“No primeiro ano, a gente compra os móveis, no segundo , a gente troca os móveis de lugar e no terceiro,  a gente divide os móveis.”

O amor dura três anos, filme do midiático Frédéric Beigbeder já está nas salas em Paris.
Escritor, crítico literário, dandy cínico, animador de programadas TV e agora diretor de cinema, Beigbeder  atrai todas as atenções. Ele provoca reações extremas de amor ou ódio.
Seu filme surpreendeu a crítica e os comentários são elogiosos. O ponto forte do filme é o humor auto-depreciativo  do personagem principal, avatar de Beigbeder.
O filme engraçado, leve, inteligente.

Crítica do Le Monde.

Crítica do Le Figaro.