Texto assinado por Sueli OVB.
Nessa última viagem fomos a alguns restaurantes que são citados aqui no Conexão Paris e alguns deles possuem posts exclusivos.
Dos indicados, fomos ao Alcazar, ao KGB (indispensável reservar), ao Hédiard, citado pela LuciaC e que me surpreendeu muito pela qualidade, atendimento e decoração, ao Cristal Room, localizado no lindíssimo Musée Baccarat, gratuito para quem almoça no restaurante, ao Publicis, depois de voltar da Salle Pleyel – que também tem um restaurante, mas sofrível – onde assistimos um concerto em homenagem a Beethoven, ao Café de la Paix, onde almoçamos antes do balé de Rolin Petit na Ópera Garnier, ao Bofinger, antes da ópera Le Vesseau Fantôme na Opera Bastille, ao Pavillon Lenôtre após a exposição de Claude Monet e ao Sanderens, onde comemoramos nosso aniversário de casamento.
Porém fizemos boas descobertas. Nossa estratégia era almoçar no bairro onde estivéssemos passeando e jantar sempre o mais próximo possível do hotel.
Entre os restaurantes perto do hotel, apresento a vocês o Terres de Truffes. Seu proprietário, Clément Bruno, criou um espaço restaurante e épicerie fina, onde são vendidas trufas de diferentes regiões e outros produtos relacionados.
A chefe Christine Rigoulot, formada na École Bocuse, elabora pratos saborosos e generosos onde a trufa está presente da entrada à sobremesa.
Na primeira noite, um delicioso creme de cèpes como amuse bouche.
Em seguida, duas entradas: carpaccio de carne com molho de trufas e parmesan envelhecido
e champignons com escalope de foie gras e trufas.
Pratos principais: tagliatelle com creme de trufas
e risoto com parmesan e caviar de trufas.
Sobremesa: Baba au rhum e chantilly com caramelo de trufas.
Tudo delicioso!!
Na segunda vez, repetimos as entradas e como pratos principais,
saint jacques e seu risotto de caviar de trufas.
Eu ousei experimentar o ris de veau(1) com creme de trufas e Noilly Prat(2). Prato sublime.
Desta vez, sem sobremesa.
Incontournable, como dizem os franceses.
(1) ris de veau é a glândula de crescimento do vitelo. Um prato refinado.
(2) Noily Prat é um alcool, um vermouth.
Terres de Truffes: 21 Rue Vignon 75008 Paris








Desculpe ser indiscreta.
Qual foi o preço final destas iguarias?
abraços.
Nossa, Sueli!!! Está um verdadeiro pecado da gula. Tão bom que você até repetiu.
Este ano vi um Les Escapades de Petitrenaud, na TV5 sobre esse restaurante e seu famoso chef Bruno, conhecido como o “rei das trufas”. Fiquei morrendo de vontade de conhecer o Terre des Truffes e com o seu post então,…bota incontournable nisso.
bjs
E quem estiver na Provence, em Lorgues, não tão longe de Nice,tem também um outro restaurante dele.
Sueli,
você pode ser considerada uma foodie!!
Roteiro e dicas maravilhosas.
Abçs.
Sueli OVB,
Como adoro novidades, BOAS, já arquivei o seu texto. Do seu tour gastroNômico, conheço o Bofinger e o Café de La Paix os demais, com certeza conhecerei em breve.
Um abraço
Lídia Lima
Vou deixar aqui o ótimo site do restaurante/épicerie: http://www.terresdetruffes.com/index.htm
E o endereço deste restaurante?
CRISTIANA
Nesse restaurante discreto e de decoração simples, a comida é surpreendente e inesquecível, não é barato, mas vale cada centavo gasto.
Os hóspedes do Hotel Le Vignon ’8′ são recebidos com uma taça de champagne, se fizerem reserva pelo hotel.
A conta sempre depende muito de quantos pratos se come e do que se bebe. Você pode gastar de 50 a 170 euros por pessoa, fora bebida.
CLAUDINHA, esse programa eu perdi, mas não o restaurante. Incontournable!
ADRIANA PESSOA, este foi um tour quase que totalmente gastronômico. Pior é que meu marido não pode fazer essas extravagâncias.
LIDIA LIMA, ainda tem mais.
ROGÉRIA, o endereço do restaurante é 21, rue Vignon 75008 Fone: 0153438044, deixei também o link, acima.
Sueli,
Parabens pelo aniversário de casamento ! Teve a comemoração à altura de uma data linda.
Que maravilha esse paraíso das trufas! Quase dá para sentir o aroma das trufas !!! Achei legal que a gente vê bem as fatias fartas das trufas frescas. Não se trata de apenas um azeite trufado ou a própria ralada.
Dica anotadíssima.
Sueli,
eu preferia ter perdido o programa e ter ido ao restaurante,rs.
MADÁ, como diz o Jorge: “Não é “mágica” nem “engana bobo”.
CLAUDINHA, tenho certeza que você irá ao restaurante, mas eu não sei se ainda terei oportunidade de ver esse programa. E que programa! Adoro o “Les Escapades de Petitrenaud”.
Beijos trufados para as duas.
Que maravilha de escolha, Sueli !
Adorei a reportagem, a indicação do restaurante e sugestão de menu.
Como disse Claudia, tão bom que repetiu.
Um dia ainda experimento o ris de veau, mas desta forma especial, “incontournable” , com creme de trufas e Noilly Prat,
como o seu.
Eu, boba, sempre evitei a experiência.
XXX
Sueli OVB ,
Em tempo, parabéns pela bela comemoração do aniversário de casamento.
Um abraço,
Lidia Lima
Anotado. Adorei !!
LUCIAC
Não evite mais, é muito bom!
Mas eu também só pedi porque o Jorge disse que trocaria o prato
comigo, caso eu não gostasse.
Obrigada e bisous.
LÍDIA LIMA
Obrigada.
Sueli
O Eymard e o Edu vão morrer de inveja deste seu jantar!
Abs,
fiquei com agua na boca! agora preciso marcar a viagem para paris para repetir esse roteiro gastronomico
Beth, acho que agora não!
Mas como eu cheguei às trufas antes deles, já os havia matado de inveja. Curti as trufas negras do Périgot, eles foram para o Piemonte, à caça das trufas brancas. Mas eu acho que ainda vou ficar na vantagem, pois vou deliciar-me com essas brancas.
Corrigindo: Périgord
Sueli, vc está de parabéns com mais este excelente post!
Que bela escolha e reportagem à altura, adorei!
Bjs
GISELE PRAZERES, querida
Mais uma vez, obrigada por ter me incentivado a ficar na Madeleine, pelo seu carinho e elogios.
Valeu!
Beijos
Sueli: que delicia! Voce e Jorge sao verdadeiramente bons garfos (os prazeres da boa mesa – que nao se resume a comer, mas a apreciar o que se come; a conversar; beber na medida certa….). O restaurante das trufas, de fato, antecipou o nosso passeio (que foi um espetaculo! Devidamente registrado pelo Edu – DCPV) mas, naquela altura, eu nao tinha a menor idéia da rivalidade gastronomica entre Piemonte e França (a começar pela carne cruda x tartare….risos!). Tenho certeza que vamos nos divertir muito com as historias gastronomicas que virao por ai.
Estava com saudade de todos os papos daqui.
Abs.
Sueli
Uma comemoração de casamento em alto estilo. Vocês merecem.
No mês passado também apreciei as trufas negras na comemoração de aniversário de uma amiga. Engraçado que comentamos sobre a rivalidade dos franceses e italianos no queisto trufas.
ótimo post.
EYMARD,
É isso aí!
Meu lema, proveitando o retorno dos sócios: Magia che te fa bene.
Saudades sua.
Abraço
JORGE FORTUNATO
A viagem toda foi o máximo. Comemos o que devíamos e o que não podíamos. Mas quando a cuca está boa, o corpo acompanha.
Eu detesto rivalidade, seja em que área for. Para mim a polêmica se resume a: a comida boa e a ruim, a bem feita e a mal feita, a que eu gosto e a que eu não gosto. O resto é falta do que fazer.
Abraço
Sueli OVB, ah! as trufas. Que aroma, que frescor. Foi uma experiência única para mim. Marcou-me e tenho certeza que está lá, guardado, e voltará com a mesma intensidade na próxima degustação. A sensação que ficou é que, por exorbitar em aroma e frescor, não é para o trivial. E o preço ajuda a não fazer das trufas um coisa comum. Isso garante o intenso prazer da próxima vez. Vou fazer como voce e comemorar um nosso aniversário de casamento, que é em pleno outono, também em alto estilo, com trufas.
Enquanto isso, fico com água na boca vendo as suas fotos.
MARIA DAS GRAÇAS
Sua observação foi de grande sabedoria, assim como é sábia a natureza, que nos fornece essas maravilhas com parcimônia.
As trufas são realmente intensas e deixam marcas profundas na nossa memória gustativa e sensorial. Não são para todo dia, mas eu não aguentei mais de três para voltar a degustá-las. Aqui o preço é impraticável, nos restando o gostinho ao longe no azeite e no mel trufados.
Sueli OVB, eu também não resisti e levei para casa mel com um quadradinho de trufa negra. Durou o mês inteiro porque, na maioria das vezes, eu me contentava apenas em destampar o vidro e sentir o aroma. Ulalá.
Sobre as trufas encontradas em conservas aqui no Brasil, não vale a pena comprar. É dinheiro jogado fora. Não tem gosto e nem cheiro de nada.
Sueli,
que post mais delicioso !
Vou já dar uma olhada no site. Precisa reservar?
MIRELLA COZZI,
É sempre bom fazer reserva, a menos que seja para o almoço.
Mesmo assim tivemos que voltar da porta na primeira vez que tentamos almoçar no KGB. Fomos literalmente defenestrados, embora eu perguntasse se podia esperar que alguma mesa desocupasse e observado que o restaurante não estava lotado. Acho que eles trabalham com uma previsão e têm hora de funcionamento. Não era tarde, apenas 13hs. Mas eu não queria voltar sem ir a esse restaurante, então fiz reserva para o almoço e voltei outro dia. O rapaz da recepção nos reconheceu na mesma hora.
MARIA DAS GRAÇAS
As trufas são mesmo viciantes e nos deixam apaixonados.
Beijos, queridas
Sueli OVB
Estou babando até agora! Que achado você fez! Essa dica vou ter que anotar.
Abraço
Olá pessoal
Gostei das dicas e da aparência dos pratos..Será que este restaurante(terre ) fica perto do hotel belmont?rue bassane
Alguém conhece o hotel?
Os restaurantes ficam nos champs elysees?
abraços
Dora
A localização do seu hotel é ´ótima, o endereço não podia ser melhor….
Não fica perto do restaurante das Trufas que fica no fim do 8ème, limite com o 1èr. Calcule 4 estações de metrô de distância…
Ma aí na sua vizinhança também tem ótimos restaurantes!
Abs.
Dora
Aí perto do seu hotel tem restaurantes de 1a. linha tipo o Le Fouquet, esquina doa George V com o Champs Elysées, por ex. Lá também vc vai encontrar belos pratos guarnecidos com trufas….
Abs.