Ela concentra todos os grandes nomes do luxo, dos cosméticos e do prêt-à-porter como outras avenidas, a 5e Avenue em New York ou a Nanjing Road em Shanghai.

Mas ela possui uma característica própria, uma diversidade inédita. Cartier, Vuitton estão lado a lado com o supermercado Monoprix, a espanhola Zara e a inglesa Mark & Spencer. E este melting-pot é a chave do seu sucesso.

Mas foi o luxo que deu credibilidade ao Champs Elysées. Quando Vuitton e Cartier investiram esta avenida, eles atrairam todos os outros. E hoje, as principais marcas querem seu espaço nesta brand avenue. Tittany’s está chegando, dizem que o hotel Harrods também. Hogo Boss abriu uma loja de 1100 m2, Levi’s propõe agora ser uma marca global e urbana, Lacoste, Aigle, Abercrombie & Fitch, Banana Republique, The Kooples, Eric Bombard…todos estão aí.

Não fico insensível à atração das vitrinas, sobretudo se elas associam luxo e arte como Vuitton.

Mas o que realmente me atrai é o público formado por turistas alegres, homens de negócio impacientes, jovens da periferia de Paris em busca de visibilidade.