A tradição data das origens da Fórmula 1. Já nesta época, os vencedores comemoravam com uma garrafa de champagne nas mãos.

Após a criação do Grande Prêmio de Reims, dois primos apreciadores de automóveis esporte e de champagne, Paul Condon Moët e Frédéric Chandon de Brailles, decidiram oferecer uma garrafa de champage ao vencedor. Gesto que foi devidamente apreciado e marketing genial  pois Moët et Chandon obteve uma excelente vitrine durante muitos anos.

Mas Moët Chandon perdeu esta posição privilegiada. Após 2000, Mumm se tornou o fornecedor oficial da Fórmula 1.

Dizem que foi o piloto americano Dan Gurney que teve a idéia de sacudir a garrafa, provocando a explosão da rolha e o “efeito ducha”. Daí para a frente todos os aqueles que sobem no pódio passam pelo ritual das deliciosas bolhas.

A introdução do campeonato Fórmula 1 em novos paises acarretou algumas modificações. Em Bahrein e em Abu Dabi o champagne é proibido no pódio. Os pilotos tentam obter efeito similar com suco de fruta gasoso. A troca não deve ser do agrado da maioria, visto a falta de entusiasmo do piloto acima.