Roteiro idealizado pela Biblioteca Nacional da França retraça a carreira e a vida de Piaf em Paris. O roteiro, que é um jogo de caça às letras, formará no final o nome de uma música de Piaf.

Continuando nossa série de artigos em homenagem aos 100 anos de nascimento de Édith Piaf (leia o primeiro aqui) a dica agora é um roteiro turístico que conta a história da vida da cantora em Paris. O percurso completo é longo (média de 4 horas) e atravessa Paris de leste (onde ela nasceu) a oeste (onde ela morava quando morreu) passando pelos locais mais centrais onde ela construiu sua fama e sucesso.

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Édith Piaf

O tour, idealizado pela Biblioteca Nacional da França (onde a exposição sobre a cantora está em cartaz), propõe um jogo de caça à letras que no final formarão o nome de uma música de Piaf. Destacamos abaixo os 9 estágios onde essas letras podem ser descobertas (baixe o roteiro completo aqui):

  • Estágio 1: Place Édith Piaf (20° arrondissement, metrô linha 3 estação Porte de Bagnolet) – Essa praça recebeu o nome da cantora em 1978. Reformada em 2003, ela ganhou uma estátua de Piaf em homenagem aos 40 anos de sua morte.
  • Estágio 2: Cemitério Père Lachaise – Portão 2 (avenue du Pére Lachaise) – Piaf morreu em 10 de outubro de 1963 na cidade de Grasse. No dia 14 ela foi enterrada no cemitério Père Lachaise junto com seu coelhinho de pelúcia.
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Túmulo de Piaf (foto: Olivier Bruchez no Flickr)

  • Estágio 3: 5 rue Crespin-du-Gast (11° arrondissement, metrô linha 2 estação Ménilmontant) – Piaf viveu nessa rua em 1933. No n°5 fica o minúsculo Museu Édith Piaf que consiste em 2 salas em um apartamento privado. Visitas somente sob reserva, telefone +33 (0) 1 43 55 52 72.
  • Estágio 4: 72 rue de Belleville (20° arrondissement, metrô linha 11 estação Pyrénées) – Local onde os pais de Piaf viviam quando ela nasceu. Diz a lenda (criada pela própria cantora) que sua mãe deu à luz na calçada em frente ao n° 72 ajudada por 2 policiais.
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N°72 da rue de Belleville (foto: the euskadi 11 no Flickr)

  • Estágio 5: Moulin Rouge (82 boulevard de Clichy, 18° arrondissement, metrô linha 2 estação Blanche) – Foi aqui que Piaf conheceu Ivo Livi que além, de cantar nos primeiros shows dela, foi seu grande amante.
  • Estágio 6: L’Olympia (29 boulevard des Capucines, 9° arrondissement, metrô linhas 3, 7 e 8 estação Opéra) – Antigo teatro que depois virou cinema e, em 1954, foi transformado em casa de shows (continua sendo até hoje). Em 1955 Piaf foi convidada a se apresentar no local.
  • Estágio 7: 54 rue Pierre-Charron (8° arrondissement, metrô linha 1 estação George V) – Nos porões desse hotel existia o elegante cabaré Gerny’s cujo diretor Louis Leplee deu a Piaf o apelido de “Môme Piaf” em 1935.
  • Estágio 8: 67 boulevard Lannes (16° arrondissement, metrô linha 9 estação Rue de la Pompe) – Último local onde Piaf morou e onde, em 1960, foi escrita a canção “Je ne regrette rien”.
  • Estágio 9: 7 rue Leconte de Lisle (16° arrondissement, metrô linha 10 estação Église d’Auteuil) – Casa onde Piaf teve seu relacionamento romântico mais importante, com o boxeador Marcel Cerdan.

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