Paris, torre Eiffel,  junho 2012, 23.30h.

Após o jantar, o neto lançou: e se fôssemos na torre Eiffel. O coitado estava frustrado. Ele não tinha ainda obtido da avó, o “sacrifício” das filas para subir na torre. Como a noite já estava avançada e que a torre fecha às 24h fiz um cálculo rápido. Ou não terá mais filas para pegar o elevador ou será tarde demais. Topei!

Ledo engano. A torre estava aberta e a fila para o elevador imensa. E diante da carinha triste a solução foi segui-lo escada acima,  aventura que terminou, confesso, no primeiro andar.

Bela recordação.