Na semana passada, visando a volta das férias, a rede de supermercados Monoprix lançou uma linha de roupas e acessórios feita em colaboração com 3 conhecidos street artists franceses: Tanc, Pro176 e Nasty.

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Vitrine do supermercado Monoprix

Dos três, somente Nasty (famoso desde o fim dos anos 80) usou em suas peças uma forte estética urbana com influências do grafite e das tags à la NY. Os outros dois artistas desenvolveram estampas mais relacionadas às artes gráficas e plásticas de uma forma geral.

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Moleton estampado, Pro176. Camiseta rosa, Nasty. Calça estampada, Tac.

Assim que vi a coleção em uma das lojas do Monoprix, lembrei do que uma amiga me disse uma vez: “quando a publicidade se apropria de um movimento cultural ou artístico para vender algo, quer dizer que a relevância daquele movimento acabou”. Concordo em termos com essa afirmação. Eu não diria que a relevância tenha acabado (talvez o impacto transformador da novidade tenha se perdido) mas que o movimento ficou pop no bom sentido americano da palavra.

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Vitrine do supermercado Monoprix.

A street art começou de forma contestadora e como meio de expressão artística alternativa. Era (talvez ainda seja) encarada pela maioria dos cidadãos como vandalismo e poluição visual. Com o passar do tempo, alguns artistas de rua foram se sobressaindo, ganhando status cult e sendo absorvidos pelo mundo das artes. Outros, como Banksy, mesmo querendo lutar contra esse sistema mercantilista, acabaram sendo abduzidos por ele sem querer. Pedaços de muros com obras de Banksy são arrancados e vendidos em leilões – teoricamente ele não ganha nem um centavo dessa transação.

Alguns outros conseguem um meio termo e comercializam sua arte de forma mais orgânica. O adorado street artist francês Fred Le Chevalier (falamos dele aqui) organiza regularmente bazares e acontecimentos onde vende quadros, livros, cartões e pequenos objetos estampados com seus personagens poéticos. Inclusive, no próximo domingo dia 07 de setembro, um desses bazares vai acontecer em um bar no 11° arrondissement de Paris (mais infos aqui).

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Obra do artista Fred Le Chevalier

Lembrando que a Fernanda Hinke oferece um tour de street art pelas ruas de Paris onde ela fala desses e de muitos outros artistas franceses.


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