Mais uma dica para a lista de presentes de Paris. Os sabonetes Fragonard, fabricados pelo famoso parfumeur francês cuja usina se encontra em Grasse, perto de Cannes, Nice e Aix-en-Provence.
A usina pode ser visitada. Os turistas seguem as fases da produção de perfumes, sabonetes e presentes perfumados. Em Paris, a marca possui um pequeno museu ao lado da Opera Garnier (9 rue Scribe 75009 Paris). Devo confessar que nunca o visitei. Existem várias lojas Fragonard em Paris, uma delas dentro do Louvre.
Carrousel du Louvre 99 rue de Rivoli.



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Será que alguem já percebeu, como eu, que os sabonetes franceses tem perfumes deliciosos, mas ao contrário dos perfumes, que fixam que são uma maravilha, assim que eles são molhados o cheiro some como por milagre. Já fiz experiência com vários, inclusive com alguns bem famosos e caros. Os nossos sabonetes deixam um cheirinho super gostoso .
eidia
http://www.oquevivipelomundo.blogspot.com
February 4th, 2010
Estive em Grasse em outubro passado e visitei a fábrica da Fragonard.
Gostei muito e Grasse é uma gracinha.
Mas o melhor foi o perfume de flor de laranjeira da Fragonard.
Neste calor infernal do Brasil não dá para usar qualquer perfume e este foi o meu eleito este ano. Recomendo.
Ah! E o preço é excelente!!!
(Observem os produtos bordados nas lojas da Fragonard em Paris - dá vontade de comprar tudo, mas os preços são salgados)
February 4th, 2010
Ótima dica para presente… adoro sabonetes e outros produtos perfumados.
February 4th, 2010
Em outubro estava em Paris e uma amiga me levou a uma loja Fragonard em San German; tudo é maravilhoso, os perfumes em suas embalagens especiais pra conservar melhor, não são em vidros e sim em garrafas de aluminio, são enebriantes e envolventes…. comprei tambem uns acessórios pra casa e um porta-niquel pra mim, tudo lindo e ótimo preço; vale pela qualidade e beleza.
February 4th, 2010
Adorei o blog!
Voltarei.
February 4th, 2010
Bom pro dia dos namorados!!!! que ja esta chegando
bjs
http://www.oguiadeparis.blogspot.com
February 4th, 2010
Lina e Katia Matos
Ótimas sugestões para presentes,obrigada.bjs
February 4th, 2010
Vocês sabiam que foram os franceses que inventaram o sabonete? Contraditorio né?
http://www.13anosdepois.blogspot.com
February 4th, 2010
Mirelle Siqueira,
fiquei curioso sobre essa história do “sabonete” e fui pesquisar. A matéria abaixo é da superinteressante (revista abril). Na verdade os franceses não inventaram propriamente o sabonete. Eles inventaram o “nome”. Veja que interessante:
Os inventores do sabão foram os fenícios; mais tarde, os espanhóis acrescentaram óleo de oliva, para dar um cheiro mais suave ao sabão; o nome sabonete foi dado pelos franceses.
O sabão foi inventado pelo fenícios, seiscentos anos antes de Cristo. Eles ferviam água com banha de cabra e cinzas de madeira, obtendo um sabão pastoso. O sabão sólido só apareceu no século VII, quando os árabes descobriram o processo de saponificação – mistura de óleos naturais, gordura animal e soda cáustica, que depois de fervida endurece. Os espanhóis, tendo aprendido a lição com os árabes, acrescentaram-lhe óleo de oliva, para dar ao sabão um cheiro mais suave. Nos séculos XV e XVI, enfim várias cidades européias tornaram-se centros produtores de sabão – entre elas, Marselha, na França, e Savona, na Itália. Foi da cidade de Savona que os franceses tiraram a palavra Savon, sabão, e o diminutivo Savonnette, sabonete.
February 4th, 2010
Volto a insistir na tecla porque é importante no momento essa reflexão: a cultura ocidental deve muito aos arabes.
Para a recuperação de toda a nossa tradição helenica e grega e para a normatização de certos costumes tão ocidentais foi primordial a invasão da espanha pelos mouros no sec 7 ou 8.
Ontem por acaso eu lia que foram os mouros em córdoba que introduziram a divisão das refeições em entrada, prato principal e sobremesa.
Foram eles que fizeram essa separação.
Antes tudo era servido ao mesmo tempo e sem distinção ou valoração. eles estabeleceram pratos de suave paladar na entrada, carnes e pratos de tempero forte como prato principal e pratos doces e frutas como sobremesa.
Como a tecnica avançada da elaboração do vidro também foi introduzida na europa pelos mouros, eles por uma questão de higiene e tb de estetica, aposentaram os copos de prata, estanho ou outro metal que eram usuais nas cortes ocidentais e inauguraram o habito do copo de vidro e com diferentes formatos para variadas bebidas. O sucesso como se sabe desses costumes então exóticos foi estrondoso e mudou para sempre a nossa mesa.
E por falar em perfume, o mais famoso deles todos o chanel n 5 tem uma estória triste por tras de todo o sucesso que mistura paixão, intriga, nazismo e delação. Conto mais adiante…bjs…
February 4th, 2010
Marcello,
gostei do “conto mais adiante”.
Curiosos e apaixonados pelo conhecimento que fiquem on line.
É isso aí.
February 4th, 2010
Ótima dica, qdo viajamos, são tantas coisas em mente, que ideias para presente que as vezes não aparecem, obrigada pela sugestão.
Ellen
http://viagemafora.blogspot.com
February 4th, 2010
Para as apaixonadas pelo Chanel n 5, o que não é o meu caso, há um livro com sua biografia: “Histoire du n 5 de Chanel”, de François Ternon.
Mas quem sabe o Marcello tem surpresas reveladoras para nós?
February 4th, 2010
os perfumes sao mesmo otimos e o aluminio ao inves do vidro e bem interessante fui na loja do lado da opera por acaso com uma amiga e achei tudo maravilhoso recomendo pra todo mundo
February 4th, 2010
Iara e Suely,
O que se diz é que Channel através de dois ex amantes, um o duque de Westminster , notorio nazista ingles alvo de varias cinebiografias , se aproximou irremediavelmente do movimento nacional alemão já antes guerra.
Durante toda a ocupação ela estreitou laços com o alto comando nazista que frequentavam seu atelier no rue Cambon se tornando uma colaboracionista.
Há quem diga que tirou vantagens financeiras ameaçando de delação os criadores do chanel n 5, seus socios e judeus. Outros pelo contrario afirmam que foi justamente o livre transito de channel no 3 reich que livrou os 2 da deportação. De concreto houve o rompimento dos negocios tendo channel que amargar apenas uma participação simbolica no faturamento dos perfumes.
Channel foi presa no final da segunda guerra como colaboracionista, fato que hoje em dia pouca gente sabe.
Pouco tempo depois o processo contra a estilista foi arquivado e Chanel solta, diz-se que por solicitação de Churchill que era amigo intimo do duque de Westminster.
Contudo a etilista foi obrigada a se exilar na suiça onde permaneceu até a metade da decada de 50.
No periodo De Gaulle, nos anos 60, seu nome foi enfim reabilitado na França e seu passado controverso esquecido.
Apenas muito recentemente quando a esquerda sobe ao poder na França com Mitterrand é que os historiadores tiveram acesso aos arquivos do processo contra Chanel durante a 2 guerra.
February 4th, 2010
Marcello
Vc está muito certo. Consta inclusive que durante a guerra Coco Chanel teve um caso público com um oficial/conde alemão. E que ela teve que sair de Paris às pressas no fim da IIa. Guerrra. Mas acho que ela já tinha se instalado de volta na rue Cambom quando DeGaulle assumiu em 58.
Afinal, Chanel era e é uma intituição francesa…
February 4th, 2010
Recetemente vi no cinema e acredito ainda estar em cartaz o filme Coco Chanel & Igor Stravinsky com a maravilhosa atriz francesa Anna Mouglalis mostrando o periodo da escolha e ajuda na criaçao do seu famoso nº 5.
Abraço a Todos.
February 5th, 2010
Ola! Estive em Grasse ha quatro anos e recomendo a visita as fabricas de perfume. Mas mudando de assunto, gostaria de saber de ha um grande Carrefour na saida de Paris para o Vale do Loire. Eu e meu marido vamos hj para la, de carro, e gostariamos de realizar nossas compras num Carrefour gde com preços mais em conta ou em outra rede que tenha preços baixos. Voces podem me indicar algum pelo caminho? beijos e obrigada!!!
February 5th, 2010
EIDA,
Concordo plenamente com vc! Já percebi isso sim. Nas duas vezes que fui à Paris, comprei varidos sabonetes e sempre perdia o cheirinho no fim do banho.
Mas tenho uma boa notícia. Já tentou os sabonetes em barra e liquidos da L’Occitane? Fantásticos! Fixam bem e tem um poder hidratante que eu não via em concorrentes. O meu favorito é o Óleo de Banho Hidratante Amêndoa. Tem uma cor dourada linda e quando entra em contato com a água vira um creme que rende muito e espalha super bem pelo corpo.
Posso dizer que minha pele (principalmente do rosto) ficou muito mais macia depois que comecei a usar.
Bem, é só uma dica. Espero que goste.
Bjs
February 5th, 2010
Bom dia!
Juliana, que programa maravilhoso!
Abs
February 5th, 2010
Beth,
A biografia dela lançada no brasil a uns 3 ou 2 anos atras, ” A ERA CHANEL” , edit. Cosac Naify, fala sim desse amante alemão. Ele era de alta patente da Gestapo e se conheveram no RItz.
Para quem quiser saber tudo sobre a vida dela é a biografia a ser lida.
É completa e nao omite nada. A edição brasileira é primorosa, parece um livro de arte, com prefacio da Constanza Pascolato.
Ela retornou à França acho que em 56 ou 57. Mas foi bastante hostilizada pela imprensa e pelo meio intelectual frances que a riscou do mapa. Ela evitava comparecer em eventos publicos. Com Dior dominando a cena suas coleções foram consideradas ultrapassadas e fracassaram.
O que a salvou foi o pragmatismo do mercado americano, como sempre pouco afeito a mancadas na biografia dos mitos. Rejeitada na França se virou para os EUA onde obteve consagração tardia. Com DeGaulle limpando a barra e a gloria na america finalmente nos 60 pode voltar em paz ao panteão frances dos mitos revolucionarios do sec xx.
February 5th, 2010
Caros comentaristas::
Acompanho o conexãoparis há anos!!!
Adoro tudo como todos os apaixonados por Paris!!!
Não costumo deixar comentários com frequência, mas hoje não resisti!!!
O blog está se tornando uma revista cultural excelente!!!
Obrigada Eymard e Marcelo Brito (para citar os de hoje) pelas pesquisas…
Sempre que eu lia alguma coisa que me deixava curiosa, saia a procurar mais informações!!! Agora, vocês o estão fazendo antes!!!
Muito bom!!!
Abraços,
Tânia
February 5th, 2010
“El perfume es la forma más intensa de recuerdo.”
Antonio Tabuechi
Não poderia deixar de comentar por que sabonetes e aromas em geral são uma paixão para mim.
Ainda guardo o aroma de Paris em chás e sabonetes que comprei no Bom Marché. Minhas gavetas, armários e baneiro estão perfumados até hoje.
Lina, adorei o post eu não conheci a fragonard, mais um que fica pra próxima.
Bjos
February 5th, 2010
Ha!!! em Buenos Aires conheci uma” jaboneria gourmet” imaginei o que será isso?
Lá conhecí o conceito de uma jaboneria artesanal para estimular sentidos e recordar aromas tão deliciosos como cotidianos.
http://www.lapasionariaargentina.ar
Dica para os viajantes de plantão.
Besos
February 5th, 2010
Olá…
Quando estive em Paris, fui visitar a loja dentro do Louvre.
Aliás, os produtos deles são maravilhosos!
Trouxe vários perfuminhos, sabonetes e até toalhinhas perfumadas..
Vale a pena olhar o site.
E, para quem for a Paris, na saída do Louvre, passe pela loja!
Bjs, Mara.
February 5th, 2010
Que assunto delicioso, Marcello!
Vou entrar nesta conversa…
“Uma mulher sem perfume é uma mulher sem futuro”.
Assim falou Chanel cuja vida foi longa, criativa, rica em vivencias e relacionamentos.
Pragmatica, resiliente, sem duvida era mais levada pelo opurtonismo que pela ideologia.
Na epoca da ocupação era sempre vista no Ritz com “Spatz”. Spatz (pardal, passaro que esta´em todos os lugares…) era o sobriquet de um charmoso oficial de Hittler incumbido de preparar a tomada da França pelos alemâes. O Hotel era o quartel general dos nazistas em Paris e fica bem pertinho de rue Cambom. Contam que em conversa com Cecil Beaton , Chanel declarou: “uma mulher da minha idade não pede o passaporte de um possivel amante” (ou palavras com o mesmo significado) para justificar o caso com von Dincklage.
Colaboracionista, como a maioria dos intelectuais e artistas deste tempo, foi presa mas logo solta pela influencia de Churchill, poupada da humilhação de ter a cabeça raspada e da exposição em via publica.
Exilou-se com seu paramour em Lausanne , Suiça para voltar a sua atividade profissional em Paris na metade dos anos 50. Sua coleção de recomeço não foi bem aceita pois o novo conceito em moda era o new look de Dior. Ou talvez porque as marcas e consequencias deixadas pela guerra ainda fossem recentes
Mas o destino nunca deixou de sorrir para Chanel, Marylin Monroe declara que para dormir só usa Chanel no 5 e logo depois segue-se o famoso tailleur cor de rosa e ela torna-se mais uma vez o simbolo da liberação e do poder feminino. Se os homens sempre lhe foram a inspiração as mulheres é que lhe trouxeram a fortuna.
Como bem disse Beth, ela foi e sempre será uma instituição francesa.
“How many cares one loses when one decides not to be something but to be someone.” Não há como discordar.
O futuro de Chanel vai além da sorte e segue após sua morte.
February 5th, 2010
Luciac,
Concordo com quase tudo que vc falou.
Chanel é uma instituição francesa e a França sempre teve tradição em dar acolhida a artistas e pensadores enrascados em posição dificil.
O escritor Céline, nazi de carteirinha, fugiu da frança após o fim da guerra, foi julgado e condenado a revelia, mas voltou tb no meio dos anos 50. Para não ir à prisão foi declarado louco, o que não era, com o apoio de varios intelectuais. Assim pode voltar e depois foi anistiado.
Genet, bandido, escroque e que tais, escreveu o que escreveu e também teve a seu lado muitos intelectuais na sua luta na sarjeta.
Ezra Pound que foi junto de T.S. Elliot o maior poeta do sec. XX chegou a se filiar ao partido facista italiano , era um belicista e adorava mussoline. Foi preso evidentemente ao final da guerra e mais uma vez teve um grupo de intelectuais ao seu lado para declararem a sua interdição mental e assim ser solto.
Mas não é verdade que a maioria dos artistas ou intelectuais franceses ou europeus eram colaboracionistas ou nazistas. Muito pelo contrario.
A grande esmagadora maioria dos pensadores e artistas estavam do lado da liberdade e da democracia e se recusaram a colaborar.
Acredito que cada um tem a liberdade de agir como bem entender, mas sempre deverá responder por seus atos.
Pessoas humildes ou mesmo instruidas mas sem relevancia de poder tiveram ao final da guerra que responder por seus atos perante os tribunais.
Os colaboracionistas anonimos foram julgados e exemplarmente condenados.
Quem viu o filme O LEITOR sabe do que estou falando.
Chanel poderia ter escolhido um caminho. Mas escolheu outro e ela não foi jamais uma inocente util.
Poderia ter escolhido o caminho de tantos que lutaram contra a opressão como por exemplo da extraordinaria Princesa Marie Bonaparte que com seu poder imenso, ligava para o presidente frances para dar ordens e era capaz de gritar com generais da SS, salvou pessoalmente Freud de ser mandado para um campo de concentração, arriscando sua propria vida.
De Gaulle teve como politica de estado unir a França ainda dividida no pos guerra entre os que colaboraram acintosamente e os que resistiram.
Nesse sentido, de varias biografias foram sutilmente apagadas as maculas do passado.
Mas Chanel será sempre maior e mais humana porque justamente tem a dimensão trágica de todos nós, com seus acertos e terríveis erros.
February 5th, 2010
Desculpem pelos erros imensos de concordancia…
February 5th, 2010
Marcelo e LuciaC, que discussão interessante e efervescente! Estou aqui de “butuca” só apreciando e aprendendo. Nem se desculpe, Marcello, o seu texto lê-se com muito prazer, como se você tivesse “conversando” com a gente. É disso que gosto neste blog. Sinto-me como que sentado na janela, batendo literalmente papo com os demais participantes. Quando nada sei sobre o assunto. Ai que eu gosto mais! Pois tenho oportunidade de aprender e sair fazendo as minhas pesquisas! Muito bom.
February 5th, 2010
Marcello,
concordo com tudo. Tenho o livro A Era Chanel, já assisti O Leitor.
Para aqueles que querem conhecer um pouco mais da difícil personalidade dela, o Eurochannel reprisa vez por outra o documentário “Gabrielle Chanel”, onde a mesma dá vários depoimentos, alguns com visível irritação.
Alguém assistiu a maravilhosa peça Mademoiselle Chanel, com a Marília Pêra?
February 6th, 2010
Eu tambem, Eymard, gosto demais do blog de Lina por sua acuidade, pela finura de seu espirito em observar e concluir, seu requinte e sensibilidade. Naturalmente pelo Paris que ela nos apresenta, o Paris que ela nos faz conhecer atraves de seus olhos.
Obrigada, Marcello por dignificar meu comentário. é adoravel poder conversar com você.
A gente aprende muito sobre assuntos diversos, sempre interessantes.
No caso de Chanel me intrigam: resiliencia, competencia, criatividade, tenacidade, sagacidade, o imenso sentido de estilo. Fico curiosa sobre aquilo que as biobrafias não relatam a seu respeito, sobre tudo suas atividades durante a guerra. Por que não o fazem?
Como ela conseguiu manter dignidade e integridade em tempos tão inospitos.
A biografia mais acurada que li foi: “Chanel a woman of her own” de Axel Madsen.
Sabemos como um fato que “when the going gets tough, only the tough get going” . Não consigo fazer boa tradução deste ditado. Tough e´mais que forte. Será esta a razâo de seu sucesso? Ser muito mais que somente ” forte”?
Qual terá sido seu ” Système D” ? Système débrouillard.
February 6th, 2010
Luciac,
Quero fazer aqui uma mea culpa e te pedir desculpas quando falei sobre os artistas que foram ou nao colaboradores.
Falei em “verdade”. Mas foi o calor da hora. Não sou, nem pretendo ser o porta-voz da verdade, pq ela pode ter muitas faces, entre elas a sua propria negação e a historia é sempre contada pelos vencedores, raramente pelos vencidos.
Como sabemos o panorama em cima da ponte é algo tão fluido como as cores do dia. Tudo vai depender do angulo de visão e da hora em que nos debruçamos sobre o vasto mundo.
De qualquer modo todos, artistas ou anonimos, numa cidade ocupada em algum momento tiveram que se defrontar e conviver com os forasteiros.
Mas temos muitos exemplos de artistas que souberam separar o joio do trigo nos momentos devidos.
bj, marcello
February 6th, 2010
Responder para “Presentes de Paris - sabonetes Fragonard”