Ralph Lauren: loja e restaurante em Saint Germain

Uma nova loja Ralph Lauren se instala em Saint Germain. A marca ocupa um prestigioso hôtel particulier datando de 1683, seu maior flagship europeu.

Além das salas expondo as coleções, os 2.150 metros quadrados reservam surpresas. Um restauranteRalph’s – e um salão dedicado aos relógios. O restaurante deseja ser um acolhedor reduto da cozinha americana.

A presença da marca americana neste endereço vai, muito provavelmente, chocar aqueles que desejam que Paris se “congele” em um determinado tempo e determinada época.

173 boulevard Saint Germain

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56 pitacos, participe desta conversa

  1. Adriano disse:

    Olá, Lina.
    Paris é sem dúvida nenhuma, mágica.
    Seguimos todas as suas sugestões e recomendações pelo blog e Guias de bolso. Adoramos todas.
    Só lamento não termos conseguido jantar no KGB (sempre lotadíssimo e com reserva).
    Ficamos hospedados em St. Germain no hotel Left Bank a poucos metros do Alcazar.
    Apesar de passarmos o reveillon em Paris, não ficamos no Alcazar, porém a noite foi bem legal.
    Ficamos com vontade de provar a “sublime mousse de chocolate” do LES FOUS DE l’ ILE que seu guia recomendava. Os atendentes do restaurante disseram desconhecê-la, mas a substituímos por um tiramissu nota 10!
    Um grande abraço.
    Adriano

  2. Beth disse:

    Nair
    O telefone do Le Ralph’s é 01 44 77 76 00

  3. nair disse:

    Ola Lina e cia
    alimento-me com suas dicas e informações, virou uma questão pessoal, quero almoçar ou jantar no Ralph Lauren, mas a dificuldade de reservar é imensa, não existe um site para isso e o telefone que o Eymar cita não completa a ligação, estaremos em Paris 21 de setembro e queria fazer a reserva, alguem pode me ajudar?
    Mil beijos e grata por tantas gentilezas.
    Nair

  4. Beth disse:

    LuciaC
    Só vc mesmo para dar uma informação dessas!
    Fiquei impressionada…
    Bjs.

  5. LuciaC disse:

    ” Bonjour Monsieur/ dame
    desolée mais je suis allergique au gluten.
    Qu’est que vous pouvez me recommander?”

    Sei o quanto é preocupante, Carol!

    Fiz um copy/paste do site abaixo para você:
    France Gluten-Free um ” guia do celiac”

    http://www.celiachandbook.com/france.html

    Alguns restaurantes:

    Au Vieux Paris
    24, Rue Chanoinesse –
    75001 Paris,
    tel. 01 10 51 78 52

    A deux pas du trois
    101 rue Vieille du Temple
    75003 Paris
    Téléphone: 01 42 77 10 52

    Café Barge
    5 Port de la Rapée
    75012 Paris
    Téléphone: 01 40 02 09 09

    Des si & Des mets
    63 rue lepic
    75018 Paris
    Téléphone: 01 42 55 19 61
    Gluten-free menu available

    Le Bombardier (British Style Pub)
    2 Place du Panthéon
    75005 Paris
    Téléphone: 01 43 54 79 22

    Le Charlain
    23 rue Clauzel
    75009 Paris
    Téléphone: 01 48 78 74 40

    Miss Betsy
    23 rue Guillaume Tell
    75017 Paris
    Téléphone: 01 42 67 12 67

    Somo
    168 rue Montmartre
    75002 Paris
    Téléphone: 01 40 13 08 80

    Willi’s Wine Bar
    13 rue des petits champs
    75001 Paris
    Téléphone: 01 42 61 05 09

    Obs:
    AirFrance tem gluten-free menu é só combinar antes.
    Acredito que em todas cias aéreas você poderá contar com o menu especial.

    Info:
    http://www.celiacchicks.com/2008/11/paris-gluten-fr.html

    http://myglutenfreecookbook.blogspot.com/2008/10/gluten-free-travel-paris-links-tips.html

    Espero ter ajudado.

  6. carolina natal disse:

    Olá,
    por favor, se alguem puder me ajudar, estou à procura de Restaurantes em Paris que ofereçam comida sem glúten.
    Obrigada,
    Carol

  7. Emiliana disse:

    obrigada Beth, abs !

  8. Beth disse:

    Emiliana
    Os preços do La Fontaine Gallion vão de 45 a 60€ por pessoa fora a bebida.
    http://scope.lefigaro.fr/restaurants/restauration/gastronomique/l-r215329-la-fontaine-gaillon/static/#ipq

  9. Emiliana disse:

    Lina, (e blogueiros de plantão)
    Olhei o site que você me mandou do restaurante La Fontaine Gaillon, mas não tem os preços, nem cardápio.
    Você tem alguma idéia de preços para um almoço ou jantar por lá ?

    Também queria saber se alguém conhece o Paris Pass. uma amiga me indicou o site (www.parispass.com), mas achei estranho, pois só vende pela Internet .
    Já estava decidida a usar o Museum Pass que a Lina e vcs indicaram.

    abraços

    • conexaoparis disse:

      Emiliana
      eu não conheço este passe. Indico o carnet de tickets de metro, porque afinal de contas, em Paris andamos muito a pé e o museum pass para museus e monumentos.

  10. Ednilda Heggendorn disse:

    Olá Lina,

    Estarei em Paris no final de Julho, e fiquei interessada em conhecer o restaurante Ralph Lauren, entretanto após pesquisa na internet, não consegui localizar o site para efetuar uma reserva. Será só por telefone?
    Desde já obrigada, e parabéns pelo site, que sempre me é muito útil.
    Ednilda

  11. Marçal disse:

    Obrigado, Lina!

  12. Marçal disse:

    Lina, Com toda essa crise na Grecia, Portugal e possivelmente Espanha, está havendo uma desvalorização do do Euro em relação ao dolar, certo?
    Estou pensando em trocar uns dolares por Euro quando eu chegar aí. Vc conhece algum local de confiança que faça esse cambio?

    um abraço

  13. conexaoparis disse:

    Eliana
    Nunca encontrei aqui lojas especializadas em artigos para festas infantis.
    Tem lojas de decoração, com pequenos artigos para festa. Um ou dois produtos.
    http://www.conexaoparis.com.br/2010/02/25/bonton-roupas-infantis-moveis-e-brinquedos/
    Esta acima é uma das melhore de Paris.

  14. Eliana disse:

    Vc poderia indicar lojas de produtos p/ festa infantis. Aquelas bugingangas p/ decoração… Agradeço desde já!

  15. HUGO DE CARVALHO disse:

    HELIO JR

    Morei 30 anos em Brasília – de 1961 a 1991. Considero-me “candango”.

    Como disse o EYMARD, para os padrões brasileiros a cidade tem bom padrão de vida e bons serviços públicos, apesar da “favelização” eleitoreira dos últimos governos, especialmente o Roriz.

    Quanto aos endereços, são facílimos de serem encontrados e acessados, pois são lógicos. Basta que você observe o endereço e sigao plano da cidade. Como você pretende retornar a Brasília, vou me estender. Tomemos como exemplo o seguinte endereço no “Plano Piloto: “SQS 305, bloco K:

    SQ- Super Quadra (conjunto de prédios com 6 pavimentos e um comércio local nas laterais leste e oeste do Eixo Rodoviário.

    SQS- Na Asa Sul – margens do Eixo Rodoviário Sul

    SQS 305 – centena impar – Margem oeste (mais alta) do Eixo Sul -

    SQS 305 – Centenas 100, 300, 500, 700 – Filas de Quadras e Super-Quadras Oeste a partir dos Eixos Rodoviários Sul e Norte (divisão na Estação Rodoviária – cruzamento com o Eixo Monumental). Idem para as Super-Quadras Leste 200, 400, 600, 800. Todas são numeradas de 01 a 16, a partir da Estação Rodoviária até o final dos Eixos Sul e Norte: (301 a 316; 201 a 216 etc.)

    Todas as superquadras são compostas por “blocos” de apartamentos residencias, designados por letras do alfabeto e intercaladas de um lado por um comérco local (CLS / CLN), do outro por uma Entre-Quadra (EQ) – todos numerados de acordo com a quadra ou Super quadra com a qual delimita (CLS 305 ou EQ 106/107) Nas entre-quadras ficam os equipamentos comunitários como escolas, templos, etc.

    Logo SQS 305, bloco K, significa que o endereço encontra-se no lado oeste (mais alto) , na segunda fileira de Super-Quadras, sendo a quinta a partir da Rodoviária. As saídas dos eixos para as super-quadras são devidamente sinalizadas. Basta acompanhar. Impossível errar.

    O mesmo critério lógico e adotado também em outros setores, fora do Plano Piloto, como nos Lagos Sul e Norte; Setor Sudoeste etc. e mesmo nas cidades satélites. É mais ou menos como andar de metro em Paris. Depois que você entende o sistema lógico, não precisa pedir informações.

    Quanto a famosa “insuportável secura de Brasília”, penso que há muito mito e exagero. O período crítico é de aproximadamente 40 dias e não mata ninguém de desitratação. Desde que você beba bastante água nesse período e evite esforços físicos ou excesso de sol, você sentirá apenas alguns incômodos, perfeitamente suportáveis. Em compensação, a temperatura raramente alcança mis de 30 graus ou menos de 15. Hoje moro em Belo horizonte e tenho saudade do clima de Brasília.

  16. Eymard disse:

    Eduardo Luz,
    ainda nao consegui o “cardapio” para conferirmos o quanto afrancesaram (biquinho!!!) a cozinha americana. Mas consegui algumas informacoes adicionais:

    “Ralph Lauren will be opening in Paris his second restaurant, Ralph’s, the first having opened in Chicago in 1999. The menu will offer quality food, we should find there include the classics of American cuisine such as burgers, steaks, of Cesar Salads, or lobsters from Maine, Maryland crabcake and New York cheesecake.

    The décor style “country” should show a large outdoor terrace will have 80 seats and an interior room 50. In addition, a new Ralph Lauren boutique , the 334th in the world, will be also opened in Paris during April and s will install in the same places.”

    ´E como pensavamos!! Comida americana com sotaque frances!!!

  17. conexaoparis disse:

    Eliana
    Não conheço.

  18. HELIO JR disse:

    Eymard,

    Certamente voltarei à Brasília muitas vezes e buscarei pelo Daniel Briand. Isso se eu conseguir interpretar os códigos que vocês chamam de endereços… risos. E que luminosidade é essa em sua cidade? Impressionante! Nos prédios alvos da Esplanada chega a cegar! Parabéns!

  19. Eymard disse:

    Helio Jr.,

    de fato nao ha lugar perfeito. Mas ainda conseguimos ter uma excelente qualidade de vida em Brasilia. Voce veio, na minha opiniao, na melhor epoca para conhece-la. Os meses de abril a Junho sao gostosos. O outono deixa a cidade verde; mais fresca; ensolarada; um ventinho delicioso. Por do sol espetacular na beira do lago. Infelizmente nao ‘e uma cidade que o turista consegue andar a pé. Demoro 6 contados minutos de casa no escritório. Isso é, de fato, um luxo para as grandes capitais. Se vier novamente, avise aqui pelo blog, quem sabe nao vamos tomar um cafe no Daniel Briand.
    Alias, avisando ou nao, recomendo para quem venha a Brasilia conhecer o Daniel Briand. Um patissier frances da melhor qualidade. Tenho certeza que voces vao se sentir num cantinho de Paris (fica na comercial da 104 Norte).

  20. HELIO JR disse:

    Eymard,

    Só para constar. Estive pela primeira vez em Brasília nesta semana e fiquei muito bem impressionado.Que cidade verde! E nada dos terríveis engarrafamentos que assolam o Rio de Janeiro. Para ir da Barra, onde moro, ao Jardim Botânico, onde trabalho, leva-se uma eternidade! Dizem que é muito seca no inverno…Bem, nenhum lugar é perfeito.

  21. Eliana disse:

    Ôi querida, + 1 vez venho aq pedir dicas. Estamos indo em maio e procuro camisas dos eventos MMA e UFC, aquelas lutas em ringue q tem muito nos EUA e está chegando na Europa, se vc conhecer, agradeço muitíssimo a dica.

  22. Beth disse:

    Madá
    Outra técnica de viagem bem prática é pegar um cartão do hotel onde vc está hospedada e escrever atrás seu nome e no. do apartamento e colocar de forma visível na carteira… Foi assim que devolveram minha irmã caçula perdida em Praga!

  23. Beth disse:

    Madá
    Essa técnica funciona mesmo! E serve também para pegar taxi em aeroporto, quando vc não conhece a língua local… É só colocar o nome do hotel e o endereço!

  24. Madá disse:

    Hugo,

    Adorei sua história de Reims/Rennes !
    Nada como o nosso bom humor.
    Eu tive problema semelhante com Nantes (pertinho de Rennes) !!! Eles achavam que eu estava indo para a India @!!!! E não foi apenas uma vez …
    Impossivel para mim acertar a pronúncia dessa cidade.

    Beth,
    Assim como o Hugo, vou adotar o o cartao com letras grandes, otima sugestão !

  25. Beth disse:

    Hugo
    Essa de escrever o nome do destino num cartão e com letras grandes funciona muito bem, aprendi com meu pai, risos. Ele fazia isso comigo, para garantir a minha ida e volta sã e salva…

  26. Eduardo Luz disse:

    Eymard, é claro que a minha curiosidade é sobre como seria este cardápio de comida americana já que esta marca é mais típica ainda! :)
    E imagine se eu iria criticar qualquer tipo de gastronomia, ainda mais gostando de tudo!!

    Sueli, quando? :)

    Abs a todos.

  27. HUGO DE CARVALHO disse:

    BETH – Em tempo:

    A sugestão para escrever o nome do destino em letra de forma é valida. Adotarei

  28. HUGO DE CARVALHO disse:

    BETH

    Já comprei vários bilhetes de trem na Alemanha. Achei mais fácil que na França, pois os funcionários têm mais paciência com meu inglês macarrônico. Na França, os funcionários – com algumas exceções – são geralmente impacientes e pouco informativos.

  29. Beth disse:

    Hugo
    Isso é porque vc provavelmente nunca comprou bilhete de trem na Alemanha, risos. Lá além de tudo vc ainda tem que entender os dialetos…
    O melhor a fazer é escrever o nome do destino em letra de forma!

  30. HUGO DE CARVALHO disse:

    MADÁ e EYMARD

    Fim do debate. Vocês disseram tudo o que tinha a ser dito. Nada a acrescentar. Concordo 100% com vocês. Só para ilustrar.:

    No início do ano passado, fui ao gichê fazer uma reserva de assento no trem de Lyon para REIMS (Rãams – ou algo assim) Felizmente, resolvi trocar a reserva, pois ao fazê-lo percebi que minha pronúncia de REIMS foi tão ruim que eu estava com um bilhete para RENNES. Daí que, este ano, resolvi ir a Rennes – mas dessa vez por vontade própria. Na hora da reserva, prestarei atenção para não ir involuntariamente para REIMS.

    BETH

    Também concordo com você e com o EYMARD

    Resumindo: Comida é boa ou é ruim; não importa a nacionalidade que se lhe atribua. Aproveitando o gancho do debate, diria que comida é como a língua. Mesclam-se as palavras e os sabores, até que percam sua identidade nacional.

  31. Beth disse:

    Madá
    Esse negócio de língua é meio complicado mesmo.
    Eu pessoalmente adoro a maneira como os franceses pronunciam palavras estrangeiras, seja lá qual for a origem eles dão um jeito de “afrancesar”. Demonstra personalidade e orgulho da sua cultura…
    Haussmann é “ôsiman” mesmo, Scheneider é “chinaidér” e Beth vira “betty” sem nenhum problema, risos. Eu gosto!
    Quant à comida, seja lá qual for origem, se for boa eu mando ver! Mas na França eu dou prioridade à francesa…
    Acho as criações do Ralph Lauren muito lindas mas é melhor comprar em NY, lá é mais barato, risos.

  32. Eymard disse:

    Madá,
    gostei “dimais” da conta! Você imagina para um “mineiro” como eu, que foi parar em SP e depois veio para Brasilia, falar “sem sotaque”. Impossível. Em qualquer idioma.
    E concordo em gênero, número e grau com você. Acho horrível quando em conversa informal, no Brasil, se começa a querer falar palavras em idioma estrangeiro com “perfeição”, sem sotaques. Me soa extremamanente “pedante”!
    Agora, quanto a loja da Ralph, estou bem longe do que pensa “Danusa Leão” que escreveu um artigo no caderno Mais da folha, em junho de 2009, falando da sua Saint Germain e criticando essas lojas de luxo que descaracterizam o bairro dos anos 20 a 70. Essas grandes marcas investem onde tem gente que circula e compra. Investem, inclusive, na reforma de prédios antigos e de familias decadentes que já não conseguem manter ou reformar essas propriedades. Melhor, portanto, do que deixá-las lá, caindo aos pedaços para depois ser demolida ou virar um arranha-céu. O mesmo se diga dos chamados “hoteis boutique”, também tão criticados. Preserva-se a memória do prédio na sua fachada, no seu estilo e transforma o espaço interno para atualiza-lo com o que há de mais tecnológico e moderno. Tem público para tudo e o mundo não para.

  33. Madá disse:

    Hugo e Sueli,

    Concordo que não devemos ser radicais. O inglês é a língua dominante hj, mas eu tenho um inglês para o Brasil, outro para a França e outro para a Inglaterra.

    No Prado, em Madri, tive dificuldades para encontrar os pintores, pois eles traduzem os nomes… Que tal Jerônimo del Bosco ?

    Eu adoro inglês e acho que a gente deve se esforçar em falar corretamente, mas estou com Eça de Queirós quando fala algo do tipo:
    “Línguas estrangeiras, devemos falá-las bem, mas com sotaque”

    Eu acho que se a gente conhece o idioma do país onde estamos, a gente deve falar tentar falar que nem o Jorge faz na França.
    Eu aqui no Brasil falo o nome das palavras em inglês com o sotaque carioca, tipo rardi roque para falar Hard Rock quando estou falando em português. Porém, em Londres falo de forma bem diferente, caprichando nos erres. Se eu falar o “correto” aqui no BR vai soar estranho, fora o trabalho que dá :)

    Falar Ralph Lauren na pronúncia original (americana) é difícil para nós brasileiros. Se a gente falar Ralph como raufe (é como os cariocas falam) os americanos não irão entender, mas nós vamos … E se vc falar exatamente como um americano os franceses não irão entender. Já tentei pedir um perfume chamado Higher e a vendedora não entendeu. É muito complicado misturar línguas.

    Também sofri em Londres ao pedir para o taxi me levar à Beauchamp Place e ele não entendeu nada … Daí falei como se fosse uma palavra em ingles. Foneticamente para a gente fica bíutcham place… Horrível, mas há uma regra e funcionou.

    Falar com a pronúnica original pode dar certo quando a outra língua é o inglês, mas se for o alemão da Beth por exemplo, eu prefiro ouvir um Boulevard “hosman” na França, acho que da para entender, do que ouvir um rauzman (será assim mesmo, Beth ?). Se for húngaro fica ainda mais complicado.

    Na França, se estou falando em francês digo que moro no Riô e que nosso presidente é Lulá. Porém, o importante mesmo é a gente se comunicar, sem ter medo de errar e se divertir com as dificuldades.

    Desculpem o comentário longo.
    Mas eu adoro esse assunto de línguas…

  34. Eymard disse:

    Edu Luz,

    até na EURODISNEY (eurrôdisnei) o cardápio, tipicamente americano, faz biquinho!!!!
    Ou seja, a culinária americana pode ser perfeitamente “afrancesada”… Comida é boa ou ruim!
    Não creio que um lugar como esse terá um restaurante medíocre. Terá o restaurante próprio para o seu público. E ninguém precisa ir lá contrariado! Também não acredito que alguém irá lá somente para comer! Vide os cafés Armani…e todos os bares ou restaurantes no interior das grandes lojas e marcas.

  35. eidia disse:

    Lina, coloquei no meu blog e passo a dica pro pessoal daqui. Vejam esse vídeo e não viagem sem “plastificar” suas bagagens.
    bjs
    eidia – oquevivipelomundo.blogspot.com

    http://www.youtube.com/watch?v=mf-DGKUNffI&feature=related

  36. Olá a todos,
    Eu como não sou fã de nada americano, não iria mesmo nesta loja. É para altas cifras e bolos bem recheados.
    sou da turma que queria Paris congelada no tempo…rs Acho que isso foi culpa de ter feito o Nancy na AF, mas claro, o tempo passa e a cidade deve se adaptar aos novos tempos.
    Quanto à pronuncia eu faço o seguinte pronuncio como leio só para irritar os americanos. Definitivamente, sempre que estou em Paris encontro uma galera americana deslumbrada. Sem contar as cafonices e as roupas largas de torcedor de futebol. Entram nas igrejas como se fosse a Disney. Certa vez um casal americano ficou envergonhado da turma que chegou na Sainte Chapelle, foi preciso um guarda chamar atenção do grupo. Pareciam aqueles personagens de A Família Buscapé. Claro que nãoposso generalizar tem americano gente boa também. Mas a maioria, e principlamente, em Paris, não sei o porquê, fica muito deslumbrada.
    Abraços

  37. conexaoparis disse:

    Todos
    Já corrigi o nome da marca. Risos.
    Estou realmente parisiense.

  38. HUGO DE CARVALHO disse:

    Olá MADÁ

    O problema é que, num mundo cada vez mais globalizado e em um país eminentemente turístico, como a França, um francês não fala apenas outro francês.

    Acho que alguém que não seja francês jamais entenderá o que seja “oiô” ou Ma-a-tan . Vejo nisso uma dificuldade real de comunicação, tendo em vista o caráter universal que a língua inglesa vem assumindo – muito mais como efeito da globalização do que como influência do poderio americano.

    No mundo globalizado, é bom que exista uma língua universal, na qual todos se entendam. Melhor que essa língua seja adotada por uma espécie de “consenso tático”, do que por imposição de uma potência hegemônica ou por ideologia, como ingenuamente se quis fazer com o já esquecido Esperanto.

  39. Sueli OVB disse:

    Resalva: Acho que ninguém tem que nascer sabendo, não debocho, nem faço pouco caso de quem não pronuncia as palavras corretamente, apenas alerto, se tiver certeza do que estou falando, gosto quando me corrigem, sou um horror em inglês, minhas filhas pedem para eu não arriscar, mas temos que ter curiosidade e nos informar.
    Outro nome que foi mal pronunciado por nós: Anaïs Anaïs, um perfume da Cacharel.

  40. Sueli OVB disse:

    Gente, esse negócio de pronuncia não acontece só por lá. Os americanos são os mestres em inglesar os nomes. Vocês já viram as vendedoras americas falando o nome da marca Estée Lauder? E as nossas amigas brasileiras, que não conhecem o francês, falando Les Lis Branc? Eu corrijo na hora, dói na orelha.

    EDU LUZ

    Depois te falo sobre isso, fora daqui.
    Abraços

  41. HUGO DE CARVALHO disse:

    SONIA

    Concordo com você, porém sem ser muito radical quanto aos estrangerismos:

    Alguns são realmente ridículos, como colocar nomes estrangeiros em lojas, edifícios e produtos brasileiros apenas para “parecer sofisticado”.

    Já outros, como seria o caso da Grife Americana Ralph Lauren, acho que merecem ser falados em sua pronúncia original. Outros ainda – mais polêmicos – representam um processo natural de globalização das línguas, no qual, inevitavelmente, as línguas de países mais poderosos e influentes tornam-se predominantes e influem no vocabulários de outras línguas. Vejo isso com naturalidade, pois não se pode alterar o processo histórico com leis proibitivas, tanto que a maioria desses vocábulos acabam sendo incorporados pela lingua oficial.

    Na verdade, penso que a boa comunicação, evitando o uso exagerado de estrangeirismos, não depende de leis ou proibições, porém de educação de boa qualidade. Você, por exemplo, não necessita de nenhuma proibição para evitar estrangeirismos desnecessário.

    Já quanto ao hábito francês de “afrancesar” a pronúncia de todas as palavras de lingua estrangeira, é um traço cultural peculiar da França, cuja lingua já foi predominante no mundo. é algo que está imbuído no povo, de baixo para cima e nã de cima para baixo.

  42. Cláudia Oiticica disse:

    A quantidade de hôtel particulier em Paris é impressionante e as fachadas escondem verdadeiras maravilhas.Linda a loja, e nesse link abaixo tem o interior dela. Quanto ao restaurante com comida americana…fico com a Sueli.

    http://www.materialiste.com/style/ralph-lauren-saint-germain-restaurant-ralphs

    Madá e Sonia,
    acho que tem o seu charme a maneira como os franceses pronunciam as palavras estrangeiras, mas tem vezes que a compreensão fica quase impossível. Demorei a entender Ma-a-tan como Manhattan, rrss.

  43. Sonia disse:

    Madá,

    É isso mesmo. Acho que não por acaso, Lina escreveu Loren ( pronúncia francesa).
    Grace Kelly é Grace ( pronunciam como escrevem e Kelly é Kelí ( com acento forte no “i”. E por aí vão, com sabedoria e pragmatismo, sem estrangeirismos. Como nada é perfeito tem o week end.

  44. Edu Luz disse:

    Que loja! 2150 m2?
    O que seria exatamente um menu de comida americana?
    Será que não vão afrancesar nada?? ( até o MacDo teve que fazer!) :)
    Abs a todos.

  45. Madá disse:

    Sonia,

    Concordo com vc. Acho que o franceses pronunciam todos os nomes estrangeiros como se estivessem lendo uma palavra em francês. Assim, todos falam da mesma e forma e entendem também sem excluir os que não saberiam a pronúncia correta no original. No início a gente estranha ao ouvir como eles pronunciam a estação de metro Franklin Roosevelt ou quando falam “oiô” significando o estado americano de Ohio, mas eu sou super fã dessa regra francesa.

  46. Alex Bez disse:

    Bom dia,
    Falar q seu blog é incrivel é chover no molhado! Ele é essencial para qq individuo que queira visitar Paris sem ficar na obviedade de uma cidade deslumbrante como Paris.
    Viajo dia 30/04, fico uma semana por ai e já listei uma página inteira de papel A4 com suas preciosas dicas de cafés, restaurantes, lojas, brechós….deixei de lado os monumentos e museus desta vez, pois é a minha segunda vez em Paris.
    Os aeroportos em Paris foram afetados com a fumaça do vulcão?
    muito obrigado e aurevoir.

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