Ao visitarmos o jardim de Monet pela primeira vez não nos damos conta de que existe, de abril até setembro, uma floração contínua. Não percebemos que à cada visita temos um jardim diferente, com outras flores, outras cores e outros movimentos. Precisamos voltar várias vezes para compreendermos que o jardim alterna momentos fortes com explosão de cores e períodos de transição mais calmos.

Jardim de Monet. Shiva M. no Flickr

Jardim de Monet, allée centrale em maio. Shiva M. no Flickr

Foi Monet que estabeleceu, desde o início, esta sucessão ininterrupta da floração. De acordo com o mês, o jardim é cheio de papoulas, digitales e delphiniums. Elas desaparecem e cedem o lugar às dálias, aos girassóis e às capucines que se espalham pelo chão da allée centrale.

Jardim Monet. mat's eye no Flickr

Jardim Monet, allée centrale em agosto. mat’s eye no Flickr

Ao visitarmos o maravilhoso jardim de Monet, não imaginamos que da morte do pintor, no final do século 19, até os anos 1970 ele ficou abandonado e que a parte chamada “Clos Normand” desapareceu invadida pelo mato da região e que o lago se transformou em pântano sem charme.

Após a morte do último filho do artista, em 1970, a Academia de Belas Artes, herdeira desta propriedade de Monet, entregou à dois grandes jardineiros o delicado trabalho de restauração de Giverny.

Dez anos mais tarde o jardim foi enfim aberto ao público! No ano passado, Giverny recebeu a visita de 631.000 turistas vindos do mundo inteiro. Às vezes, alguns deles choram de emoção diante dos canteiros, do lago e das suas plantas aquáticas.

Jardim Monet. B@arberousse no Flickr

Jardim Monet. B@arberousse no Flickr

O atual jardineiro chef da Fondation Claude Monet se chama James Priest. Ele é inglês e antes de se instalar em Giverny foi jardineiro da rainha, em Windsor, se ocupou durante 17 anos dos jardins de Élie e Liliane de Rothschild e trabalhou 8 anos na propriedade de Michel e Hélène David Weill.

James Priest tem por objetivo principal reconstruir o jardim que Monet teve diante dos seus olhos enquanto pintava. O jardineiro chef se baseia nas telas do mestre, nas fotos e nos textos da época.

Desde 2011, Priest retira as flores e plantas que não fazem parte do jardim original. Para ele, o impressionismo deve ser observado de longe: por isso é necessário flores grandes, simples e plantadas como pinceladas de cores.

Jardim de Monet, ninféias. mat's eye no Flickr

Jardim de Monet, ninféias. mat’s eye no Flickr

Esta fidelidade ao passado não quer dizer imobilismo. Monet era apaixonado por flores e em constante procura por novidades. Ele importava espécies raras para a época, como as pivoines japonesas. Se ele estivesse vivo, sem dúvida alguma teria plantado vegetais raros, como a decisão recente do jardineiro chef de introduzir uma planta da Indonésia, com imensas folhas que se casam bem com as ninféas.

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