O sequestro de diretores e presidentes das grandes empresas é uma tradição do movimento operário francês.

Nestes últimos 30 dias cinco industriais foram sequestrados pelos seus operários. Entre eles os diretores da Caterpillar, da Sony e da 3M.

De acordo com sondagens publicadas pela imprensa, a população francesa é conivente com esta prática. Ela considera o sequestro como um gesto desesperado, o último recurso dos trabalhadores diante do fracasso das negociações.

Estas ações são breves, duram no máximo 48 horas, e sem violência física.

Os trabalhadores recusam o nome sequestro. Para eles trata-se de uma retenção.