Durante o verão, suba até o oitavo andar da Galeria Lafayette e aproveite deste terraço efêmero. Peça uma refeição leve diante desta vista maravilhosa de Paris. As sobremesas são assinadas por Pierre Hermé e Dalloyau.
Terraço efêmero da Galeria Lafayette
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Lina, no dia em que fui a Lafayette com a minha filha, fiquei sentada em um sofá em um canto, enquanto ela resolvia as coisas dela, e, na minha frente, tinha uma TV passando propaganda da loja. Em uma das propagandas eles convidavam os clientes a visitarem o espaço. Como estávamos bem próximas ao elevador, subimos até o sexto e de lá, de escada, até o terraço. Era um daqueles dias de verão. Um sol abrasador e um calor insuportável. Voltamos no ato. O único espaço coberto (e mal) é este da 1ª foto.
Bom dia Lina!
Será que até 15 de setembro ainda estara aberto? Vou chegar em Paris dia 09 de setembro e ficar ate dia 15!
Aurea
Ficará aberto até final de setembro.
Realmente, como disse a Maria das Graças, segurar a onda num lugar deste no verão, só mesmo os franceses que estão saudosos de sol e calor. Nós, que temos os dois o ano todo, corremos disso. O restaurante climatizado é mellhor.
eidia
http://wwwoquevivipelomundo.blogspot.com
Maria das Graças
Graças à esta precisão, podemos dizer a todos que subam quando não estiver quente demais.
Bom dia Lina!
Em primeiro lugar gostaria de agradecer, seu blog foi um verdadeiro guia de Paris para mim. Eu e meu marido estivemos nessa cidade fantástica no começo de maio e visitamos o terraço da Galeria Lafayette e também da Printemps. Apesar do frio e do vento gélido valeu cada minuto que passei lá em cima. É uma vista espetacular! Imperdível nos dias de frio ou de calor para mim!
Um grande beijo!!
Fabiana.
oi lina! que bom, dá para matar um pouco da saudade do terraço da samaritaine… tinha um visual tão incrível! sempre vale ver os telhados de paris… e aquele desenho magnífico da cidade! bjs, querida, e ótima semana!!!
Mesmo com todo o calor vale a pena. Mas na minha opinião o melhor terraço era o da Samaritaine. Foi a primeira visão de Paris do alto e foi sensacional.
JORGE FORTUNATO
Concordo com você, a vista lá da Samaritaine era divina. Uma pena que aquele espaço esteja fechado há tanto tempo.
Paris vista do alto é algo emocionante, de todos os ângulos e pontos de vista. Mas a minha preferida ainda é a vista que se tem a partir das torres da Notre Dame.
Sueli e Jorge,
Concordo com vcs!
E há um projeto acalentado a anos, e vamos esperar que um dia de fato saia do papel, de transformar o Samaritaine em um museu sobre a Art Nouveau.
Eu acho que ja não era sem tempo! Não há um museu decente no mundo sobre esse movimento e ele merece. O que existe são objetos, pinturas e moveis espalhados por varios museus de Paris e que deveriam ser reunidos num unico espaço, lembrando que a propria arquitetura da antiga loja de departamentos ja é em si um triunfo do movimento.
Paris deveria dar esse pontape inicial.
Em Bruxelas tb há varios projetos para a criação de um museu sobre o tema tb nunca levados a cabo.
Agora em Barcelona senti a falta que faz um museu sobre o Art Nouveau, lá chamado de “Modernismo”. Nem um museu Gaudi eles tem, tudo novamente espalhado por varios espaços, museus e edificios, o que fica dificil para se ter uma panoramica concentrada da coisa.
Sueli OVB
A vista das torres da Notre Dame é fantástica, mas nos dias seguintes as minhas pernas se recusavam a andar ( e isto já faz uns bons 15 anos ), então acho que não vou subir mais… rs…rs..
bjs
MARCELLO BRITO
Já está mesmo passando da hora do espaço da Samaritaine sair daquela ociosidade! E um museu dedicado à Art Nouveau seria mais que fantástico alí. Espero que isso se concretize, sou apaixonada pela Art Nouveau.
TEREZINA
Eu também fiz a subida da Notre Dame há 14 anos. Não sei se hoje eu conseguiria, embora tenha subido a Torre dos Clérigos no Porto há apenas dois anos e tenha sido tudo tranquilo. De qualquer forma é melhor não arriscar.
Antes de viajar eu fazia step todos os dias, fui em plena forma. Agora não me dou mais à essas torturas. Fica só a lembrança e o registro das fotos.
Beijos
Na minha primeira vez em Paris, visitei o terraço das Galerias Lafayette e achei muito bonito. Me lembro que estava frio e chuvoso, mas a vista muito bonita.
Recentemente, vi os telhados de Paris do restaurante George, do alto do Pompidou e fiquei completamente maravilhada!!
Bjs
ADRIANA PESSOA
Se você gostou da vista que se tem lá do George, imagine da Notre Dame!
Você subiu? É meio claustrofóbico, mas vale cada degrau e cada fibra dos músculos que ficam a doer, como disse a Terezina.
qnto custa uma refeição lá?
Sueli,
não subi na Notre Dame…ainda! Fico vendo aquela filona e dá preguiça.
Mas, sobre a vista do George: sabe aquele momento perfeito? A comida estava ótima,um restaurante lindo, bons vinhos, boas companhias… a cidade se iluminando aos poucos, aquela vista linda…
Bjs
ADRIANA PESSOA
Aproveita enquanto é tempo! Se você chegar lá mais cedo não há fila. É imperdível!
Eu também tenho ótimas recordações do George. Bateu até uma nostalgia.
Beijo
Dos meus favoritos para a turma que curte a Art Nouveau de Paris:
http://paris1900.blogspot.com/
abçs
Adriana Pessoa, veja como são as coisas. No nosso último domingo em Paris, dia 04/07, a nossa filha ainda não conhecia o Centre Pompidou, nem por fora. Saimos de casa e seguimos, de ônibus, até o Jardin de Luxemburg, que ela, como todo o turista apressado, tinha passado batido. Insistimos para que ficássemos por lá caminhando, na sombra, sim, porque o sol castigava, devagar, observando os moradores que se esparramavam nos gramados, famílias inteiras, na maior festa. Dia lindo. De lá seguimos, devagar, até o Marais. Torre de Saint Jacques, Rue Nicolas Flanel, Rue Lombards e finalmente o nosso destino: O Centre Pompidou. Como sempre fazíamos, nos sentamos em um banco da praça em frente e ficamos, ali, esperando que ela descobrisse o pedaço. Depois de algum tempo ela voltou e nos disse que a entrada no museu era de graça e que ela tinha ido até o último andar e que lá tinha um restaurante.
Perguntamos a ela como estava o restaurante, se tinha lugar e se era confortável. Ela nos disse que estava tranquilo e até tinha lugar. Aqui no blog alguns já tinham falado bem sobre o Georges mas eu, depois de uma seleção, não o tinha incluído na minha lista. Como já estava na hora do almoço, resolvemos subir para almoçar e apreciar a vista. O restaurante se divide em duas partes: quando voce chega tem as mesas cobertas por ombrelones. Num dia como aqueles, com sol radiante e tempetarura nas alturas, nem pensar. Quentíssimo. Insisti, segui em frente, e cheguei a um lindíssimo salão climatizado, com mesas espaçosas e distantes umas das outras (coisa rara em Paris). E com muiiiiitos lugares vazios. Pedi um lugar longe do sol. Sentamo-nos no meio do salão. Maravilha!
Ali, sim, vale muito a pena passar a tarde e ver Paris inteira. Ou à noite, que dizem ser melhor ainda. Para refrescar e começar os trabalhos champagne, sem gelo, s’il vous plaît. O quesito comida não foi o mais importante. Mesmo assim, a comida estava correta. O que valeu mesmo, foi, sem querer e programar, podermos encerrar a nossa temporada de um mês em Paris em alto estilo com a cidade toda aos nossos pés.
Maria das Graças
Paris é assim mesmo, nos domingos de verão quem pode sai da cidade e os restaurantes que estão abertos ficam vazios…
Neste fim-de-semana foi dado alerta vermelho nas estradas que saem de Paris tal o movimento de carros. Em agosto então a debandada é geral.
Abs.
Nós subimos as escadarias da Notre Dame …. meu Deus, parecia que não chegaríamos ao topo nunca!!!! hahahahaha Mas, quando chegamos…que visual…mesmo sendo inverno!! Ah, e por ser esta a estação do ano, nada de filas enormes em nenhuma das atrações de Paris!! Nem mesmo na Torre Eiffel!!
MARIA DAS GRAÇAS
Mais uma apaixonada pelo George. Acho que naquele lugar o que menos conta é a comida, apesar de ser um restaurante, não é mesmo?
O lugar realmente me encantou e apesar de não ser um retaurante de grande gastronomia volto sempre a ele e acho tudo maravilhoso.
Isso que aconteceu com vocês é uma delícia! Descobrir as coisas boas por acaso e ainda por cima se dar bem é ótimo.
Beijos
Sueli OVB e Marcello
Quando fui a primeira vez em Paris recebi a dica de ir até a Samaritaine, pois “iria ter uma bela vista de Paris sem pagar nada…” rs e foi o que aconteceu.
Concorco com vc Sueli, de fato, a vista da torre da Notre Dame é bem legal, tenho ótimas fotos.
tomara que a idéia de um museu sobre art nouveau va em frente. Seria fantástico.
MARIA DAS GRAÇAS
O nome do restaurante é mesmo Georges, como você escreveu e não George, como eu escrevi.
Maria das Graças,
que delícia sua despedida de Paris! Eu fiquei na parte interna do restaurante, super moderna e linda, pois estava muito frio.
Já tinha ouvido falar do Georges, mas depois do guia da Lina (ele está no roteiro do Marais) resolvi conhecer e quando voltar, vou repetir o programa!
Abçs.
Juliana, preço é um assunto meio subjetivo. O que é caro para mim pode não ser para voce, e assim vai. Não sou uma pessoa deslumbrada na perfeita acepção da palavra e, para mim, mais vale um bom momento bem vivido do que um dinheirinho a mais na conta corrente. Pagamos 200 Euros por um almoço nas condições que citei, para 3 pessoas. Se é barato ou caro, sinceramente, nem pensei nisso. Valeu mesmo pelo conforto do lugar, pela belíssima vista, pelo prazer da convivência e pela nossa despedida desprogramada de Paris. À noite, no conforto da nossa casinha parisiense, teve a despedida programada, em alto estilo. C’est la vie.
Pois é Adriana Pessoa, o restaurante não é bem o meu estilo e por isso não o inclui na minha lista. Mas em uma viagem temos que deixar espaço para o inesperado, para o que estiver no nosso caminho no momento. E foi isso o que aconteceu com o Georges. A nossa filha encantada com Pompidou e nós ali, naquele momento, não tínhamos como não aproveitá-lo. E foi ótimo.
Pois é assim mesmo Beth. Final de semana de verão é diferente mesmo. Fomos na sexta-feira à Gare Saint Lazare ver como funcionava a ida para Giverny pois os preços pelo site da SNCF eram impraticáveis.
A Gare estava uma loucura. Era gente por todos os lados. As plataformas lotadas. Destino: as prais da Normandia. Eles aproveitam a vida usando transporte coletivo. Conhecer esse lado da vida de uma cidade, para mim, faz parte da viagem. Nós não fomos a Giverny mas a nossa filha foi e se arrependeu devido ao forte calor e a falta de sombra no caminho até a casa de Monet.
Maria das Graças
Estou com vc! Mais vale um gosto do que dois vinténs…
Um dos meus grandes prazeres em Paris é comer bem e especialmente em locais agradáveis, risos. Nunca viajei com o intuito de fazer compras e muito menos de bater o récorde de lugares percorridos…
Gosto de curtir cada momento e aproveitar o máximo! Esqueço até das famosas fotos de viagem…
Lina, para nós, com aquele calor não deu mesmo para ficar no Terraço da Lafayette. Voltamos e fomos para a área Gourmet da loja. Lá, ao lado da seção de vinhos, tem um pequeno restaurante que se chama Le Barrouge e foi lá que paramos para o almoço. Valeu mesmo a pena. Ótima comida, excelente atendimento, muito bem frequentado por parisienses na hora do almoço. Para refrescar, champagne rosé brut e para comer foie gras servido com torrada fina e delicada acompanhado de uma confiture de figos soberba e vinho branco. Meu marido pediu um plateau com salmon fumê, coquilles saint jacques, musses e de acompanhamento salada verde e para beber vinho branco. Muito bom mesmo.
Beth, comecei a viajar tarde por falta de tempo e de condições financeiras para viajar como eu sempre sonhei. Por isso nunca viajei em excursão e sempre fiz questão de planejar a minha ida levando em conta o que eu queria vivenciar e a melhor forma de fazê-lo. Se eu não podia pagar eu deixava para a próxima vez. Se não deu tempo de ver ou de ir também fica para a próxima vez. Nada de luxo. Só a essência da coisa. Sobre as fotos, sou como voce. Fico tão envolvida com tudo que esqueço de tirá-las. Os meus álbuns de fotos de viagem são exíguos. Mas não esqueço nada e nem nenhum lugar onde estive. Muito menos o que comi e onde comi. E as compras, não viajo para comprar nada mesmo. Vou e volto com as minhas pequenas malinhas de cabine e nem em free shop eu nunca entrei, por pura falta de interesse.
Maria das Graças
Eu fui ainda mocinha morar na Europa por conta dos interesses/trabalho do meu pai e até por isso aprendi a viajar com tranquilidade e sem maiores atropelos, aproveitando o melhor de cada local…
Acompanhei o seu dia-a-dia parisiense mês pasado com o maior interesse e uma pontinha de inveja, pois me lembrou minha vida de solteira lá na Europa, onde eu tinha que ajudar mnha mãe nas compras de mercado, açougue, etc… Essa sua experiência de “vida real” foi interessantíssima, convivência com os vizinhos etc. Vc só não contou o lado “negro” da estória, que é ter que limpar vidros, fazer a faxina da casa, risos. E tirar a neve da porta! Eu as vezes brinco dizendo que fiz um curso completo de “dona de casa” nos anos em que morei lá…. Por isso é que hoje, viajando como “turista” eu prefiro a comodidade de um hotel, risos. Mas com a visão de “nativa”,,,
Bjs,
Ola Lina
Subimos no terraço da Galeria Lafayette e este estava fechado (2a quinzena de maio-). Acreditem eram 19:00h. Então, resolvemos visitar a Printemps. Que maravilha aquele final de tarde. Musica ao vivo de excelente qualidade e, como não podíamos deixar de lado a grandiosidade do momento, sentamos e soboriamos um vinho rose e uma vista deslumbrante.
Beth
Concordo contigo qdo vc afirma que um dos seus grandes prazeres em Paris é comer bem e especialmente em locais agradáveis. Eu completaria: BBB – Bom, bonito e barato. Basta rarimpar. O resto são requintes desnecessários.
Um grande abraço e boa sorte.
Beth, eu não passei totalmente pelo lado negro da história, como voce bem diz. Estava previsto no contrato de aluguel uma limpeza semanal, com troca de lençóis e toalhas e a moça vinha às sextas-feiras e fazia o serviço em duas horas. A minha tarefa maior era descer com o lixo. O lixo era uma preocupação, na prática, para mim antes de viajar e foi motivo de pergunta ao locador. Mas até disso eu gostei pois tive a chance de conhecer a guardiã do meu prédio e conversar com ela. Que dia a dia duro e diferente do nosso o povo europeu tem! Nas minhas andanças pela cidade, no fim do dia, via quando os latões estavam sendo colocados na calçada pelas mulheres, as guardiãs dos prédios. Muitas delas já senhoras de idade. É dureza!
A vista lá era divina o restaurante confortável. Um lugar tranquilo, o unico problema a temperatura. Paris e uma Maravilha!
Maria das Graças,
Também fui morar cedo na Europa.
Na época de estudante não peguei pesado no batente.
Mas quando me casei e fui morar na Alemanha, fiz tudo o que uma dona de casa faz.
Aprendi a arrumar a casa, limpar vidros, passar roupas, COZINHAR , enfim tudo que temos que fazer para deixar a casa habitável.
Devo dizer que foi um legado bom. Aprendi a ”compactar” o lixo( hoje isso está na moda), a fazer a faxina do prédio que morávamos ,uma vez por mês, a fazer geléias com as frutas da estação.
Para mim foi muito proveitoso. Inclusive vem daí meu amor pelas artes culinárias . Hoje trabalho com isso.
Isso, razoavelmente arrumada, pois não vi ninguém com trajes apropriados para isso. Minha vizinha trabalhava de salto , chique que só ela !
Tudo na vida tem vantagens e desvantagens. Não é mesmo ?
Bjk
Helena
Vc tem toda razão, as européias não descem do salto nem para fazer o mais duro dos serviços domésticos! E o problema do lixo é brabo! Já na minha época, tinha que separar, embrulhar, numerar etc… Eu morava numa casa e mesmo assim, varal nem pensar, risos. Sem falar nas minúsculas geladeiras pré-rendição aos “estranhos” costumes americanos. A nossa era um pouco maior do que um frigobar, meu pai teve que comprar mais uma que foi colocada no banheiro social por falta de espaço na cozinha.
Eu hoje me divirto com essas estórias e morro de saudades….
Bjs.
Alguém que já tenha subido as escadarias do Vaticano pode quantificar o que representa a subida da Notre Dame? Igual? 50%?
Refeição ligeira no verão… e no inverno também! Num dia de sol, eu sugiro mesmo é uma legítima “farofada”, porque é um excelente programa escolher coisinhas especiais na Lafayette Gourmet e depois subir até o terraço para simplesmente ver Paris. Para mim, um verdadeiro programa de luxo! Minha circunstância pessoal só me permite ir a Paris no inverno (poucas vezes, que fique bem entendido), mas eu nunca tenho a sensação de ter deixado de fazer algo pelo frio ou chuva. Nesta cidade, tudo é prazer!
Montenegro
Não faço a menor idéia, risos. Mas este ano meu Genro e Filha subiram os 520 degraus para chegar no topo do Arco do Triunfo.
Eu e Marido esperamos por eles sentados na varanda do Fouquet.
Fazer alpinismo em Paris não é comigo, risos.
Maria das Graças,
Gostei muito dos seus relatos. Que bom que voce aproveitou ao maximo sua temporada. Eu também acho muito bom alugar apto. Encher a casa de flores, ouvir nossas músicas, preparar comidinhas simples com os ingredientes maravilhosos dos mercados, champagne em taças, comer queijos e beber vinhos em mesa com toalha, talheres, etc … Depois põe tudo no lava-louças, uma maravilha.
Também gostei muito de comer na área Gourmet da Lafayette e ainda fiz comprinhas nessa área para degustar no ap mais tarde.
La Samaritaine…
me junto aos viúvos. Que saudades de tomar chá mariage-frères no último andar de frente para o Sena vendo o entardecer…
A Notre Dame tem 386 degraus!! ai……e nós também subimos os degraus do Arco do Triunfo!! hahahahahaha Estou cansada só de lembrar!!
BETH,
É isso mesmo, tinha me esquecido do tamanho das geladeiras.
Meu cunhado morre de rir até hoje, quando vê o tamanho das nossas.
Por que será que eles têm geladeiras ”frigobar”?
Acho que é porque eles fazem compras diariamente e , outra coisa que aprendi, não há desperdício. Não se joga comida no lixo. Então compra-se pouco e sempre.
A fartura das mesas nordestinas deveria ser tema de estudo.
É uma coisa de louco a quantidade de opções sobre uma mesa de Ceia , almoço, jantar, e café da manhã. Quem come tanta comida ???
Quando meus familiares nos visitam, eu me sinto envegonhada pelo que apresento à mesa. E vem meu marido e pergunta : comida para um batalhão ????
Diferenças culturais às quais me adaptei: nem tanto à la germânia, nem tanto à la baiana … .
Madá,
Também sou viúva do Samaritaine.
Era minha loja de departamentos preferida.
Madá e Helena
Vcs duas me pegaram direitinho!
Sabe que eu nunca fui na Samaritaine?
Acho que vcs duas são muito consumistas, risos.
Bjs.
mas eu só ia lá para tomar chá e apreciar a vista (risos)…
Eu também adorava a Marks & Spencer de Paris. Agora só na Good Old England.
Assumida, Beth, assumida !!!
Montenegro, quando é que voce viaja? Lembra da nossa conversa sobre Shows? Depois conte se vc foi ao estadio e se realmente tem o restaurante Lenotre por la. Quanto a escadaria, a da N. Dame me parece maior.