O Parisiense

Dizem que os parisienses são mal educados, grosseiros, apressados, hipócritas. Capazes de todas as baixarias nas relações pessoais. Infernais com os turistas e piores ainda com seu colega de trabalho ou com a vizinha.

Eu os adoro e me divirto com o prazer que eles tem em perpetuar esta imagem negativa. Ano após ano eles acrescentam um toque de humor neste estereótipo difundido mundialmente.

Vejam estes vídeos do jornal Le Parisien. No final de cada um deles, a publicidade para o jornal diz: “O Parisiense? Melhor o jornal do que o próprio”. Eu já os conhecia, mas tinha me esquecido deles. Hugo de Carvalho teve a brilhante idéia de me enviar os links.

Os turista japoneses. Cliquem aqui.

Banheiros públicos. Cliquem aqui.

O colega de trabalho. Clique aqui.

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87 pitacos, participe desta conversa

  1. Fabiana - BEE disse:

    Haha..adorei!!

    O melhor é o primeiro!! rs

  2. eymard disse:

    O Hugo havia me enviado esses videos, que nao conhecia. Me diverti muito com eles. Especialmente o primeiro (eleito tambem pela Fabiana o melhor….risos). Na segunda vez que estivemos em Paris tive uma situaçao muito semelhante. Perguntava onde estava o palais de Justice…o parisiense me ouviu…pensou…sorriu e me indicou a direcao….eu dei a volta no quarteirao e depois vi que eu estava bem na porta e nao tinha prestado atencao…bastava olhar para cima ao inves de ficar olhando para os lados os perguntando…ou seja, o idiota era eu mesmo!!!!! Ri da situaçao e aprendi para sempre a me informar melhor antes de sair perguntando idiotices…..rs.

  3. Fatima disse:

    Os videos são “super”. Mas em todas as nossas estadas em Paris não tivemos problemas com os “locais” , eles sempre foram GENTIS e se esforçaram por nos ajudar (mesmos estando apressados). Bjs. a todos e especialmente pra você LIna.

  4. Denise disse:

    Oi Lina,

    Bom dia, os vídeos são hilários, mas acho que são apenas estereótipos. Eu nunca tive problemas em Paris, todos os franceses são super atenciosos e quando a gente fala que é do Brasil eles abrem um enorme sorriso e tentam até falar português…

  5. Sueli OVB disse:

    Nossa, a última é muito forte! Não acredito que o pariense chegue a esse ponto! Será?????????????
    Quanto a estarmos perdidos na cara do que procuramos é muito típico.
    A primeira vez que fomos a Paris o Musée Rodin não estava nos nossos planos e só percebi que havia passado na porta e poderia ter entrado numa segunda ocasião. Fora a enorme volta que demos do hotel até o Musée Cluny, quando bastava seguir reto em uma ruazinha e ele estava logo alí.
    O Palais de Justice, Eymard, não é tão ostensivo quanto a Tour Eiffel, mas veja como a imagem diz tudo.
    Os franceses sabem ser sacaninhas!

  6. Em todas as vezes que estve em Paris, nunca tive problemas com os parisienses. O importante é manter sempre a educação, aliás regra básica para conviver em qualquer lugar do mundo e da Bahia! Em 2005 conheci duas parisienses num evento na Embaixada do Brasil e foi muito agradável. Qualquer dia te mando a foto.

  7. Barbara S. disse:

    Não tenho o que falar dos parisienses, sempre muito atenciosos quando pedíamos informações. Mesmo com a barreira da língua, todos que foram solicitados por nós se esforçaram bastante para ajudar!!

  8. Helena Bäuerlein disse:

    Hilários os vídeos !
    Quanto a perguntar , eu adoro !
    Até porque puxo papo e, se a pessoa quiser, ele vai longe… !
    Eu estava esperando um post nesse sentido para narrar algumas experiências vividas por mim em outubro do ano passado.
    Saindo do meu hotel, entrei num Tabac para comprar Tickets de metro/ônibus. A vendedora, sem que eu perguntasse, me disse que o ônibus 58, me levaria até Châtelet e que o percurso era muito interessante para o turista( meu sotaque me entregou!). Disse também que eu podia descer, visitar algum ponto , desde que não ultrapassasse 90 minutos, podendo seguir no no mesmo ônibus( linha58) com o mesmo ticket !
    Fiquei encantada. Segui meu rumo e no outro dia aproveitei a dica !

  9. Esther Kerr disse:

    Adorei o da Torre Eiffel! Mas sinceramente espero não passar por isso… HiHiHi!!!
    Na única vez que fui a Paris, no século passado (foi mesmo em 1990), um francês me perguntou muito indignado, como eu sabia falar inglês e não sabia falar a língua mais importante do mundo!
    Bem… Espero não passar nada parecido dessa vez por lá.

  10. Helena Bäuerlein disse:

    Experiência 2.
    Lá fui eu para o ponto de ônibus, fazer o passeio sugerido.
    Ainda no ponto abordei uma jovem senhora sobre a Casa de Calçados Camper( dica da Lina). Ela me disse que não conhecia, mas se interessou muito e o papo continuou dentro do ônibus. Uma outra que escutava , sabia exatamente onde descer, e que ruas pegar para chegar ao meu destino. Ela só usava Camper ! Uma terceira ( juro!!!) se ofereceu para me acompanhar porque estava com tempo e queria conhecer a tal loja !
    Descemos no Jardim de Luxemburgo e caminhamos pelo menos 20 minutos, ela entrou na loja comigo(Juro!!!) e esperou eu fazer minha compra , dando palpites !!!
    Só então nos despedimos.

    Não quero com isso dizer, que todos os parisienses agem assim.
    Mas que não podemos generalizar e esperar que eles SEMPRE sejam grosseiros.
    Dei sorte ???

  11. Helena Bäuerlein disse:

    Experiência 3.
    Domingo de sol em Paris.
    Saindo do Hotel, na Rue d’Alésia, resolvi ir de ônibus até a Ladurée do Champs Élysées.
    Não sabendo qual o número da linha, resolvi … perguntar. A abordada da vez, uma senhora me disse que não sabia, seguiu seu caminho e eu o meu. Depois de alguns segundos ela me alcaçou dizendo que tinha se lembrado, atravessou a avenida comigo , esperou o ônibus e pediu ao motorista que me indicasse onde devia descer, pois o bus passava próximo ao meu destino !
    Gente, eu juro que vivi essas experiências em Paris!!!
    Portanto, não vão com o pé atrás !
    Bjks.

  12. TEREZINA disse:

    Muito engraçados os vídeos ! Ri muito apesar de serem caricatos !
    Não tive o desprazer de passar por uma situação destas. não sei se teria o mesmo humor com que assisti os vídeos ( na verdade sei sim, iria ficar bem brava e não ia servir pra nada – rs ).

    Estou voltando ao blog devagarinho pois encontrei um acúmulo de coisas quando voltei de viagem…

    bjs a todos

  13. Adriana Pessoa disse:

    Eu nunca tive problemas com os parisienses. Da última vez, em um restaurante, o cafezinho veio com um biscoitinho, que me lembrava muito os da minha mãe. Disse isso a garçonete e logo depois veio ela com um enorme embrulho, cheio deles. A maior gentileza!

  14. Helena Bäuerlein disse:

    Jorge Fortunato,
    Porque qualquer lugar do mundo E da Bahia ???
    A Bahia não faz parte do mundo ?
    Rsrsrs.
    Jorge, Jorge ! Eu sou soteropolitana com muito orgulho !
    Ou você também é da terrinha ?
    Um abraço.

  15. suely disse:

    Concordo com todos,gosto dos franceses,sempre foram gentis comigo,no restaurante não estava entendendo se o prato era realmente carne,o garçon chegou a imitar o bichinho ,fazendo os chifres com mãos e o som com a boca ,rsrs…depois foi na internet pra ver a tradução pro portugues,muito atencioso,até as outras mesas riram,adoramos!
    Bjs a todos

  16. suely disse:

    Adriana Pessoa
    Comigo aconteceu quase igual,minha filha queria sobremesa com chocolate,não tinha,então o garçon trouxe vários chocolates desses que acompanham o cafézinho e deu pra ela,muito gentil…bjs

  17. Marcia disse:

    Não tenho o que falar dos franceses. Quando estive em Paris foram super gentis comigo. Meu único problema em Paris foi com uma brasileira, que pensou que eu fosse francesa e comentou em voz alta umas bobagens. Mas dei um belo fora nela dizendo que eu era brasileira.
    Enfim, só tenho boas recordações da minha viagem e espero poder voltar logo.
    Beijos,

  18. eidia disse:

    Muito bons os vídeos. A melhor coisa do mundo é rir de nós mesmos.
    eidia
    wwwoquevivipelomundo.blogspot.com

  19. Marcela disse:

    Ótemos !!!

  20. Madá disse:

    Entre os três filmes eu escolho as três experiências da Helena, mas também com o charme dela, quem não gostaria de ser abordado pela Helena ?

  21. LucianaZ disse:

    Ano passado, em julho, quando passei alguns dias em Paris, com minha família, marido e dois filhos adolescentes, depois de estudar, muito bem estudadinhas as dicas da Lina, falando um francês do nível médio da Aliança Francesa , fomos muito bem tratados. Uma vez, com o mapa da mão, um senhor aposentado francês parou, de livre vontade, e nos perguntou aonde queríamos ir. Até onde notei, as pessoas se esforçaram para nos explicar o que perguntávamos. Que saudades!!! Leio o Conexão todos os dias. Obrigada

  22. KATHERINE disse:

    Certa vez, assistindo a um programa no GNT, que se tratava de uma experiência de colocar dois atores fazendo o papel de americanos super esteriotipados (texanos, inclusive, vestindo camisetas pró-Bush), em Paris, fiquei surpresa com o humor, paciência e educação com que foram tratados pelos franceses. Muitas vezes somente outros americanos ficavam indignados, os franceses apenas riam..Havia uma cena em que eles diziam para um francês que ele precisava ir aos EUA, que era bem melhor que Paris..o francês sorriu pacientemente…hahahahah
    foi mt bom o programa para desmistificar a lenda de que turista é sempre mal tratado pelos franceses..
    Ah, no programa disseram que em uma pesquisa, foi perguntado quais turistas mais incomodavam por lá (algo do tipo) e o que responderam? OS FRANCESES…kkkkkk surpreendente…

  23. Helena Bauerlein

    Pelo jeito vc não conhece “Acareje Love” a cantora bahiana interpretada por Beto Silva no Casseta e Planeta. Ela se considera a maior cantora de axé do mundo e da Bahia… hoje tem.

  24. ah o nome da cantora é Acarejete Love. E eu sou carioca da gema.
    Beijos

  25. Errei de novo. É Acarajete Love.

  26. Beth disse:

    Madá
    Concordo com vc!
    A Helena não tem nacionalidade, ela é baiana… E com seu jeito solto e divertido ela conquista qualquer pessoa em qualquer lugar…
    Dizem até que ela conquistou um alemão instantaneamente!
    Risos e abs.

  27. Helena Bäuerlein disse:

    Vocês estão abrindo meu FÃ Clube, é?
    Estou me sentindo … Hahaha
    É que sou baiana, gente e como a tal da AcarajeteLove, a gente não nasce, estreia !
    Brincadeira à parte, vcs viram que a maioria depôs favoravelmente aos parisienses.
    O que será que nossa Embaixatriz mineira tem a dizer ?
    Talvez que nem tanto ao céu, nem tanto à terra ?
    Peut être !

  28. glenda warmling disse:

    Olha gente, estou há poucos dias aqui, e tenho sido muito bem tratada, muito mesmo. O único lugar em que notei que os vendedores não eram tão gentis, foi naquela ruazinha de souvenirs ao lado da Notre Dame, e não eram franceses. No metrô, eu estava no lado errado, e um rapaz me levou até o local certo. Também no metrô, na hora do rush, um rapaz me segurou para entrar. Minha única queixa é que, quando a gente quer e precisa, não tem taxi…

  29. regina disse:

    Glenda
    Eu tb vivi essa experiência no metrô e para minha surpresa em uma das vezes um rapaz até carregou a minha mala. Não tive q

  30. regina disse:

    continuando, não tive qualquer problema com os parisienses.

  31. solange disse:

    Bom, vamos nos por no lugar deles: montes de gente estranha, que não fala ou fala mal sua lingua, te solicita em meio a sua rotina apressada, entra ano sai ano…até que, em média, eles são bem gentis, e se o turista tem um minimo de boas maneiras não deve temer grosserias.
    Categorias perigosas: mulheres de meia idade , que podem ser muito mal humoradas; e funcionarios publicos em geral (com rarissimas excessões). Ai de quem precisar deles!

  32. Beth disse:

    Lina
    Esses vídeos estão muito divertidos, mas não são muito justos com os parisienses que geralmente são gentis.
    Meu problema em Paris costuma ser exatamente o contrário, risos. Turistas das mais variadas nacionalidades insistem em pedir informações para mim…
    Abs.

  33. conexaoparis disse:

    Helena
    Adorei os seus três vídeos em contraposição aos publicados. Pas mal.

  34. carla disse:

    Mais uma baiana para contar um cauuuso.
    Em maio desse ano eu estava em frente a torre eiffel com meu marido e como queríamos conhecer o restaurante Le Ombres, indicado por Lina, paramos um taxi para nos levar até lá. Após estarmos dentro do carro, ao solicitar tal serviço, ele deu muita risada e disse para irmos a pé pois estávamos quase em frente ao nosso destino. Foi muito simpático. Abraços,
    Carla

  35. Alexandre disse:

    Mas a questão do idioma é bem divertida. Se você fala mal o idioma, mas se esforça para ser entendido, o nativo (adoro falar nativo) se simpatiza e tem a maior paciência do mundo para te ajudar.
    Eu acho muito bonitinho quando um turista se aproxima de mim com um “ói, pór favor”.

  36. Eduarda disse:

    Helena, tb ‘adorei’ seus causos.Refletem mais minha experiência com os parisienses.A informação da validade de 90 min dos tickets (tanto no ônibus, quato no metrô) eu, para conseguir, tive de ralar muito meu parco francês pra conseguir! Fiquei curiosa sobre esses calçados…

  37. Andrea Boldrim disse:

    Gente, posso falar? Estou indo embora amanhã cedo para Portugal…estou aqui na Bastile…bem, situação inusitada…o Hotel Lyon de Mulhouse apesar de bacana, não tem serviço de lavanderia. O Hotel nos indicou a 5 a Sec, na Av. Saint Antonie…deixamos as roupas ontem e fomos buscar hoje. Pra nossa surpresa, eles esqueceram de nos dar uma blusa minha. Como faltavam 10 minutos para fecharem, meu marido voltou correndo lá pra pegar a blusa. Eram 20:00h e a porta estava aberta, com um cliente dentro. Ele entrou e avisou a atendendte do erro occorrido e ela simplesmente disse que a loja estava fechada, pra voltar amanhã. Ele avisou que estaríamos indo embora cedo e não daria tempo, que o erro havia sido dela por não entregar a peça e ela não se abalou: se quiser sua blusa, volte amanhã! Pode? Inacreditável….no Brasil não passaríamos por isso, tenho certeza…amo Paris, mas essa falta de flexibilidade e boa vontade as vezes me dá nos nervos. Conclusão: vou embora sem minha blusa, pq a bendita (pra não dizer nome feio aqui) se recusou a entregar a blusa!!!! Fora isso, normalmente somos muito bem atendidos e recebidos, salvo algumas situações bem específicas.
    Au revoir!

  38. Eduarda disse:

    Andrea,

    Nessas horas só dando uma de Gandhi: Resistência pacífica. Daqui, sem minha blusa não saio …Mas acho que só eu faria isso (como de fato ja fiz em situações semelhantes, e a solução veio rápida…), meu marido, jamais…

  39. maria cristina disse:

    Pois é, tive experiências bem positivas com os parisienses quando morei um ano na cidade, em 2008. Mas tive um caso forte de grosseria quase insana, que me chocou bastante de início; só depois ao relatar aos amigos fui relaxandoe até achando graça…
    Cenário: Parque George Brassens, sábado à tarde. Venho caminhando com uma amiga e guardo na mão o papel do croissant que havia comido, procurando um lugar para jogar fora. Passo por uma pequena barraca, que vendia algo de comer, e que tinha à frente uma lixeirinha. Aproveito, então, para colocar ali meu papelzinho já bem amassado. E sigo. De repente, sinto um puxão no meu capuz e vejo a senhora, dona da barraca, me atirando de volta o papel, aos gritos: “Ici n´est pas la poubelle du quartier”! (“isso aqui não é a lixeira do quarteirão!).
    Pano rápido!
    Quanta ira! ainda bem que só cruzei com essa ´louca´.

  40. Sonia S disse:

    Sempre fui bem tratada em Paris. Com elegância e simpatia.
    Entendo, também, que o número de turistas que visita a cidade não seja nada confortável para os seus habitantes.
    Acho, sim, que os parisienses são impacientes e estressados; mas os cariocas também o são. O que fazer? Tentar que as pessoas sejam mais leves e amáveis, saindo na frente, adotando um comportamento cordial.

    Quanto à publicidade do Le Parisien, achei o primeiro filme inteligente e bem adequado ao que a publicidade propõe.

    Do segundo filme, não gostei nada. É feio. É de mau gosto.

    Bem, o terceiro filme, a mensagem é de arrepiar.

    Um abraço a todos,

  41. André disse:

    Helena B.

    Os parisienses te amam, hein? Adorei as histórias!

    Lina e demais

    Nunca tive problemas com os franceses, quando conto muita gente torce a cara, não acredita, argumenta, mas é a mais pura verdade. São educados e parecem gostar bastante dos brasileiros. Jamais dispenso o sorriso e faço um esforço para falar o maior número possível de palavras em francês. Ótimas experiências!

    Abraços!

  42. Patrícia Venturini disse:

    Helena e pessoal!

    A mensagem acima saiu com o nome do marido, rsrsrsrs! Sou eu, desculpem a confusão!

  43. Helena Bäuerlein disse:

    André e Patricia,
    Não sabia que essas histórias dariam tanto Ibope !
    Mas vcs também têm experiências positivas !
    E aí, André, os macarons saíram, ou é só promessa ?
    Rsrs

  44. Cláudia Oiticica disse:

    Os vídeos são ótimos. Como diz a Lina, eles gostam de perpetuar essa imagem negativa e brincam com isso. Conheço alguns parisienses e todos são super educados e me causaram ótima impressão.
    Como turista também não posso reclamar do tratamento e já passei por situações de extrema gentileza da parte deles em Paris e principalmente no interior. Mas já notei que em lugares específicos para turistas, essa situação muda um pouco, com vendedores e garçons impacientes,o que alimenta ainda mais todo esse folclore.

  45. eymard disse:

    Sonia S, concordo com voce. Gostei e achei engraçado o primeiro video. Os dois outros, achei de mau gosto. Uma coisa é ser meio ranzinza, outra, bem diferente, é ser grotesco.

  46. Beth disse:

    Eymard
    Há uns 30 anos atrás ainda havia alguns “vespasiennes” nas esquinas de Paris que não eram muito higiênicos nem cheirosos…

  47. Mosarina disse:

    Ri demais vendo os vídeos e de alguns comentários, sobretudo o da SUELY que contou que o o garçon chegou a imitar o bichinho ,fazendo os chifres com mãos e o som com a boca. Sempre fui muito bem tratada pelos parisienses, todas as vezes que estive em Paris, adoro os franceses, acho que issto é transmitido

  48. Maria das Graças disse:

    No meu cotidiano durante o último mês de junho ai, vi várias vezes, cenas como a do último video. Só não vi o motorista deixar o cartão no parabrisa. É comum na hora de estacionar, sendo a vaga quase sempre menor que o carro, eles estacionarem na diagonal com uma das rodas sobre a calçada. Nossa filha, a princípio, achou que eram ruim de roda mas depois entendeu que era a alternativa para o tamanho da vaga.

  49. Maria das Graças disse:

    Beth, acho que eu também tenho cara de informante. Não foram poucas as vezes que orientei franceses e turistas americanos sobre endereços e locais. Até na Épicerie Bon Marché uma francesa apressada e com criança no colo me perguntou onde ela poderia encontrar determinado produto.

  50. conexaoparis disse:

    Sonia
    Os parisienses acham estes filmes engraçados e eles fizeram grande sucesso quando apareceram. Por isto digo que eles adoram contruir esta imagem negra.

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