Couchsurfing – um site de trocas culturais


Em junho de 2007 escrevi um artigo sobre o site Couchsurfing.com. Na época o descreví como um site para aqueles que procuram hospedagem grátis mundo afora.

Recentemente, Cham, um leitor fiel do blog, francês apaixonado pelo Brasil, me enviou informações mais precisas sobre o Couchsurfing.

Cham é membro desta comunidade e a sua busca, como a da maioria dos outros afiliados, não é simplesmente a procura de um quarto gratuito no país que deseja visitar. O princípio mesmo do Couchsurfinf não é de hospedar pessoas, mas de dividir um momento agradável com estrangeiros que estão no país, seja em torno de uma taça de vinho ou de uma refeição. Se uma afinidade se estabelece entre as pessoas elas podem receber os turistas por alguns dias.

Não se trata de um site tipo home exchange,  frequentado unicamente por pessoas que buscam uma troca de casas. Quase todos que se encontram no Couchsurfing buscam uma troca social e cultural e o “gratuito” não é a noção principal da busca. O convite para que a pessoa se hospede na sua casa é uma decisão baseada em trocas de informações, na intuição e no bom senso.

www.couchsurfing.com



François Simon: um crítico gastronômico francês no Brasil


Foto do blog François Simon.

François Simon é o crítico gastronômico do jornal Le Figaro e do seu suplemento Figaroscope, autor de vários livros sobre culinária e restaurantes franceses e diretor de um programa de televisão no canal Paris Première.

Ele esteve recentemente em São Paulo. Como leio regularmente seu blog, segui de longe sua viagem gastronômica pelas terras paulistas.

Ele gostou muito do Mani, que ele qualifica de neo-terroir e considerou Helena Rizzo uma chefe d’enfer.

Apreciou o Aizome que ele chama de japonês-chic.

Achou o Tordezilhas um endereço sólido, com uma carne ótima e um bom vinho argentino.

Ficou encantado com o DOM, com a precisão da sua cozinha e a delicadeza das misturas de sabores.

Única nota negativa: não gostou do Dalva e Dito, o anexo do DOM, classificando-o de turístico.

Ficou impressionado com o Mocotó, simples e adequado.

No Fasano ele teve um choque. Foi neste endereço que ele degustou a melhor refeição do ano.

No link abaixo vocês encontram todos os posts de François Simon sobre estes restaurantes.

http://francoissimon.typepad.fr



Andar e Voar


Carolina, que todos os dias (coitada) relê os meus artigos e corrige os meus erros, abriu um blog: Andar e Voar. Passem por lá. Gosto do artigo sobre uma viagem de Paris até a região de Bordeaux.

http://andarevoar.blogspot.com



Leitura do cabeçalho do blog


Quando pedi à Designlândia o projeto para um novo cabeçalho, conversamos muito sobre o que seria um interior parisiense típico. A imagem que temos de Paris é a da cidade construída pelo Barão Haussmann em meados do século XIX. Uma sala típica desta época possui invariavelmente os seguintes elementos:

O pé direito alto, madeira no chão, sancas, molduras e frisos decorando as paredes e os tetos, uma lareira central e um espelho com molduras douradas pendurado no espaço da evacuação da fumaça.

O cabeçalho do blog é uma sala típica parisiense com alguns outros detalhes lúdicos incorporados:

A  lâmpada Tour Eiffel je t’aime do designer Pierre Gonalons,  editada por Ascète.

O sofá em forma de boca projetado por Salvador Dalí.

A poltrona e o sofá antropomórficos, inspiradas nos móveis de Salvador Dalí. Móveis estes  que vocês encontram em um dos restaurantes mais bonitos de Paris: o Dali do Hotel Meurice.

E desvirtuando o haussmanniano clássico, coloquei na sala do Conexão Paris este solo que os franceses chamam dammier. Na foto, um dos corredores do Château de Versailles. O Conexão bem merece um solo de castelo, não?

Não poderia deixar de lado outras características fortes da cultura francesa: do castelo à revolução e desta aos movimentos sociais. Com muito carinho, o logotipo do Conexão Paris adquiriu traços de parisienses em greve.

A leitora Cláudia Oiticica identificou, imediatamente,  vários elementos do cabeçalho.

Restaurant Dali – Hotel Meurice – 228 rue de Rivoli 75001 Paris.




Conexão Paris na mídia


Conexão Paris foi citado como um blog confiável pela revista Viagem &Turismo.

Viviane Zandonadi, do Turismo & Gastronomia, que se encontra no portal da Veja São Paulo, dá o seu testemunho: O Conexão Paris é fundamental.

CBN também citou o Conexão Paris em uma entrevista com Viviane Zandonadi.

A revista Próxima Viagem, na edição 114, cita a parisiense que fala português.

E a revista Viver Brasil, na edição 11, publicou um artigo sobre os guias que estou escrevendo.



What do I wear in Paris?


A parisiense: Tight jeans + big bags

Paris Breakfast é um blog em inglês escrito por uma americana apaixonada por Paris. Em suas longas estadias na capital francesa ela observa, fotografa e depois pinta aquarelas sutis e leves.

Paris Breakfast acabou de publicar um artigo denominado  What do I wear in Paris, onde ela relata a preocupação principal dos leitores do seu blog. O que vestir em Paris? Achei divertido. Americanas ou brasileiras, as preocupações são as mesmas. Mais divertido ainda o fato de termos, ela e eu, o mesmo olhar. Descrevemos as francesas quase com as mesmas palavras.

Vale a pena lerem o artigo. Ela saiu pelas ruas de Paris e fotografou as parisienses. O que calçam, quais as bolsas preferidas, o que vestem, quais os gestos típicos.

Paris Breakfast



Como se vestir para um casamento na França? Como se vestir para sair à noite em Paris? Como se vestir na primavera?


As perguntas que voltam sempre.

Neste último mês, não sei o que aconteceu, numerosas foram aquelas convidadas para casamentos em Paris. O que vestir? E para sair à noite?

Eu  digo: um pretinho básico. Para não correr riscos.

Agradeço a ajuda do site Madame-Figaro que acabou de publicar esta escolha para um casamento chic:

Um pretinho e uma veste para proteger do friozinho primaveril.

E os acessórios .

E agradeço ao blog da Gwyneth Paltrow as fotos que ilustram o que digo sempre aqui.

Para andar o dia todo ou para um jantar mais informal: um trench e o pull marinho.



http://madame.lefigaro.fr



Compre os ingressos para Versailles e imprima em casa


No site da Fnac você compra não somente os ingressos para visitar o castelo de Versailles, como também os ingressos de todos os espetáculos oferecidos: teatro, dança ,shows musicais e os espetáculos com as fontes do jardim.

O mais importante: você imprime em casa os ingressos.  Você já chega à França com tudo dentro da mala: acabou aquela corridinha rápida na Fnac para pegar os ingressos comprados no site.

Eu aconselho, no programa 2009, o balé Banche de Neige.

www.fnacspectacles.com



We are all french now


Este artigo apareceu no Business Week, assinado Bruce Nussbaum.

A relação franco-americana nunca foi tranquila. Para explicar a tensão existente entre os dois países uns invocam uma França arrogante, outros uns Estados Unidos voltados exclusivamente para seus próprios interesses. A única certeza é a rivalidade da França com a maior potência mundial. Por isto achei este artigo divertido. Os franceses tinham razão…

Guerra do Iraque: Os franceses diziam que não havia armas de destruição potencialmente perigosas e que uma guerra seria desnecessária. Os franceses tinham razão.

O capitalismo e o mercado financeiro neo-liberal: Os franceses queriam mais regulação e menos globalização enquanto os americanos não desejavam nenhuma regulação e uma globalização total. Os franceses tinham razão.

O sistema de saúde: O sistema americano de seguro saúde é duas vezes mais caro e fornece um atendimento inferior ao sistema francês. Os franceses tinham razão.

Os alimentos: Os franceses sempre consumiram produtos locais e de estação, como ostras no inverno, abricot no verão…os americanos agora adotaram este modo de consumo. Os franceses tinham razão.

O vinho: os franceses sempre disseram que o vinho era bom para a saúde. Os americanos gastaram milhões para provarem que o vinho é bom para o coração. Os franceses tinham razão.

www.businessweek.com



Sandemans’s – New Europe Tours


Foto: Sérgio T. Gonçalves

Esta dica eu li no Inquietos. Os donos deste blog testaram, na Alemanha, uma nova proposta para passeios com guias turísticos.

Do que se trata? Jovens, todos com um razoável conhecimento das grandes cidades européias, fazem circuitos a pé com os turistas mostrando as ruas, os bairros e os monumentos interessantes. O ambiente é descontraído, a conversa é informal e intercalada por taças de vinho ou copos de cerveja. A originalidade da proposta está no ritmo, mais lento que o tradicional city tour e na forma de pagamento. Não existe uma tarifa pré-determinada. Os turistas pagam o preço que julgam correto.

Paris está na lista das cidades com este serviço.

Sandeman’s.New Paris Tours