Uma bela mansão datando de Napoleão III e construída pelo embaixador russo em Paris, situada entre Opéra Garnier e Place Vendôme, acabou de ser restaurada para se transfomar em um espaço inédito e é a grande novidade do outono parisiense.

Éléphant Paname promete agitar Paris com exposições, espetáculos de dança, teatro, conferências e grandes festas. Um lugar aberto às tendências e propício aos encontros entre artistas, escritores, científicos, músicos, filósofos e o público.

Um projeto de dois irmãos, Fanny Fiat dançarina da Opéra de Paris e de Laurent Fiat, formado em pintura e desenho, restaurador de pinturas em Florença. Eles fundiram suas paixões e criaram este espaço onde encontraremos galeria de exposições, restaurante/bar gastronômico, studio de dança, palco para espetáculos, concertos e debates.

A inauguração será dia 14 de setembro com uma exposição intitulada Ép! De l’air… Ou l’art en mouvement.

Éléphant Paname, por que este nome estranho? Paname é um dos apelidos de Paris e, durante o século XIX, o elefante foi um símbolo para os grandes construtores parisienses. Símbolo de exotismo romântico e de abertura aos outros. Os artistas e arquitetos da época sonharam em colocar imensas esculturas de elefantes nas praças da cidade. Uma iria substituir a Coluna da Praça Bastille e outra seria colocada no final da avenida Champs Elysées, onde hoje se encontra o Arco do Triunfo.

10 rue Volney, 75002 Paris.