O menor prédio de Paris

Eu nem sei se é verdade. Um dia, isto foi em 1984,  um amigo me disse: este é o menor prédio de Paris. Desde então, todas as vezes que estou nas margens do Sena e passo diante do número 13 do Quai Voltaire, namoro o “menor prédio de Paris”.

O menor prédio de Paris

O menor prédio de Paris

A porta de entrada é linda, um azul intenso. A decoração da fachada do térreo e do primeiro andar é elegante. Me incomoda um pouco o último andar. Tenho a impressão que é falso, construção posterior para aproveitar “a laje”.

Será uma residência? Será realmente estreito como aparenta?

Há anos, alguns  endereços  em Paris estimulam minha curiosidade. Por causa de pequenos detalhes, uma janela imensa diante do Sena, uma escultura na fachada, uma placa informando o nome de ilustres proprietários qua aí viveram nos séculos passados ou que aí morreram em combates heróicos.

Coisas do cotidiano em Paris.

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Relaxe com uma massagem no lindo spa Six Senses, em Paris

Massagem é um dos meus pequenos luxos preferidos. Não faço regularmente, mas sempre que posso arrumo uma desculpa para me oferecer esse momento. Vai aí então uma dica para quem quiser aproveitar a viagem a Paris para relaxar um pouquinho.

Sempre que passava na porta, a bonita parede verde do Spa Six Senses me chamava a atenção.

A perede verde, na entrada do Spa, é um chamariz. Especialmente nos dias frios...

A perede verde, na entrada do Spa, é um chamariz. Especialmente nos dias frios…

O spa fica no subsolo, mas a arquitetura é tão incrível que nem notamos estar abaixo do nível da rua. Ao descer as escadas, deixamos pra trás a correria e o burburinho do centro da cidade e entramos num clima de calma e desaceleração.

As massagens acontecem dentro de cocoons, grandes casulos feitos de madeira. Por fora, lindos. Por dentro, aconchegantes e tranquilos.

O interior da sala de massagem do spa Six Senses

O interior da sala de massagem do spa Six Senses

Ao fundo dos cocoons, um gigantesco painel exibe a paisagem de Paris, em tempo real.

A parte externa dos cocoons, feitos com madeira brasileira trançada

A parte externa dos cocoons, feitos com madeira trançada

Paisagem de Paris em tempo real é cenário de fundo.

Paisagem de Paris em tempo real é cenário de fundo.

Vamos ao que interessa: o cardápio de massagens é extenso. Sou tradicionalista e acabo sempre optando por uma simples massagem relaxante, que recebe o nome de Massagem Holística no Six Senses (50 minutos, 125 euros). Mas, entre relaxantes, energizantes e estéticas,  têm algumas opções bem mais interessantes e criativas para quem gosta de ousar mais:

Para quem está chegando destruído da viagem, a massagem Décalage Horaire (fuso horário) pode ser uma boa opção: acumpressão nos pés, massagem no couro cabeludo e no rosto para recompor a fisionomia (50 minutos, 125 euros).

Ou a massagem indiana do couro cabeludo, para quem está com dor de cabeça – ou para aliviar a fisionomia tensionada pois relaxa os músculos da testa (25 minutos, 70 euros).

Ou ainda o tratamento facial com mel produzido nos tetos de Paris, pelas abelhas do Jardin des Tuileries (50 minutos, 145 euros).

Finalizei o dia renovada com meu pequeno grande luxo, pronta para começar a noite.

O spa Six Senses fica bem no centro de Paris, na rue Castiglione, ao lado do Jardin des Tuileries e da Place Vendôme.  É melhor agendar antes.

Obs.: como a luz do lugar é muito fraca (o que é ótimo), minhas fotos ficaram piores do que péssimas. Por isso, todas as fotos acima foram retiradas do site (mas refletem muito bem a realidade!).

Spa Six Senses

3 Rue de Castiglione | 75001

Tel.: 01 43 16 10 10

Aberto aos domingos

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Aproveite sua viagem a Paris para fazer uma tatuagem

Não pertenço à geração tatuada. Mas gosto de observar motivos ou frases que escapam da manga da blusa, da meia, ou que são revelados em um movimento do cabelo, do braço. Há alguns meses, pensei em fazer um artigo sobre tatuagem em Paris. Pode ser divertido para quem estiver de passagem pela cidade. Apesar de não entender NADA do assunto, descobri dois endereços – bem diferentes um do outro. Mas gostei de ambos.

O primeiro é do artista de rua francês Fuzi Uvtpk. Quem já andou pelo RER C já esteve em contato com seus grafittis nos carros e nos corredores por onde passam os trens.

Graffiti de Fuzi. Foto tirada do site do artista.

Além de artista de rua, Fuzi também faz tatuagens.

Graffiti de Fuzi. Foto tirada do site do artista.

E foi o escolhido por Scarlett Johansson para a sua mais recente tatuagem.  Veja matéria do Huffington Post.

Scarlett Johansson exibe sua mais nova tatuagem, feita pelo artista Fuzi

O segundo endereço é o oposto. Trata-se da artista canadense, radicada em Paris, Sunny Buick. Especializada em tatuagens coloridas, tem um estilo bem retrô, bem girly.

Tatuagem de Sunny Buick. Foto do site da artista.

Tatuagem de Sunny Buick. Foto do site da artista.

Tatuagem de Sunny Buick. Foto do site da artista.

E, para os alucinados por Paris…

Tatuagem de Sunny Buick. Foto do site da artista.

Tatuagem de Sunny Buick. Foto do site da artista.

Voilá! Se alguém fizer uma tatuagem aqui, manda foto pra gente, hein? E se alguém que entenda mais do assunto tiver outras dicas, manda pra gente também.

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Os bebês da Evian


Os famosos bebês da Evian, marca francesa de água mineral, estão de volta.

Eles possuem milhões de fans no mundo inteiro. A primeira campanha publicitária em 1999, os bebês nadadores,foi o primeiro sucesso da série “bebês”. Depois tivemos os bebês rollers em 2009 e agora os dançarinos. O vídeo dos bebês rollers foi visto por 150 milhões de pessoas se tornando o vídeo publicitário mais acessado de todos os tempos de acordo com o world Guiness Book.

O vídeo da atual campanha é o mais visto no mundo desde o seu lançamento há três semanas.

Dentro de alguns dias Evian lançara uma aplicação para smartphones e tablets que permitirá aos usuários de se “babyficar” graças à uma ferramente de reconhecimento facial.

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Paris: 14° lugar na lista bicycle friendly cities

Paris obtém o 14° lugar na classificação mundial das cidades pro-bicicletas.

Os dados foram publicados pela empresa dinamarquesa Copenhagenize especializada na prática da bicicleta urbana.

Com o programa Vélib, os corredores de ônibus abertos aos ciclistas, as zonas 30km/h onde os ciclistas andam no sentido contrário Paris ficou em 14° entre 150 cidades.

A capital está longe das vencedoras, Amsterdam-Copenhague-Utrecht, longe da suas rivais francesas Bordeaux e Nantes, atrás de Berlin e Munich mas diante de Londres e New York e faz parte das top 20.

E, comentário à parte,  Rio de Janeiro se classificou em 12° lugar!

Os especialistas  são elogiosos sobre Paris,  cidade apresentada como exemplo a ser seguido. Sem tradição no uso da bicicleta como meio de transporte, Paris conseguiu em poucos anos introduzir o programa Vélib e criar quase 700km de ciclovias em 10 anos.

A prefeitura tem ainda muito trabalho pela frente: aumentar a segurança, criar novas vias e convencer os parisienses que a bicicleta é realmente um meio de transporte. Atualmente somente 3% dos habitantes adotam as bikes.

O prefeito anunciou recentemente o início da construção de uma ciclovia na avenida Champs Elysées, da Praça Concorde até o Rond Point. Ela estará pronta no final de junho de 2013. Primeiro passo de um projeto que compreende toda a avenida.

Para os turistas, a prefeitura deveria melhorar o sistema de acesso ao uso do Vélib. Inúmeros leitores relataram débito indevido da caução de 150 euros!  Prova que o sistema não é totalmente seguro para aqueles que andam de bicicleta ocasionalmente.

Veja aqui mapa das ciclovias e corredores de ônibus usados pelos ciclistas.

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