Bernardaud é uma indústria de porcelana fundada em 1863 na cidade francesa de Limoges.
Atualmente a empresa trabalha com os melhores designers do mundo – veja lista aqui - e entre eles os Irmãos Campana.
Onde encontrar estas porcelanas: na bela loja Bernardaud no 11 rue Royale, entre a Madeleine e a praça Concorde.
Aproveite para comprar macarons na loja Ladurée, situada pertinho da Bernardaud, no 16 rue Royale.


Concordo com o Carlos e outros – jamais teria , nem de graça.
Cláudia, já temos motivo para voltar….também pulei o D’orsay dessa vez!
Claudia Oiticica
“Nós sempre teremos Paris”, não se preocupe !
Marcia Lube,
não me perdôo de não ter ido conferir. Teve uma emissão do Des Racines et Des Ailes todo dedicado à essa repaginação do museu. Segundo o programa os Campana se inspiraram no livro 20 Mil Léguas Submarinas.
Pois é, Marcos. Pela televisão, gostei muito, rs.
Claudia Oiticica
Gostei da reforma do d’Orsay.
E o que me encantou foi que quando você chega pela escada rolante ao 5º andar, tem-se uma vista linda de todo o museu.
Os Impressionistas merecem o novo espaço.
E o Relógio permitindo através dele, uma visão da cidade : tiramos fotos interessantes.
Gostei da lojinha e troxe para meu filho a ” Corbeille Nuvem” e o Café Campana alegre e movimentado.
Mas o que será que fizeram que lembra Júlio Verne ?
Sempre gostei das porcelanas feitas em Limoges, principalmente a Jacob Petit e Bernardaud. Mas, desenho dos irmãos Campana??????? Acho a dupla uma grande enganação, que a mídia nos empura goela abaixo…
Cláudia Oiticica,
justiça seja feita, o Café Campana (antigo Café de l’Horloge no Musée d’Orsay) ficou bem bacana!
Claudia
Rsrsrsrs
Vou checar o bar do d’Orsay (Campana) e depois conto para vc…
Eymard, esses pratos especificamente, não são os meus favoritos, rs. A marca Bernardaud tem uma infinidade de outros que amo. Eu admiro muito os Campana, mas tem coisas que também não gosto.Me diverti com a opinião do Marcos quando ele falou da linha Nazareth. Me lembro que vi numa revista e achei o máximo uma peça dessa linha que tinha braços e pernas,rs. Mas o preço passava dos 10 mil euros…
Ano passado vi num programa que eles reformularam o café do museu d’Orsay inspirados no universo do Jules Verne (alguém já conferiu o resultado in loco?) e que vão ser um dos responsáveis pela repaginação do Lutetia.
Depois da polêmica Starck, segue agora a Campana, rs.
Adoro os Irmãos Campana, mas estes pratos devem ter sido concebidos somente como enfeite… não?!
Para mim, fica difícil gostar de estampas animais em pratos…
Até gosto de misturar estilos, mas ficou carregado!
Talvez num espaço absurdamente clean fique bom como enfeite, mas não vai estimular o apetite!
Também nao gostei e estou com o Marcos. Os irmaos tem coisas bonitas (como as cadeiras) mas nem sempre acertam. Desses pratos, sinceramente, nao gosto. Claudia dessa vez vou me permitir discordar de voce. Apesar de que o errado, certamente, sou eu. Saudades de voce, Claudia. O que anda lendo e assistindo que se relacione com a França?
Prato para mim tem ser simples e limpo. De preferencia branco e redondo. A comida se perde nessa confusão.
Como enfeite acho bem bonito, porém como prato que receberá uma refeição acho que briga com a beleza e arte do conteúdo.
A carreira dos Irmãos Campana é pontuada por altos e baixos. A parceria com a Bernardaud pertence, logicamente, à segunda categoria. É inacreditável que alguém que tenha concebido a cadeira “Favela”, a cadeira “Vermelha” e uma genial linha de móveis híbridos em plástico e palha trançada, tenha parido algo tão óbvio e pouco inspirado. Esperava bem mais da dupla! Ainda, a linha “Nazareth”, também parceria com a Bernardaud, composta de castiçais, fruteiras e que tais, feitas de braços e pernas de boneco amalgamados, é das coisas mais medonhas já engendradas pela mente humana!
Sou fã da dupla e da marca. Bernardaud, Raynaud enlouquecem qualquer um que gosta de coisas para casa.