La Machine du Moulin Rouge: bar, casa de espetáculos e mais…


O Moulin Rouge todos conhecem ou ouviram falar. Mas a La Machine du Moulin Rouge é menos conhecida.  O La Machine se encontra ao lado do Moulin Rouge e foi inaugurada em 2009.  Trata-se  de um grande espaço que reune público jovem e simpático. A decoração eu classificaria como kitch potência máxima.

A casa possui três ambientes.

Uma sala de espetáculos para 750 pessoas.

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Uma discoteca para 400 pessoas ao lado de um “jardim de inverno”.

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Um bar americano para 250 pessoas.

La Machina possui uma programação musical eclética de sucesso: rock, eletro, soul, festas temáticas divertidas,  effeuillages* relâmpagos.  As noites do Machine são famosas.

Para o dia 31 de dezembro o La Machine promete um reveillon brasileiro explosivo. Preço 31 euros a entrada.

90 boulevard de Clichy 75018 Paris – metro Blanche.

*  A diferença entre strip tease e effeuilage é o humor. O effeuilage é burlesco e dura 5 minutos.

Comprem ingressos para o reveillon ( que vai ser animadíssimo ) aqui.

Vejam o site da Machine aqui.

Facebook de Mimi de Montmartre Mimi de Montmartre faz um número de effeuilage no bar do La Machine.



Paris: Carmen, bar hype


Um dos endereços mais bonitos e hypes de Paris.

Bar situado em mansão luxuosa no 9ème arrondissement, imóvel protegido pelo patrimônio histórico e antiga residência do compositor George Bizet. Dizem que foi neste endereço que ele compôs sua obra mais famosa, Carmen.

Além de ser um bar maravilhoso, Carmen organiza soirées temáticas divertidas e, nestas ocasiões, se transforma em discoteca.

Aconselho este endereço pela sua arquitetura e pelo ambiente. Carmen fica animadíssimo à partir de quinta feira.

A estratégia é seguir a programação na  sua página Facebook. Vejam também as fotos do local e das festas.

34 rue Duperré 75009 Paris – metro Pigale – aberto de terça à sábado das 22h às 2 da manhã. À partir de sexta até às 4 horas.

Preço dos aperitivos: 12 euros.

Vejam blog do Carmen aqui.

Facebook do Carmen aqui.



Hotel Banke e seu bar


Sobre o hotel, nós já publicamos alguns artigos. Ele se encontra na rue La Fayette, pertinho das Galerias Lafayette. Hoje o assunto é o bar do Hotel Banke.

Para mim, basta atravessar a rua. Por isso ele virou meu ponto de encontro.

Tudo começa com esta entrada  estilo bordel de luxo.

Em seguida à esquerda o restaurante e à direita o espaço ponto de encontro e aperitivo entre amigos.

A decoração possui dois detalhes fortes. O bar redondo comandado por uma “barmen”, algumas mesas e cadeiras confortáveis.

Um imenso canapé de couro. Acompanhado por estas cabeças de zebu.

Tudo acintosamente dourado.

Mesmo se o ambiente não fosse extremamente agradável, o atendimento descontraído e atencioso eu voltaria sempre por causa do toilette.

Furiosamente tendência.

Toda a decoração do hotel é assinada por Philippe Stark.

Fica aqui a dica para um aperitivo após as compras no boulevard Haussmann. Quem sabe topamos por lá.

Vejam outros artigos sobre o Hotel Banke aqui e aqui.

Hotel Banke - 20 rue La Fayette 75009 Paris – metro Chaussée d’Antin.



Hotel Le Meurice lança festival gastronômico com chef brasileira


Pela primeira vez em sua história, o hotel Le Meurice lança, com o apoio oficial da Embaixada do Brasil na França, seu Festival Brasileiro de 12 a 25 de Setembro de 2011.

Uma homenagem que o Le Meurice faz ao maior país da América Latina. No programa  uma semana culinária, orquestrada pela Chef Samantha Aquim, e uma quinzena no Bar 228 com diversas variações da nossa cachaça bem brasileira.

Samantha Aquim  homenageia a cozinha do Chef  três estrelas Yannick Alléno criando com humor um menu 100% de sabores brasileiros. A nossa chef reinterpretará os grandes clássicos brasileiros, os pratos tradicionais da Bahia passando pelo Rio com alguns toques de sabores amazonenses, sem esquecer suas especialidades de chocolate.

Nossos pratos e a nossa caipirinha degustados no restaurante ou no bar de um dos hoteís mais tradicionais e bonitos de Paris é uma experiência, pelo menos, inusitada.



Absinthe ou la fée verte


O absinthe – ou a fada verde -  voltou a ser consumido na França. Ele foi proibido pelo governo francês em 1915 como uma medida de proteção à saúde pública. Desde então esta bebida virou legenda e ficou na nossa imaginação como o álcool potência mil que torna as pessoas loucas.

O absinthe foi a fonte de inspiração ou a arma fatal de Baudelaire, Verlaine, Rimbaud, Wilde, Degas, Van Gogh, Toulouse-Lautrec, Hemingway, Picasso…

Oscar Wilde dizia que “ o primeiro copo nos mostra as coisas como queremos vê-las, o segundo nos mostra como elas não são; após o terceiro, nós as vemos como elas são realmente. E nada  pior do que isto”.

Parece que na realidade, o absinthe não é pior do que qualquer outro álcool. A interdição de 1915 foi decidida em função da dependência problemática, à este álccol,  das forças armadas francesas durante a primeira guerra mundial e como resultado de lobbying intensivo dos fabricantes de vinho.

No início dos anos 2000  a proibição foi anulada e atualmente o absinthe virou bebida hype. Nos bares e clubes de Paris o objetivo é transformá-lo em álcool festivo e jovem.

Se hoje ele é bebido em cocktails elegantes, o verdadeiro ritual para soboreá-lo consiste em colocar um pedaço de açucar sobre uma colher perfurada que repousa nas beiradas de um copo contendo uma dose de absinthe. Em seguida gotas de água gelada o dissolvem e à medida que o açucar dissolvido cai no absinthe sua cor passa de verde à verde leitoso.

Vocês podem provar – com moderação – o absinthe no bistrot La Fée Verte. Vejam os comentários sobre esse endereço no TripDivisor.

Artigo publicado por Les Inrocks.

Cliquem aqui para entrarem no site do fabricante Pernot.



O Rosa Bonheur bomba no verão parisiense


Artigo escrito por Kátia Becho

O nome do lugar homenageia uma pintora de espírito libertário e independente que viveu na França do século XIX e abriu em Paris a primeira escola de desenhos voltada exclusivamente para mulheres.

Com certeza, a inspiração faz jus à atmosfera do lugar hoje em dia. Diverso, alegre, colorido, aberto e engajado nos temas sociais e ambientais da nossa época, o Rosa Bonheur é um bar que funciona num pequeno pavilhão construído em 1867 junto com o parque que o abriga, o Buttes Chaumont, no 19ème. E estar dentro do parque faz toda a diferença.

O cardápio tem espírito de pic-nic e oferece porções de presunto ibérico, queijo Cantal, creme de alcachofra, tapenade e outras delícias acompanhadas de baguete. Os vinhos são da casa, vendidos em garrafas (vale experimentar o rosé) e há ótimas cervejas pression (nosso velho e bom chopp).

De posse de sua bandeja, procure uma mesa do lado de fora e prepare-se para dividi-la com jovens franceses descolados que gostam de conversar e fazer amigos (se você não fala francês, não tem problema. O inglês é bem-vindo).

O clima é sempre de festa a partir das 19h, mas a coisa esquenta mesmo lá pelas 21h, quando a ótima música dos DJs residentes dão a senha para o movimento inverso: quem está do lado de fora quer entrar e, nesse percurso, olhares e cantadas inteligentes e engraçadas são inevitáveis. Entre no clima e viva um lado de Paris inusitado sob todos os aspectos.

O Rosa Bonheur abre de quarta a domingo, a partir de meio-dia. O lugar mostra seu ecletismo dependendo do horário que se vá. Mais cedo, é comum ver famílias inteiras aproveitando o ar puro do parque, tomando refrigerante e comendo gateaux. Com o cair da tarde, o lugar atrai jovens de todas as idades que fazem fila no parque para entrar na área cercada do bar. Aos domingos, o ecletismo é ainda maior, pois a turma rainbow tem encontro marcado no Rosa a partir de 17h. Vá e divirta-se!

P.S.: veja a foto do mesmo lugar no século retrasado, quando o restaurant-guinguette se chamava Weber Café e as pessoas iam para beber e dançar. Não mudou quase nada, não é?

Bar/restaurante Rosa Bonheur – Parc de Buttes Chaumont, 19ème arrondisement.

Entrada pela rue Botzaris.

Metrôs Botzaris e Buttes Chaumont. Ônibus linha 48, 54, 60 e 75.

http://www.rosabonheur.fr/



Dokhan’s Bar – para os apreciadores de champagne


Antes ou após visita obrigatória da torre Eiffel, passem um momento menos turístico e mais euforisante em um dos primeiros bares champagne de Paris. Atravessem o Sena, subam em direção ao Trocadero e duas quadras mais tarde vocês estão na elegante rue de Lauriston. Entrem no hotel Radisson Blu e escolham uma mesa no Dokhan’s Bar.

O sommelier propõe todas as semanas três diferrentes cuvées e um cardápio com mais de sessenta labels de prestigiosos champagnes.

Como exemplo, na primeira semana de maio o champagne apresentado foi Dom Pérignon millésime 2022. Em seguinda Dokhan’s bar apresentou a seus clientes o champagne Laherte, sobretudo um millésime 2007 100% pinot meunier.

Horário de funcionamento:

Café da manhã: 06.30/10.30h

Almoço: 12.00/15.00h

Salão de chá: 16.00/18.00h

Champagne Bar: 18.00/00.15h

Endereço: 117 rue Lauriston 75016 Paris. Reservas no site do bar. Cliquem aqui.



A varanda/bar deste verão


O endereço deste verão será a varanda do restaurante Mini Palais.

A partir do dia 5 de maio, das 18h às 24h,  esta varanda vai acolher a Maison Veuve Cliquot e se transformar em bar chic com piano e champagnes rosé, brut ou vintage.

No final do ano passado almocei no Mini-Palais do museu Grand Palais e adorei. Leiam aqui artigo sobre este restaurante.



Como abrir o champagne


Sabrer ou não o champagne?

Ritual herdado dos militares que, nas comemorações viris, abriam a garrafa com a espada.

Até hoje praticado mas somente alguns  corajosos ousam este gesto delicado.

Claro que no lugar da espada entrou em cena uma grande face de cozinha. O gargalo não se quebra,  os especialistas o cortam sem problemas colaterais. Vejam exemplo aqui.

E não é que Mumm está vendendo na loja Colette um cofre com uma garrafa e seu sabre versão contemporânea. Preço 600 euros.



Moët Chandon Ice Imperial


Moët Chandon Ice Imperial é um champagne que se serve com gelo, de preferência em torno da piscina ou durante um por do sol diante do mar.

Mas, segredos de marketing insondáveis, este champagne será vendido somente nas praias peoples como Saint Tropez,  Ibiza ou alguns lugares draconianamente selecionados, como o restaurante do museu Palais de Tokyo em Paris.

Aliás a moda é degustar champagnes com gêlo.  Vejam o vídeo abaixo clicando aqui.