Onde passear domingo em Paris?

Este é um dos nossos programas preferidos, domingo, em Paris.

Os cafés do Tuileries

O ponto de encontro com a família toda é no Jardin des Tuileries. Alguns chegam mais cedo para tomar café da manhã ensolarado, debaixo das árvores do parque, outros chegam na hora marcada, em torno das 11h.

A pé, seguimos em direção à voie George Pompidou, aberta aos domingos somente aos pedestres, bikes e companhia. Pegamos o primeiro acesso para pedestres após o Museu Louvre.

As margens do Sena

Para mim, apaixonada pelas margens do Sena, está é a vista mais bonita da cidade. Aguardo impaciente o final do inverno e os domingos ensolarados da primavera e do verão para repetir o mesmo itinerário: caminhar no nível do rio e passar por baixo das pontes.

A ponte dos cadeados

Passamos pelo Pont des Arts e seus cadeados. Caminhamos  na lateral da Ilha Cité e seu Pont Neuf.

Conciergerie: prisão da Maria Antonieta

Passamos diante da Conciergerie, a prisão da Maria Antonieta.

 

Ilha Saint Louis

E um pouco mais para frente, estamos perto da ilha Saint Louis.

Continuamos  até a próxima saída da Voie George Pompidou para  atravessamos o Sena pela Pont Marie e entrar na ilha.

O almoço é sempre por aí, sem grandes exigências gastronômicas. Um crepe, um sanduíche croque monsieur em qualquer varanda ensolarada, um sorvete Berthillon … e a vida é bela.

Na rive droite, todos os domingos e feriados, aberto aos pedestres do túnel das Tuileries até o Ponte Charles de Gaulle.

Na rive gauche, idem, do Quai Anatole France até a saída Quai Branly.

Horário: das 9 às 17 horas.

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O circuito das passagens cobertas de Paris

Zildinha, nossa guia para passeios a pé por Paris, possui vários roteiros para você conhecer a cidade. Um deles é o das “passagens cobertas”, um circuito de quatro horas com pausa para cafezinho gourmet.

O passeio começa no Palais Royal (pertinho do Louvre) e termina no Grands Boulevards e atravessa as mais belas passagens parisienses.

Hoje, estas passagens estão protegidas pelo patrimônio histórico. Entre 1814 e 1830 existiram 150 passagens e nos restam somente 16. Elas desapareceram durante a reforma de Paris dirigida pelo Barão Haussmann ou faliram diante da concorrência das lojas de departamento.

As passagens cobertas são galerias escavadas no interior dos edifícios e serviam de abrigo, à uma clientela rica, contra o frio, a chuva, o barulho e respingos das carruagens. Do ponto de vista do urbanismo, elas simbolizaram a conquista da cidade pelos burgueses. Iluminadas por uma cobertura de placas de vidro e aquecidas, representaram um marco de modernidade. Elas cortavam caminho de um lado a outro e eram ocupadas por lojas, restaurantes, artesãos.

A maioria delas se encontra no lado direito do rio Sena, no interior dos limites de Paris antes de 1860.  Elas estão perto da região denominada Grandes Bulevares ou seja, boulevard des Italiens, boulevard Montmartre.

Umas passagens foram inspiradas nos souks orientais como a Passagem des Panoramas e a Passagem du Caire, construidas entre 1789 e 1805.

As construidas entre 1820-1839 são mais luxuosas como as belas Véro-Dodat, Vivienne e Colbert.

A terceira geração, as construídas após 1840, são mais altas, com estruturas metalicas aparentes mas menos luxuosas,  como a Passagem Jouffroy.

As poucas que restam ainda possuem restaurantes ( uns excelentes ), lojas interessantes, livrarias e os parisienses continuam se servindo dessas passagens para cortar caminho de um bairro à outro, flanar, fazer compras e ver o tempo passar nas mesas dos restaurantes e salões de chá.

Entre em contato com a Zildinha pelo email:  visiteparisape@gmail.com

Clique aqui para ler o post de apresentação da Zildinha.

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Casa de chá e pequeno restaurante em Paris

Retorno sempre ao À Priori Thé  e sempre o indico aos amigos de passagem por Paris.

O À Priori Thé é uma casa de chá e pequeno restaurante com uma localização perfeita: no centro de Paris e no interior da maravilhosa Galerie Vivienne. Ele está aberto para o café da manhã,  o almoço e o chá da tarde.

As tortas e bolos são deliciosos. No almoço, temos algumas opções simples e saborosas.

Desta última vez pedimos enrolado de frango recheado, molho pesto e salada de espinafre. Ótimo.

Macarrão com beringelas grelhadas e molho de queijo.

E não se esqueça de conhecer a Galerie Colbert, que se encontra ao lado da Vivienne, e passe um momento agradável no Jardim do Palais Royal.

35 Galerie Vivienne 75002 Paris – tel.: 01 42 97 48 75.

Leia artigo onde explico a origem e os encantos das Galeries Vivienne e Colbert. Clique aqui.

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A estação Palais Royal Musée du Louvre

Quando estiver no centro de paris, entre a Comédie Française e o Museu do Louvre, preste atenção na saída do metrô da estação Palais Royal Musée du Louvre.

Trata-se de uma obra do artista frances Jean Michel Othoniel que escolheu o vidro como material central da sua obra. Sua reputação é internacional e suas obras foram expostas em New York, Miami, Ankara, Hong-Kong, Bangkok, Grenade e, recentemente em Paris no Museu Centre Pompidou.

Em 2013 ele e o paisagista Louis Benech vão dar uma outra organização à um bosque do jardim de Versailles. Os seus colares de vidro suspensos em galhos ou instalados na natureza produzem um resultado onírico e romântico.

Para mim é sempre um enorme prazer passar diante desta obra feérica e fotografar as pessoas instaladas no banco mais famoso de Paris.

Veja aqui algumas das obras do artista:

www.othoniel.fr

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O discreto charme da galeria Vérot-Dodat em Paris

A Galeria Vérot-Dodat é mais uma dessas passagens cobertas parisienses cheias de charme e de história, que geralmente ficam fora dos roteiros turísticos.

Galeria Véro Dodat em Paris

Entrada da galeria

A galeria fica no 1º arrondissement (bairro 1), e faz a ligação entre as ruas Jean Jacques Rousseau e du Bolois. Construída em 1826, a galeria leva o nome de seus fundadores, os açougueiros e investidores imobiliários Véro e Dodat que decidiram abrir essa passagem com espaços para lojas, encurtando o caminho entre o antigo mercado da cidade (Les Halles) e o Palais Royal.

Teto da galerie Véro Dodat em Paris

Restaurada em 1997, a galeria guarda sua arquitetura original – teto com painéis pintados intercalados com vidraças.

Ao entrar aqui, somos tomados por uma mistura de sentimentos: o ar decadente das antigas lojas se mistura ao brilho das marcas luxuosas que começam a ocupar este espaço. Em uma das extremidades, está instalada a boutique da By Terry, a excelente marca francesa de maquiagem.

By Terry

Vitrine da loja da By Terry

Na outra extremidade, Louboutin! Aliás, são duas lojas Louboutin: mulher e homem.

Vitrine da loja do Louboutin

Ao lado do Louboutin, uma sapataria. Com o simpático nome de Sete para a meia-noite, essa não é uma sapataria qualquer. É aqui que as cinderelas trazem seus velhos pares de Louboutin para consertar (e mesmo trocar) a sola vermelha, tirar manchas, arrumar saltos etc. Há também produtos adequados para manter o bom estado desses sapatos-jóia. Não é barato, mas é o preço que se paga para se ter um Louboutin.

Sapataria da galeria Véro Dodat

Fachada da sapataria Minuit moins 7

E mais: duas antigas e charmosas brasseries (beeeem francesas), galerias de arte, antigas lojas de móveis. Puro charme.

Galeria Véro Dodat em Paris

O interior da Galeria Véro-Dodat

Galerie Véro-Dodat: 19 rue Jean Jacques Rousseau | Metrô: Palais Royal / Musée du Louvre

Leia mais sobre as outras galerias de Paris:

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