vez agora, durante esta peça de teatro, ele alugou uma casa no 75010 e trouxe a família toda.

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Ele gosta de comer e de cozinhar. Em Paris ele frequenta o Dave no Palais Royal,  um bistrô de Montmartre chamado Chez Marcel e o  BéBé no 75009. Restaurantes pequenos, discretos e fora das listas de guias e críticos gastronômicos.
Para “ser social” ele frequenta os endereços obrigatórios: o Hotel Coste ou o Le Georges. Mas ele gosta mesmo é dos endereços tranquilos e de uma boa choucroute. Ele adora a da Brasserie Flo ou a da  Bofinger.

Vejam entrevista completa no jornal Le Figaro.



Endereço para refeição leve no Marais, em Paris


Gosto de chegar nos lugares em horários inusitados, as salas estão vazias, o atendimento é perfeito posso fotografar sem constrangimentos.

Lá no fundo se encontra a padaria Poilâne, um dos nomes mais tradicionais de Paris e endereço certo para pães e viennoiseries.

E, à direita após a entrada, o espaço degustação recém inaugurado.

Endereço ideal para refeições leves. As torradas Poilâne são famosas.

Elas chegam acompanhadas por uma salada.

Você pede uma taça de vinho e pronto. Tudo perfeito.

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Eu pedi torrada com presunto cru italiano e mozzarela.

Meu acompanhante pediu torrada com fatias de foie gras e figo sêco.

Estávamos no novo endereço Poilâne do Marais. O espaço fica aberto o dia todo e você pode tomar seu café da manhã, almoçar, pedir cafezinho com croissants na parte da tarde ou dar uma passadinha para um aperitivo antes do jantar.

38 rue Debelleyme 75003 Paris – metro Filles du Calvaire. Aberto de 7.15h até 20.15h. Fechado nas segundas.



A cada um, sua praia – ou sua mesa


por Evandro Barreto do Comensais

Quando alguém me pede que indique onde comer em Paris, nunca começo a resposta pelos nomes. Deixo esse caminho para os guias, blogs e agentes de turismo, já que é para isso que eles existem. Prefiro dividir as mesas por categorias subjetivas e deixar o interlocutor decidir em qual categoria ele se sentiria mais à vontade. Resolvido isso, aí sim, posso dar sugestões que me pareçam adequadas a cada caso.

Pelo meu método, totalmente anti-científico, os restaurants, brasseries e bistrots parisienses são classificados assim:

  • Os que os turistas de primeira viagem procuram
  • Os que os parisienses evitam por causa dos turistas de primeira viagem
  • Os que os críticos pesquisam para ganhar a vida e exibir poder
  • Os que cineastas americanos filmam porque escritores americanos escreveram a respeito
  • Os que os parisienses preferem, levando em conta a cozinha, a adega, o serviço, o preço e o charme.
  • Os que os parisienses procuram porque ficam perto de casa e eles conhecem todo mundo
  • Os que os pós-turistas contumazes freqüentam, mas não saem contando para qualquer um.

(Comensais e amigos não são qualquer um).

O Chez André (12, Rue Marbeuf – 8ème) se encaixa com naturalidade nas três opções finais. A cozinha e a adega são impecáveis, o atendimento é caloroso, eficiente e um tanto excêntrico, o preço é honesto e o charme nasce de uma combinação de tudo isso com a composição da clientela. Embora próximo à Étoile, tem clima de restaurante de bairro e abre para almoço no dia primeiro do ano em deferência aos vizinhos. A maioria dos freqüentadores se conhece e até os seus cachorros convivem bem. Ao longo de vinte anos não-contínuos, só assisti a um desentendimento sob as mesas, entre um poodle neurótico como todos os poodles e um terrier mal-humorado como todos os terriers. Mas não chegaram às vias de fato.

Antes mesmo de entrar, você confirma que o “Chez André” foi uma ótima escolha pela banca de ostras ao lado da porta. “Claires” “Papillons” e outras tentações disputam seu apetite, sob a regência de um especialista da maior competência. Questionado à queima-roupa por La Blonde, que reclamou da salinidade excessiva, o distinto cavalheiro deu resposta imediata e irreplicável:

“Madame, a culpa é da seca deste ano. As ostras vivem nos estuários e a pouca água doce que tem chegado não é suficiente para diluir na proporção certa  o sal do mar”.

Ainda assim, uma dúzia de “papillons número 1” foi consumida pelo casal de dependentes, entre goles de um branco do Loire, que ninguém é de ferro, enquanto não chegava a maior especialidade da casa: o gigot d’agneau. As fatias de cordeiro apresentam-se à mesa cortadas na mesma espessura que tinham na minha primeira visita, no remoto século XX, e mantém a mesma tonalidade rosada há gerações. Sem dúvida, é o próprio cordeiro de Deus a tirar os pecados do mundo e a dar-nos a paz.

www.chez-andre.com



Celinha e Gustavo estreiam suas delícias no Conexão Paris


Temos mais uma (deliciosa!) novidade.
A partir de hoje, nossos queridos amigos Celinha e Gustavo, proprietários e chefs do maravilhoso restaurante Chez Nous Chez Vous, passam a contribuir com nosso blog.

Celinha e Gustavo trarão informações sobre o mundo da gastronomia: dicas de onde e como comprar em Paris, restaurantes, escolas gastronômicas, chefs e muito mais. Além, é claro, de apresentar receitas exclusivas.

Na primeira contribuição do casal, Celinha e Gustavo foram às ruas para nos apresentar uma das melhores peixarias de Paris, a Lecourbe Marée.

O casal se mudou para Paris para estudar gastronomia. Ambos se formaram no Cordon Bleu e atualmente se dedicam ao Chez Nous Chez Vous e, nas horas vagas, viajam pela Europa, especialmente pelo interior da França, à procura de novos cursos e experiências gastronômicas. Estamos MUITO felizes e honradas pelo fato de eles terem topado compartilhar o conhecimento deles com a gente. Nossa idéia é publicar dois vídeos por mês, em média. Esperamos que gostem!



Restaurantes com lareiras em Paris


Apresento para vocês o blog francês Paris Zig Zag, eleito em 2011 o melhor blog sobre Paris. Nós, do Conexão Paris, somos amigas dos rapazes do Zig Zag. Como nosso objetivo é o mesmo, dicas sérias e atuais sobre a cidade, estabelecemos uma parceria: traduzimos e publicamos no CP artigos do Zig Zag. Espero que gostem.

Por Paris Zig Zag

As temperaturas caem, os dias ficam mais curtos, sem dúvida alguma o inverno chegou. Mas alegrem-se, conhecemos em Paris alguns endereços secretos onde podemos nos esquentar.

Escondidos na cidade, estes restaurante possuem um ponto em comum: grandes e bonitas lareiras para um jantar romântico ou entre amigos.

Le Quicampe

Após a primeira sala, a atmosfera fica mais aquecida graças à lareira. Quando reservarem, peçam uma das três mesas situadas perto de uma autêntica lareira em pedras envelhecidas. Ela funciona todas as noites no inverno. Restaurante com preços acessíveis,  entradas à 6 euros, pratos entre 11 e 18 euros.

78 rue Quincampoix, 75003
Métro Rambuteau ou Etienne Marcel
Telefone: 01 40 27 01 45

Robert et Louise

Restaurante inaugurado nos anos 50 com decoração acolhedora, ambiente descontraido e pratos fartos à base de carne. Endereço não indicados aos vegetarianos.

As carnes são cozidas diretamente no fogo da lareira ! Os clientes se sentem fora de Paris, em restaurante da zona rural francesa. Um menu no almoço por 12 euros. No cardápio refeições em torno de 25 euros com entrada + prato + sobremesa.

64 rue Vieille du Temple 75003
Métro Saint Paul ou Chemin Vert
Telefone: 01 42 78 55 89

L’Atelier Maitre Albert

Endereço mais chic que os dois acima. Trata-se do restaurante do famoso chef Guy Savoy.
Decoração elegante com poutres aparentes que se misturam com a cor pretra moderna das mesas e do revestimento do solo.

Ambiente aquecido pelas chamas da lareira e do grande forno para assar frangos e carnes.

No jantar um menu à 35 euros com entrada+prato+ sobremesa.  Endereço ideal para jantar elegante e romântico.

1 rue Maître Albert, 75001
Métro Maubert Mutualité
Telefone: 01 56 81 30 01

Le Coupe Chou
No Quartier Latin, em pequena casa escondida em uma rua sem saida, se encontra o Coupe-Chou, restaurante histórico que data de Louis XIII. A decoração é cheia de charme e romantismo.

Quando reservarem, peçam uma das mesas situadas perto de uma das 4 lareiras da casa e a noite terá uma outra dimensão. No jantar um menu com entrada+prato+sobremesa por 30 euros. Entre os clientes, artistas conhecidos. O restaurante é dirigido pelo diretor do Theâtre du Palais Royal.

9 et 11, rue de Lanneau 75005
Métro Maubert Mutualité
Telefone: 01 46 33 68 69



Última novidade na área da bistromania


Foto do Style Lexpress.

Eu não fui ainda, mas o sucesso é tal que passo a informação para vocês. Não podemos ficar atrasados em termos de novidades, não é?

Chatomat, jogo de palavras que brinca com Chateaubriand nome do restaurante do famoso chefe Inaki Aizpitarte*, é um recém inaugurado restaurante em Paris. Escondido no 20ème arrondissement, Chatomat está atraindo aplausos de  todos os críticos gastronômicos.

O restaurante é pequeno, para apenas 22 pessoas, e dirigido por Alice Di Cagno (do l’Arpege em Paris) e Victor Gaillard ( do Ledoyen em Paris e Spoon em Londres). Dizem  que todos que os pratos são fabulosos. À conferir.

Chatomat, 6 rue Victor Letalle 75020 Paris. Fechado no almoço todos os dias, fechado nas segundas e terças. Aberto de quarta à domingo somente no jantar. Tel. 01 47 97 25 77.

Vejam os comentários dos críticos aqui, aqui, aqui

* Chateaubriand se pronuncia chatôbrian ( château brillant ) que quer dizer castelo brilhante. Chatomat ( château mat ) que quer dizer castelo fosco.