A exposição de Jeff Koons no Castelo de Versailles, inaugurada ontem, é notícia nos jornais da França e do mundo inteiro. Como golpe midiático, perfeito. O que atraí  os jornais é Jeff Koons,  artista americano provocador,   porque a associação arte clássica e arte contemporânea não é recente.

O Museu do Louvre , desde 2006, vem convidando artistas  para exporem suas obras nas suas salas. Um  diálogo entre o passado e o presente.

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Graças as fotos de Sérgio T. Gonçalves podemos ver  o confroto entre o clássico e o contemporâneo do Louvre.

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Uma obra de Gloria Friedmann, um grupo de homens ou mulheres com relógios diante do rosto. Esculturas vivas de gesso em contraponto as esculturas clássicas de mármore.

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O artista Didir Frenet reveste,  com uma ducha de cabos de cobre,  a escultura clássica, Femme Voilée,  de Corradini.

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Anish Kapoor e seu  espelho curvo de dois metros de altura por oito de comprimento na Cour Khorsabad, no meio do decor  da Mesopotâmia do século VIII ac.

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As obras clássicas, os turistas e nosso fotógrafo refletidos no espelho contemporâneo, na procurada interação entre passado e presente.